RODA DA VIDA

Oramos pela vida e saúde dos homens de Paz no Mundo, Homens e Mulheres com missões dificílimas, de dação de esperança e de forte influencia contra a corrupção que assola o mundo e o mantém cativo na desgraça da injustiça. Louvemos estes inspirados irmãos e irmãs, desde os mais influentes, como Francisco Pai da Igreja Católica, Dalai Lama Pai dos Budistas, e tantos outros em suas respectivas importâncias, que movem o mundo com a força de suas Almas devotas, num mundo melhor para todos, mais justo, onde os indefesos não estejam à mercê de nenhum tirano, onde o único exercito ou militar à face da terra seja a serviço do Amor ao Próximo - Oremos diáriamente pela Mãe Terra, nosso planeta que tanto precisa de nossa atenção e nossas preces pelas causas ecologistas, sejamos a diferença que queremos ver no respeito pelo ambiente, elevemos o pensamento no sentido de todos mantermos a calma perante a ameaça da pandemia COVID-19 - Assim seja

segunda-feira, 4 de julho de 2016

- Insistir Paulo - Roberto Gaefke

Para os grandes conflitos da alma,
uma tomada de decisão.

Para a ausência de soluções,
uma nova experiência.

Para a desilusão do amor,
uma nova forma de amar.

Para o desespero da solidão,
a solidariedade.

Para o momento de aflição,
o poder de uma oração.

Para grandes perguntas,
pequenas respostas,
Para o que parece complicado,
a simplicidade do fazer.

Para a dor da separação,
a esperança de uma reconciliação;
Para a ausência da morte,
a certeza da vida eterna.

Para a decepção do que não conquistamos,
nasce  um novo dia.

Para quem se perdeu,
a luz de uma nova OPORTUNIDADE,
para quem desistiu de si mesmo,
um recomeçar.

Ainda que as portas estejam fechadas,
ainda que tudo pareça estar contra você,
ainda que juntem provas e queiram o seu fim, ainda assim, não desista, 
Deus é contigo,

por isso, eu insisto;
em tudo e por tudo,
tente outra vez!

Eu acredito em você

Paulo Roberto Gaefke

COMPAIXÃO E ENTENDIMENTO

Amados,

É importante conectarem-se aos seus corações, seguindo seus conselhos, lembrando que algumas pessoas estão passando por experiências em seu presente momento que requerem a sua empatia, compaixão e entendimento, à medida que elas lidam com os seus sentimentos, através de seus próprios e respectivos caminhos. Lembre-se de que o amor que está no âmago desse ser e no seu, apenas deixe que ele aconteça, pois, ele deseja manifestar-se.

Algumas mudanças que ocorrem na vida das pessoas são aquelas que criam uma total reavaliação de como alguém vê a si próprio e isso pode ser um processo difícil, à medida que é experimentado.

No cerne de todas as mudanças na vida de alguém está uma lição de aceitação, de que nem tudo pode permanecer igual e de que acontecem eventos que conduzem a um vazio, onde nada pode ser substituído sempre. Nisso, apenas a passagem do tempo é que cura essas realizações.

O amor em suas muitas facetas de expressão é uma força muito potente e ela pode curar mesmo as expectativas mais cínicas.

Quando o amor é mantido acima de tudo no coração de uma pessoa, o mundo conspira para trazer uma experiência que reflecte esse amor. Permitindo que o coração de alguém permaneça aberto durante os tempos de tristezas e mágoas, isso ajuda no processo de cura de cada pessoa.

Muitas vezes, essas expressões chegam de um lugar cheio de feridas internas da psique da pessoa, no entanto, isso permite que ela vá para o seu interior e examine esses sentimentos com um foco maior, do que se fosse de outra forma.

Isso auxilia a pessoa a crescer e expandir, no que tange ao entendimento de si mesma e dos outros em sua volta, de modo que ela entenda que cada pessoa tem eventos similares em sua própria vida que ajudam a moldá-la para uma expressão mais amorosa e mais aberta dos atributos do Criador.


Tendo como base o amor, tudo, todas as coisas podem ser superadas. Na vida de cada pessoa chegam muitos eventos e circunstâncias que a sua alma escolheu experimentar, no sentido de alinhar aquelas áreas no interior de sua própria personalidade com os aspectos mais elevados da expressão humana.

Isso as ajuda a se conectarem com um poder maior do que os seus egos humanos podem perceber, e é assim que elas começam a compreender de que existe uma força maior atuando na vida individual de cada pessoa que ela previamente assumiu.

É assim que a qualidade da fé começa a crescer e expandir no interior de sua consciência. Esse despertar do conhecimento de um poder mais elevado atuante, no entanto, muitas vezes ocasiona provações e tribulações, imbuindo às pessoas com uma força interna que nunca foi perdida, não importando qual o evento estiver transpirando.

Através da experiência pessoal de cada um, a pessoa ganha um valor importante que se torna parte de seu reportório de habilidades e ferramentas, as quais ela programa em sua vida, à medida que for necessário. É apenas através da experiência própria de cada pessoa que ela consegue sentir empatia e união com a outra.

É através desse processo que a união entre todos os seres acontece. Existe também um processo que chega, com o dar para a si mesmo, amor e nutrição que trazem cura e liberta de auto recriminações, culpa, vergonha e outros sentimentos que estiveram segurando a pessoa em uma vibração inferior, e isso pode liberá-la para que ela se mova para frente em sua vida, em um novo simbólico começo.

Cada vida vivenciada na Terra tem grande valor e aqueles que deixam esse plano de existência, deixam uma profunda marca sobre aqueles em sua esfera de influência.

Aqueles que foram deixados para trás, procuram pelos talentos que foram dados pelos seus entes queridos em suas associações e interações entre si.

Algumas vezes, esses presentes podem apenas ser reconhecidos, através da passagem do tempo e das experiências das pessoas deixadas para trás.

Cada experiência é utilizada por sua alma eterna para ganhar sabedoria e expansão, como sendo uma parte de suas qualidades de alma.

Esse tem sido o propósito da vida em um mundo da dualidade, à medida que as almas experimentam as polaridades das forças opostas, e ainda conseguem lembrar-se do âmago da essência do amor e luz em seu interior.

Pascoal Gomes
Arquignóstico
PP

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O Francisco e o Reiki...

A todos que têm acompanhado o Francisco e a sua família, 



Que o nosso amor e compaixão envolvam a Maria Fernanda 




sexta-feira, 13 de maio de 2016

13 de Maio



Vou para N.S. Fátima, vou sem Ela. 

Vou por Ela, mas a minha mensagem é, Graças, Graças por tudo em minha vida que minha Mãe do Céu reuniu para mim, nos momentos mais difíceis.

Ela sempre soube constituir uma alternativa, uma Salvação.

Mãe rendo-te tudo o que eu sou.

A Ti Mãe...


A Ti Mãe...

sábado, 26 de março de 2016

Hora de verão

Ansiamos o dia de amanhã, uma renovada Páscoa, uma comunidade em oração. Lembramos que esta noite dá-se a mudança de hora pelo que convidamos a todos que queiram juntar as suas às nossas preces, que o relógio do blogue estará acertado pela hora de verão.

“Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou no meio deles” 

Jesus

sexta-feira, 25 de março de 2016

Sexta-feira Santa

Evangelho (Jn 18,1—19,42): Dito isso, Jesus saiu com seus discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Lá havia um jardim, no qual ele entrou com os seus discípulos. Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus muitas vezes ali se reunia com seus discípulos. Judas, pois, levou o batalhão romano e os guardas dos sumos-sacerdotes e dos fariseus, com lanternas, tochas e armas, e chegou ali. Jesus, então, sabendo tudo o que ia acontecer com ele, saiu e disse: «A quem procurais?» — «A Jesus de Nazaré!», responderam. Ele disse: «Sou eu». Judas, o traidor, estava com eles. Quando Jesus disse «Sou eu», eles recuaram e caíram por terra. De novo perguntou-lhes: «A quem procurais?» Responderam: «A Jesus de Nazaré», Jesus retomou: «Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, deixai que estes aqui se retirem». Assim se cumpria a palavra que ele tinha dito: «Não perdi nenhum daqueles que me deste». Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou-a e feriu o servo do sumo-sacerdote, cortando-lhe a ponta da orelha direita. O nome do servo era Malco. Jesus disse a Pedro: «Guarda a tua espada na bainha. Será que não vou beber o cálice que o Pai me deu?».

O batalhão, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. Primeiro, conduziram-no a Anás, sogro de Caifás, o sumo-sacerdote daquele ano. Caifás é quem tinha aconselhado aos judeus: «É conveniente que um só homem morra pelo povo». Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Este discípulo era conhecido do sumo-sacerdote. Ele entrou com Jesus no pátio do sumo-sacerdote. Pedro ficou do lado de fora, perto da porta. O outro discípulo, que era conhecido do sumo-sacerdote, saiu, conversou com a empregada da porta e levou Pedro para dentro. A criada da porta disse a Pedro: «Não pertences tu também aos discípulos desse homem?». Ele respondeu: «Não».

Os servos e os guardas tinham feito um fogo, porque fazia frio; estavam se aquecendo, e Pedro estava com eles para se aquecer. O sumo-sacerdote interrogou Jesus a respeito dos seus discípulos e do seu ensinamento. Jesus respondeu: «Eu falei abertamente ao mundo. Eu sempre ensinei nas sinagogas e no templo, onde os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que eu falei; eles sabem o que eu disse». Quando assim falou, um dos guardas que ali estavam deu uma bofetada em Jesus, dizendo: «É assim que respondes ao sumo-sacerdote?». Jesus replicou-lhe: «Se falei mal, mostra em que falei mal; e se falei certo, por que me bates?». Anás, então, mandou-o, amarrado, a Caifás. Simão Pedro continuava lá, aquecendo-se. Disseram-lhe: «Não és tu, também, um dos discípulos dele?». Pedro negou: «Não».

Então um dos servos do sumo-sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: «Será que não te vi no jardim com ele?». Pedro negou de novo, e na mesma hora o galo cantou.

De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de madrugada. Eles mesmos não entraram no palácio, para não se contaminarem e poderem comer a páscoa. Pilatos saiu ao encontro deles e disse: «Que acusação apresentais contra este homem?». Eles responderam: «Se não fosse um malfeitor, não o teríamos entregado a ti!». Pilatos disse: «Tomai-o vós mesmos e julgai-o segundo vossa lei». Os judeus responderam: «Não nos é permitido matar ninguém». Assim se realizava o que Jesus tinha dito, indicando de que morte havia de morrer. Pilatos entrou, de volta, no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: «Tu és o Rei dos Judeus?». Jesus respondeu: «Estás dizendo isto por ti mesmo, ou outros te disseram isso de mim?». Pilatos respondeu: «Acaso sou eu judeu? Teu povo e os sumos-sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?». Jesus respondeu: «O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, o meu reino não é daqui». Pilatos disse: «Então, tu és rei?». Jesus respondeu: «Tu dizes que eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz». Pilatos lhe disse: «Que é a verdade?». Dito isso, saiu ao encontro dos judeus e declarou: «Eu não encontro nele nenhum motivo de condenação. Mas existe entre vós um costume de que, por ocasião da Páscoa, eu vos solte um preso. Quereis que eu vos solte o Rei dos Judeus?». Eles, então, se puseram a gritar: «Este não, mas Barrabás!». Ora, Barrabás era um assaltante.

Pilatos, então, mandou açoitar Jesus. Os soldados trançaram uma coroa de espinhos, a puseram na cabeça de Jesus e o vestiram com um manto de púrpura. Aproximavam-se dele e diziam: «Viva o Rei dos Judeus!»; e batiam nele. Pilatos saiu outra vez e disse aos judeus: «Olhai! Eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que eu não encontro nele nenhum motivo de condenação». Então, Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Ele disse-lhes: «Eis o homem»! Quando o viram, os sumos-sacerdotes e seus guardas começaram a gritar: «Crucifica-o! Crucifica-o!». Pilatos respondeu: «Levai-o, vós mesmos, para o crucificar, porque eu não encontro nele nenhum motivo de condenação». Os judeus responderam-lhe: «Nós temos uma Lei, e segundo esta Lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus». Quando Pilatos ouviu isso, ficou com mais medo ainda. Entrou no palácio outra vez e perguntou a Jesus: «De onde és tu?». Jesus ficou calado. Então Pilatos disse-lhe: «Não me respondes? Não sabes que tenho poder para te soltar e poder para te crucificar?». Jesus respondeu: «Tu não terias poder algum sobre mim, se não te fosse dado do alto. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado». Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus continuavam gritando: «Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César». Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar conhecido como Pavimento (em hebraico: Gábata). Era o dia da preparação da páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: «Eis o vosso rei». Eles, porém, gritavam: «Fora! Fora! Crucifica-o!». Pilatos disse: «Vou crucificar o vosso rei?». Os sumos-sacerdotes responderam: «Não temos rei senão César». Pilatos, então, lhes entregou Jesus para ser crucificado. Eles tomaram conta de Jesus.

Carregando a sua cruz, ele saiu para o lugar chamado Calvário (em hebraico: Gólgota). Lá, eles o crucificaram com outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio. Pilatos tinha mandado escrever e afixar na cruz um letreiro; estava escrito assim: «Jesus de Nazaré, o Rei dos Judeus». Muitos judeus leram o letreiro, porque o lugar onde Jesus foi crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, em latim e em grego. Os sumos-sacerdotes disseram então a Pilatos: «Não escrevas: ‘O Rei dos Judeus’, e sim: ‘Ele disse: Eu sou o Rei dos Judeus’. Pilatos respondeu: «O que escrevi, escrevi». Depois que crucificaram Jesus, os soldados pegaram suas vestes e as dividiram em quatro partes, uma para cada soldado. A túnica era feita sem costura, uma peça só de cima em baixo. Eles combinaram: «Não vamos rasgar a túnica. Vamos tirar sorte para ver de quem será». Assim cumpriu-se a Escritura: «Repartiram entre as minhas vestes e tiraram a sorte sobre minha túnica». Foi isso que os soldados fizeram. Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe e a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: «Mulher, eis o teu filho!». Depois disse ao discípulo: «Eis a tua mãe!». A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu.

Depois disso, sabendo Jesus que tudo estava consumado, e para que se cumprisse a Escritura até o fim, disse: «Tenho sede!». Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de vinagre e a levaram à sua boca. Ele tomou o vinagre e disse: “Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

Era o dia de preparação do sábado, e este seria solene. Para que os corpos não ficassem na cruz no sábado, os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas, primeiro a um dos crucificados com ele e depois ao outro. Chegando a Jesus viram que já estava morto. Por isso, não lhe quebraram as pernas, mas um soldado golpeou-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água. (Aquele que viu dá testemunho, e o seu testemunho é verdadeiro; ele sabe que fala a verdade, para que vós, também, acrediteis.) Isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: «Não quebrarão nenhum dos seus ossos». E um outro texto da Escritura diz: «Olharão para aquele que traspassaram».


Depois disso, José de Arimatéia pediu a Pilatos para retirar o corpo de Jesus; ele era discípulo de Jesus às escondidas, por medo dos judeus. Pilatos o permitiu. José veio e retirou o corpo. Veio também Nicodemos, aquele que anteriormente tinha ido a Jesus de noite; ele trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e de aloés. Eles pegaram o corpo de Jesus e o envolveram, com os perfumes, em faixas de linho, do modo como os judeus costumam sepultar. No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ninguém tinha sido ainda sepultado. Por ser dia de preparação para os judeus, e como o túmulo estava perto, foi lá que eles colocaram Jesus.


quarta-feira, 23 de março de 2016

Oremos pelas vítimas de Bruxelas

PELA PAZ E PELA SENSIBILIZAÇÃO DE TODOS QUE PODEM DECIDIDAMENTE CONTRIBUIR PARA A SUA CONCRETIZAÇÃO.
PELAS VITIMAS DO TERRORISMO E VIOLÊNCIA E SUAS FAMÍLIAS EM SOFRIMENTO
DE TODO MUNDO.

O Estado Islâmico assumiu a culpa dos atentados. O primeiro ocorreu no aeroporto de Bruxelas. Depois do caos, ocorreu o segundo atentado, desta vez na estação de metro que fica perto da Comissão Europeia.

34 pessoas faleceram e dezenas ficaram feridas. A Conferência Episcopal belga “recomenda as vítimas às orações de todos nesta nova situação dramática”.

O Papa também enviou um telegrama, que diz o seguinte:

Confia à misericórdia de Deus as pessoas que perderam suas vidas e parentes por meio da oração (...) Expressa sua profunda compaixão pelos feridos e suas famílias e por todos os que contribuem para o seu auxílio, pedindo ao Senhor que lhes console neste momento de prova (...) O Papa volta a condenar a violência cega que causa tanto sofrimento e implora a Deus o dom da paz.

Oramos pelas famílias dos falecidos, para que Deus lhes ofereça consolo.

Oramos pela rápida recuperação dos feridos.

Oramos pela conversão dos terroristas que perpetraram este terrível atentado e pela paz no mundo.