RODA DA VIDA

Oramos pela vida e saúde dos homens de Paz no Mundo, Homens e Mulheres com missões dificílimas, de dação de esperança e de forte influencia contra a corrupção que assola o mundo e o mantém cativo na desgraça da injustiça. Louvemos estes inspirados irmãos e irmãs, desde os mais influentes, como Francisco Pai da Igreja Católica, Dalai Lama Pai dos Budistas, e tantos outros em suas respectivas importâncias, que movem o mundo com a força de suas Almas devotas, num mundo melhor para todos, mais justo, onde os indefesos não estejam à mercê de nenhum tirano, onde o único exercito ou militar à face da terra seja a serviço do Amor ao Próximo

sábado, 30 de setembro de 2017

Oração do Terapeuta

Empresto meus ouvidos para que ouça o seu.
Aprendo a escutar meu silêncio. 

Empresto meu olhar para que encontre o seu.
Aprendo que somos tudo que olhamos. 

Empresto minha voz para ouvir a sua.
Aprendo como transmitir a minha. 

Empresto minhas palavras que como sementes ficarão em seu inconsciente.
Aprendo a espera que em algum momento florescerão. 

Empresto meu tempo que andei mais.
Aprendo que seu tempo é seu tempo. 

Empresto práticas e métodos.
Aprendo a fazer que não se apegue a eles. 

Empresto meu silêncio para lhe escutar.
Aprendo a arte de ensinar. 

Empresto minha coragem para seus medos.
Aprendo que você é a memória de minha coragem. 

Empresto meu equilíbrio.
Aprendo com você o ponto para não ficar no alto e nem no baixo. 

Empresto meu não julgamento.
Aprendo a plena atenção em não projetar. 

Empresto minha capacidade de observar.
Aprendo a disciplinar minhas dispersões. 

Empresto minha consciência.
Aprendo que você é a consciência.

Empresto minha criatividade.
Aprendo que o artista é a obra, mesmo que sem sua presença. 

Empresto minha motivação.
Aprendo que não conduzimos ninguém além de onde estamos. 

Empresto minha espiritualidade.
Aprendo que Deuses, Santos, Budas, Anjos e Você são da mesma Fonte. 

Empresto o meu amor e compaixão.
Aprendo aceitar a sua gratidão. 

Empresto minha alegria.
Aprendo que somos capazes de sermos felizes sozinhos. 

De eu ser em nós, o sagrado e o humano.
De compartilhar a expansão de nossa consciência. 

Pela comunhão com todos os seres.
E que todos os seres sejam felizes... 


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O que te faz melhor


Narra-se que Leonardo Boff, num intervalo de uma conversa de mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, perguntou ao Dalai Lama:

Santidade, qual a melhor religião?

O teólogo confessa que esperava que ele dissesse: É o budismo tibetano. Ou São as religiões orientais, muito mais antigas que o Cristianismo.

O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, olhou seu inquiridor bem nos olhos, desconcertando-o um pouco, como se soubesse da certa dose de malícia na pergunta, e afirmou:

A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. É aquela que te faz melhor.

Para quem sabe sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, Boff voltou a perguntar: O que me faz melhor?

Aquilo que te faz mais compassivo; aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável...

A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...

Boff confessa que calou, maravilhado, e até os dias de hoje ainda rumina a resposta recebida, sábia e irrefutável.

O Dalai Lama foi ao cerne da questão: a religião deve nos ser útil para a vida, como promotora de melhorias em nossa alma.


Não haverá religião mais certa, mais errada, mas sim aquela que é mais adequada para as necessidades deste ou daquele povo, desta ou daquela pessoa.


Se ela estiver promovendo o Espírito, impulsionando-o à evolução moral e estabelecendo este laço fundamental da criatura com o Criador –independente do nome que este leve ela será uma óptima religião.

Ao contrário, se ela prega o sectarismo, a intolerância e a violência, é óbvio que ainda não cumpre adequadamente sua missão como religião.

O eminente Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, quando analisou esta questão, recebeu a seguinte resposta dos Espíritos de luz:

Toda crença é respeitável quando sincera, e conduz à prática do bem. As crenças censuráveis são as que conduzem ao mal.

Dessa forma, fica claro mais uma vez que a religião, por buscar nos aproximar de Deus, deve, da mesma forma, nos aproximar do bem, e da sua prática quotidiana.

Nenhum ritual, sacrifício, nenhuma prática externa será proveitosa, se não nos fizer melhores.

Deveríamos empreender nossos esforços na vida para nos tornarmos melhores.

Investir em tudo aquilo que nos faz mais compreensivos, mais sensíveis, mais amorosos, mais responsáveis.


A melhor doutrina é a que melhor satisfaz ao coração e à razão, e que mais elementos tem para conduzir o homem ao bem.

Gandhi afirmava que uma vida sem religião é como um barco sem leme.

Certamente todos precisamos de um instrumento que nos dirija. Assim, procuremos aquela religião que nos fale à alma, que nos console e que nos promova como Espíritos imortais que somos.


Transmitamos às nossas crianças, desde cedo, esta importância de manter contacto com o Criador, e de praticar o bem, acima de tudo.
com base nos itens 302 e 838, de O livro dos Espíritos, ambos de Allan Kardec, ed. FEB e no livro Espiritualidade, um caminho de transformação, de Leonardo Boff,

quinta-feira, 28 de setembro de 2017


Oração iogue

Em cada altar de sentimento,
De pensamento e vontade,
Oculto moras Tu.

Oculto moras Tu,
Pois Tu, és sentimento vontade e pensamento.

Tu, que os guias,
Faz que saibam seguir-Te, faz que te sigam,
Para que sejam como Tu és.

No templo da consciência,
A luz, Tua luz, tem estado sempre,
Mas não soube vê-la.

O templo resplandece e está íntegro.

Sonhei que o minavam
O medo, a ansiedade, a ignorância.

Agora que me despertaste,
Agora que me tens desperto,
Encontro o templo íntegro.

Encontro o templo íntegro,
E nele quero adorar-Te.

E nele quero adorar-Te…

Amo-Te no coração.

Amo-Te na estrela e nos seres humanos.

Amo-Te em todos os animais e plantas,
Nas células do meu corpo.

E, no corpo, na estrela, na nebulosa…

Quero adorar-Te.

Quero adorar-Te em toda a parte.

Tua vontade divina,
Que se fez humana em mim,
Brilha em mim, brilha em mim.

Eu quererei e desejarei,
Pensarei e agirei,
Guiado sempre por Ti.

Eu quererei e agirei
Com vontade plena;
Pleno de Ti…

Faz-nos qual crianças, Pai,
Pois delas é Teu Reino.

Tu nos queres perfeitos.

Como és Tu perfeito, assim o somos.

Em corpo, em mente e em saúde,
Igual ao que Tu és.

Tu és perfeito, Pai,
E somos filhos teus.

Tu estás em toda a parte,
E onde estás está a perfeição.

Tu estás no altar de cada célula,
Em cada célula do corpo.

Minhas células são sãs.
Minhas células são sãs e perfeitas.

Faz que eu Te sinta nelas,
Em todas elas, em cada uma delas.

Oh, Vida de minha vida. Tu és são,
E estás em toda a parte.

Em meu cérebro, em meu coração,
Em meus olhos, em meu rosto;
Assim como em meus membros.

Tu moves meus pés.

São sãos e perfeitos.

Estás em minha pele, membranas, mucosas…

São todas sãs, perfeitas.

Tu cintilas em minha medula.

Está sã. É perfeita.

Fluis por meus nervos.

São perfeitos e sãos.

Por minhas veias e artérias Tu circulas.

São sãs e perfeitas.

A saúde e a perfeição moram
Em minhas vísceras, aparelhos e tecidos,
Pois Tu os animas e sustentas.

Todo meu corpo é são e perfeito.

Tu nele resides.

Tu és meu e eu sou Teu
Tu és eu. Eu sou Tu.

És meu cérebro.

Ele é lúcido e são, pois Tu és a luz e a saúde.

Minha imaginação tem poder criador:
Estou são ou doente quando assim o penso.

Cada dia, cada hora,
Tenho saúde mental e física.

Estou são e alegre.

Estou sadio e feliz.

Sonhei que me achava doente,
Mas despertei e sorri.

Era apenas um sonho.

Até aqui, estava apenas sonhando
Que estava enfermo.

Estou são. Estou perfeitamente sadio.

Faz-me, Pai, sentir
Tua vibração de amor,
Pois sou teu filho,
Pois, bom ou mau, sou teu filho.

Faz-me, Pai, sentir
A vibração de Tua saúde,
E conhecer Tua sábia vontade.

Paramhansa Yogananda

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Deus de todos nós

Entardecia... Na pequena cidade, a jovem desalentada passava em frente a uma igreja, quando resolveu entrar.

Nem era da sua religião aquela instituição. No entanto, estava tão triste, com vontade de que o mundo acabasse para que ela própria fosse consumida, que se dirigiu para a porta.

Nesse exacto momento, o sacristão se preparava para fechar o local.

Isabel recuou. Entretanto, ao perceber-lhe a intenção, ele convidou:

Deseja entrar? Seja bem-vinda.

Mas, o senhor estava fechando.

Sem problemas. Entre e fique quanto quiser. Posso fechar as portas mais tarde.

Ela adentrou o templo. Com certeza, era diferente do local que costumava frequentar.

Sentou-se em um dos bancos e principiou a orar. Uma torrente de lágrimas a tomou. Era como se toda sua dor extravasasse. Soluçou baixinho, enquanto pedia ajuda.

Deus a ouviria? Porque tamanha tristeza nem ela mesma conseguia explicar. Tinha problemas, é verdade. Quem não os tem?

Mas sua razão dizia que ela não deveria estar tão triste assim. Afinal, havia pessoas, no mundo, que sofriam muito mais do que ela.

Orou de novo. Sentiu-se envolver por uma doce presença espiritual.

O sacristão, discreto e atento, se aproximou.

Senhora, eu fui buscar um pouco desta água que abençoamos aqui na igreja. Leve para sua casa. Tome. Vai se sentir melhor.

Ela apanhou o pequeno frasco, agradeceu e saiu. Sentia-se melhor.

Mais tarde, em casa, tendo em mãos o livro de sua predilecção para a reflexão diurna, ficou a pensar:

Como Deus é bom! Deus não tem religião. Ele está em todo lugar. Atende a todos os seus filhos e se manifesta através de qualquer pessoa de boa vontade.



Deus é amor. Infinitamente justo e bom, derrama das suas bênçãos por todo o Universo.

Quando aprendemos que Deus é Omnipresente, nem sempre nos damos conta de que, dentro e fora dos templos, Ele está presente.

Jesus orava em pleno coração da natureza. Buscava o Pai no silêncio da noite, ou nas tardes mornas, à beira do lago.

Foi Ele quem nos ensinou que Deus deve ser adorado, em Espírito e verdade, no altar do coração.

Os homens erguemos templos, no intuito de melhor atender as pessoas, permitindo-lhes um local de acolhimento, uma escola de aprendizagem.

Contudo, alguns de nós, exactamente nessa oportunidade, começamos a nos dividir e criar exclusões.

Como se Deus protegesse a uns mais do que a outros. Todos Seus filhos.

Bom que meditemos a respeito da Omnipresença Divina e nos respeitemos mais, participantes de cultos e religiões diversas.

Deus não tem religião. A religião serve aos homens para justamente nos aproximar d´Ele. Portanto, jamais deve ser motivo de separação ou de discórdia.

Louvamos os servidores do Senhor que atendem a dor humana, sem indagar da pessoa se é ou não afeiçoada a esse ou aquele culto.

Louvamos os que têm o dom da palavra e a oportunidade da liderança e as utilizam para semear a paz, a concórdia e o amor entre todos.


Deus abençoe os que servem, de forma anónima e discreta, no silêncio dos templos, na dor dos hospitais, na convulsão dos corações.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

GRANDE INVOCAÇÃO


Do ponto de Luz na Mente de Deus
Flua luz às mentes dos homens.
Que a Luz desça à Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus
Flua amor aos corações dos homens.
Que o Cristo volte à Terra.

Do centro onde a vontade de Deus é conhecida
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens –
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

Do centro a que chamamos raça dos homens
Cumpra-se o Plano de Amor e Luz.

E que ele vede a porta onde mora o mal.

Que a Luz o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

A SAUDAÇÃO DA AURORA

(Antiga Oração em Sânscrito)

Cuida bem deste Dia, porque é o Dia da própria vida da Vida.

Neste Dia residem todas as Verdades e as Realidades de tua Existência:

- A glória da Beleza;

- O esplendor da Acção;

- A bênção do Crescimento.

Cuida bem deste Dia!

Pois ontem é apenas um Sonho
E Amanhã, apenas uma Visão.

Mas cada Hoje bem vivido
Torna cada Ontem um Sonho de Felicidade

E cada Amanhã uma Visão de Esperança.
Cuida bem, pois, deste Dia.


Esta é a saudação da Aurora. 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

ORAÇÃO INDÍGENA

Ó, Grande Espírito, cuja voz ouço nos ventos, e cujo alento dá origem a toda a vida, ouça-me, sou pequeno e fraco, necessito de Sua força e sabedoria. 

Deixa-me andar na beleza. 

Fazei meus olhos contemplarem sempre o vermelho e a púrpura do Pôr-do-sol. 

Fazei com que minhas mãos respeitem as coisas que criaste, e que meus ouvidos sejam aguçados para ouvir a Tua voz. 

Fazei-me sábio para que eu possa compreender as coisas que ensinaste ao meu povo. 

Deixa-me aprender as lições que escondeste em cada folha, em cada rocha. 

Busco força, não para ser maior que o meu irmão, mas para vencer o maior inimigo: eu mesmo. 

Fazei-me sempre pronto para chegar a Ti, com as mãos limpas e olhar firme, a fim de que, quando a vida se apague, como se apaga o poente, o meu espírito possa chegar a Ti sem se envergonhar. 



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

hoje...

Hoje sinto falta da melodia monótona que segredavas ao rezar. A repetição pausada, quase adormecida, de palavras quase mortas de cansaço, quase desfeitas.

Sinto falta da sonolência que nos chegava com o fim do terço, e mais falta ainda da paz com que deixávamos as nossas cabeças repousar após a oração. Uma espécie de auto-perdão, ou de esquecimento justo dos pecados após a penitência


Sinto falta de mim ao lado da ladaínha que dizias ao fim do dia.

Sinto falta de ser essa criança que aceitava, serena, o que não entendia.


Hoje, que penso entender tanta coisa, entendo mais que nunca que sinto falta de mim nas tuas orações sofridas, minha avó.


Sinto falta da fé sem questionamentos nem conhecimentos. Sinto medo. Sinto a escuridão de quem não sabe acender uma vela e rezar pelas alminhas de outro mundo.

Sinto medo de chorar, sinto medo de falhar, sinto medo de rezar e sinto medo até de ser feliz demais... Tudo porque nunca mais senti essa paz antes de dormir.

Sinto falta de ti, de nós, aqui nesta espécie de oração inacabada, teclada sem a nossa voz, sem a nossa fé, sem a luz da lamparina que iluminava o nosso quarto...

Apenas um desabafo de saudade angustiada.

Uma lágrima na noite, Um grito de nada.

Ana Homem de Albergaria

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Uns pelos outros

A foto de um menino de quatro anos junto a um Pai Natal, ambos ajoelhadas, orando, emocionou muitos, no Natal de 2015.

O instante captado pelas lentes motivou diversas acções nas mídias sociais. Foi o que chamam de viral, um vírus do bem, podemos afirmar.

O menino, o pequeno Preston Barnette, num encontro com um Pai Natal de shopping, nos Estados Unidos, ao invés de pedir brinquedos, como seria o esperado, desejou que seu presente de Natal fosse a saúde de um bebezinho doente, que nem sequer conhecia pessoalmente.

A fotografia captou o momento em que ambos, ajoelhados, oraram pela recuperação do recém-nascido, desenganado em uma UTI neonatal.

Preston ficou sabendo do estado do bebé através de sua avó, que mantém um grupo de orações numa rede social. Não teve dúvida que era isso que iria pedir ao Pai Natal quando o encontrasse: que o bebé ficasse bem.

A avó conta que ele se sensibilizou de tal forma, quando viu a foto da criança hospitalizada, que desejou fazer algo por ele. E fez.

*   *   *

Há tantas coisas que podemos fazer uns pelos outros...

O gérmen da bondade, do altruísmo vive dentro de cada um de nós, sem excepção.

Alguns levamos mais tempo para encontrá-lo, mas podemos dizer que a floração do bem em nossos corações é inevitável, é da Lei, é do Universo.

Quando alguém começa a pensar também no outro, começa a enxergar o próximo em sua jornada, vendo-o como um igual, um irmão de caminho, começa a perceber maravilhas no mundo.

A lei de amor e de caridade não propõe o abandono de si mesmo, isto é, uma desvalorização de quem somos, de nossos desejos ou sonhos.

Não, isso é compreensão equivocada. O que o amor propõe é: considere o outro também; considere que o outro é importante, que tem direito de ser feliz da mesma forma que você.

Essas perspectivas, por si só, podem mudar totalmente nossas relações sociais e familiares.

O amor diz que precisamos fazer mais uns pelos outros, mesmo que esse fazer seja uma singela oração por alguém que sofre distante.

A oração é força, é acção positiva, não é apenas um pedido atirado no ar, como um balão que soltamos no vento sem saber que direcção irá tomar.

Que possamos orar, uns pelos outros, nos momentos difíceis, de provação, de infelicidade e também de alegria.

Isso mesmo, de alegria também. Quem vive momentos bons em sua existência, frutos de conquistas, vitórias, celebrações, precisa igualmente de nossas orações.

É a oração pedindo protecção, enviando boas vibrações, que funcionam como escudo contra qualquer tipo de adversidade. 

Enfim, é a antítese da inveja que, em sua natureza perturbada, não suporta enxergar a felicidade no outro.



Uns pelos outros.

O que podemos fazer uns pelos outros?

Muito mais do que imaginamos.


Olhemos ao nosso redor e percebamos o quão útil podemos ser. 

Abracemos essa causa simples, das pequenas acções, e desfrutemos de uma felicidade sem igual no fundo de nossos corações.