«Como meu Pai me ama, assim também eu vos amo. Permanecei no meu amor. Se observardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu observei o que mandou meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isso, para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa».
“Há um lugar dentro de ti onde todas as coisas são perfeitas, pois repousam na criação de Deus. Neste lugar és amparado pela luz e pelo amor e diante disso o que poderia machucar o teu coração ou fazer-te pequeno perante a alegria de Deus? Um lugar onde a respiração é pausada porque é feita de tranquilidade. Vai e toma teu lugar ...”
quinta-feira, 23 de maio de 2019
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Evangelho (Jo 15,1-8)
«Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não dá fruto em mim, ele corta; e todo ramo que dá fruto, ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos por causa da palavra que vos falei. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós, os ramos. Aquele que permanece em mim, como eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer. Quem não permanecer em mim será lançado fora, como um ramo, e secará. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados. Se permanecerdes em mim, e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será dado. Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos».
terça-feira, 21 de maio de 2019
Evangelho (Jo 14,27-31a)
«Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não é à maneira do mundo que eu a dou. Não se perturbe, nem se atemorize o vosso coração. Ouvistes o que eu vos disse: ‘Eu vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. Disse-vos isso agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais. Já não falarei mais convosco, pois vem o chefe deste mundo. Ele não pode nada contra mim. Mas é preciso que o mundo saiba que eu amo o Pai e faço como o Pai mandou»
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Nossos protectores invisíveis
Essa brisa singela que te sopro,
É meu desejo de te ver navegante.
Minhas mãos... Não podem tocar teu leme.
Meus braços... Não podem içar tuas velas.
Para ti, sou apenas vaga inspiração, que se mistura aqui e ali aos teus próprios pensares.
Sou ideia sem nome. Sou sentido distante. Sou vento.
Diz um provérbio popular que há um Deus para as crianças, para os loucos e para os bêbados. Há mais veracidade nesse ditado do que se imagina.
Esse suposto Deus, outro não é senão nosso Espírito protector, que vela pelo ser incapaz de se proteger, utilizando-se da sua própria razão.
Da mesma forma que a criança descida do berço ensaia seus primeiros passos, sob os olhares enternecidos de seus carinhosos pais, assim também, sob o amparo invisível de nosso Pai espiritual, somos muito bem assistidos nos combates da vida terrestre.
Todos temos um desses génios tutelares que nos inspira nas horas difíceis e nos orienta para o bom caminho. É o nosso anjo da guarda.
Não há concepção mais grata e consoladora. Saber que temos um amigo fiel e sempre disposto a nos socorrer, de perto como de longe, influenciando-nos a grandes distâncias ou conservando-se junto de nós nas provações; saber que ele nos aconselha por intuição e nos aquece com o seu amor, eis uma fonte inapreciável de força moral.
O pensamento de que testemunhas benévolas e invisíveis vêem todos os nossos atos, alegrando-se ou se entristecendo, deve nos estimular a mais sabedoria e ponderação.
É por essa protecção oculta que se fortificam os laços de solidariedade que ligam o mundo celeste à Terra, o Espírito livre ao homem, Espírito prisioneiro da carne.
É por essa assistência contínua que se criam, de um a outro lado, as simpatias profundas, as amizades duradouras e desinteressadas. O amor que anima o Espírito elevado vai pouco a pouco se estendendo a todos os seres, revertendo tudo para Deus, Pai das almas, foco de todas as potências efectivas.
O Espírito protector é ligado ao indivíduo desde o nascimento e, muitas vezes, o segue após a morte, na vida espiritual. Até mesmo em muitas existências corporais.
Vejamos o quanto é maravilhoso saber disso. Quanto cuidado do Criador para com cada um de nós, independente de quem somos, raça, credo e até mesmo, se somos homens de bem ou não. Nunca poderemos dizer que não fomos ajudados, que não se importavam connosco ou que estivemos abandonados em algum momento. Portanto, contemos com eles, nossos anjos de guarda, nossos protectores invisíveis.
Criemos uma linha de comunicação mais frequente, tentemos elevar nosso pensamento para que ele vibre nas frequências sutis dos pensamentos deles. Então, poderemos ouvir seus alertas, buscando nos guiar, suas sugestões e respostas aos nossos apelos.
Benditos sejam nossos Espíritos protectores, carinhosos amigos que do anonimato nos amam intensamente.
quinta-feira, 16 de maio de 2019
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Evangelho (Jo 15,9-17)
Naquele tempo, Jesus disse aos discípulos: «Como meu Pai me ama, assim também eu vos amo. Permanecei no meu amor. Se observardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu observei o que mandou meu Pai e permaneço no seu amor.
»Eu vos disse isso, para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa. Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.
»Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi e vos designei, para dardes fruto e para que o vosso fruto permaneça. Assim, tudo o que pedirdes ao Pai, em meu nome, ele vos dará. O que eu vos mando é que vos ameis uns aos outros».
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Evangelho (Jo 6,44-51)
«Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrair. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o ensinamento do Pai e o aprendeu vem a mim. Ninguém jamais viu o Pai, a não ser aquele que vem de junto de Deus: este viu o Pai. Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê, tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Aqui está o pão que desce do céu, para que não morra quem dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo».
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Quem é feliz?
Feliz é aquele que pode pautar a vida pela verdade e vivenciá-la em todos os momentos, sem criar máscaras para encobrir seus defeitos;
Mesmo diante da humilhação tem a humildade para recuar e não contestar;
Acorda pela manha e não tem o peso na consciência por ter prejudicado alguém;
Independente de tudo sempre está pronto para a luta e sabe que vencer é uma consequência do próprio esforço;
Segue seu caminho sem pisar no outro como se o outro fosse uma formiga;
O perdão não é algo distante, mas sim uma constante;
Por onde passa deixa um pouquinho de si em favor daqueles que precisam;
Sabe a hora de calar-se diante de uma situação difícil;
Busca equilibrar-se sempre que as tentações do desequilíbrio insistirem em aparecer;
Feliz, sempre feliz é aquele que se despe da hipocrisia de falar o que não faz e encara a realidade de que precisa melhorar suas escolhas,
sua conduta, seus sentimentos e suas ações.
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Evangelho (Jo 6,22-29)
No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar notou que antes havia aí um só barco e que Jesus não tinha entrado nele com os discípulos, os quais tinham partido sozinhos. Entretanto, outros barcos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão depois de o Senhor ter dado graças. Quando a multidão percebeu que Jesus não estava aí, nem os seus discípulos, entraram nos barcos e foram procurar Jesus em Cafarnaum.
Encontrando-o do outro lado do mar, perguntaram-lhe: «Rabi, quando chegaste aqui?». Jesus respondeu: «Em verdade, em verdade, vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois a este, Deus Pai o assinalou com seu selo». Perguntaram então: «Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?». Jesus respondeu: «A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou».
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Adoração a Deus
Em seu Evangelho, o Apóstolo João relata, com sentimento e poesia, o encontro de Jesus com a mulher samaritana.
No longo diálogo, percebe-se que Jesus conhece a intimidade daquela alma sofredora e perturbada, enquanto ela mesma somente aos poucos vai se dando conta da condição de Jesus, à medida que ouve suas palavras.
Acredita-o um profeta. Mas Israel tinha tantos profetas.
No desdobramento das falas, o Mestre lhe informa acerca da verdadeira adoração ao Criador, que dispensa lugares geográficos, mas que busca o íntimo das criaturas.
A mulher ouve e entende, mas não consegue perceber a autoridade naquelas palavras.
É como se ela pensasse: O que tu me dizes é interessante, é importante mesmo, mas aguardo o Messias, o Cristo, que virá, e, quando Ele vier, nos anunciará todas as coisas.
* * *
Muitos de nós somos como a samaritana. Guardamos as palavras de Jesus na memória, sem lhe darmos o verdadeiro crédito, como à espera de uma confirmação.
Contudo, os ensinos de Jesus seguem claros e disponíveis a todos os que os queiram entender em espírito e verdade.
Para o Cristo, a adoração ao Pai não é importante se dê aqui ou ali, em algum templo luxuoso, em lugar minúsculo ou em plena natureza.
Em síntese, a alma humana também compõe a natureza, e é a alma humana a que tem condições de pensar em Deus.
Por isso mesmo, não há lugar mais apropriado para a adoração ao Criador do que a intimidade do ser.
Para adorar a Deus não há necessidade de nada material: nem símbolos, nem flores, nem velas, cânticos ou palavras. Nem mesmo posturas especiais.
Basta o coração que sente e a mente que pensa, fechando o circuito entre a criatura e o Criador.
* * *
Porque a samaritana esperasse a chegada do Messias, para tudo confirmar, o Mestre apresentou-se a ela não como mais um profeta de Israel, mas como sendo o próprio Messias esperado com tanta ansiedade: Eu o sou, Eu que falo contigo.
Especial momento aquele, de insuperável sublimidade.
Jesus é assim mesmo: o Caminho da Verdadeira Vida.
Quando nos demoramos em dúvidas, ou quando damos passos indecisos, Ele se mostra de diversas maneiras, em nossas existências, afirmando-se o Cristo de Deus, o Messias.
Eu o sou, Eu que falo contigo.
E os que temos ouvidos de ouvir, podemos perceber-lhe a voz terna, assegurando-nos o constante ensino.
Você sabia?
...que o episódio de Jesus com a samaritana, ocorreu num mês de Dezembro ou Janeiro?
No Seu diálogo, Jesus selou o ensino acerca da verdadeira adoração ao Pai com estas palavras: Virá a hora em que adorareis ao pai, não neste monte, nem em Jerusalém, mas em espírito e verdade, pois Deus é espírito e os que o adoram, em espírito e verdade é que devem adorá-lo.
terça-feira, 30 de abril de 2019
Egrégora
O padrão vibratório de uma casa tem relação directa com a energia e o estado de espírito de seus moradores.
O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores, fica impregnado no ambiente criando o que se chama de egrégora.
O que poucos sabem é que as paredes, objectos e a atmosfera da casa tem "memória" e registam as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores.
Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé.
Evite brigas e discussões desnecessárias.
Observe o seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.
Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objecto e entes queridos com carinho.
Não pense mal dos outros.
Pragas nem pensar.
Seleccione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa.
Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração.
Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde amizades, belezas já estão bom para começar, não é mesmo?.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Oração a Maria
Meiga filha do Eterno Pai, amparai aos que peregrinam os rincões inferiores da vida, para que neles aflore o desejo de Conhecimento, Certeza e Bondade, deixando de parte as idolatrias, os paganismos, os ritualismos e todas as formas inferiores de culto espiritual.
Anjo tutelar das legiões que socorrem nas trevas e nos lugares de dor, atendei ao clamor daqueles que, arrependidos, anseiam reencontrar o Caminho da Verdade que livra.
Doce Mensageira do Amor, derramai vossa ternura maternal sobre os corações aflitos, para que se elevem às alturas do trabalho redentor.
Senhora Eleita, inspirai o sentimento da Verdade, do Amor e da Virtude nos corações de todos aqueles que tendem aos desatinos do mundo, para que não desçam aos lugares de pranto e ranger dos dentes.
Levantai, ó Senhora, dos abismos tenebrosos, a todos quantos erraram por causa dos fanatismos religiosos.
Intercedei, ó meiga estrela, por aqueles que, esquecidos da Lei e olvidados de Jesus Cristo, mergulharam nos lugares de sombra e de dor.
Ó ternura, ponde sentimento de pureza em todos os corações femininos, para que se convertam em verdadeiros anjos guardiães.
Sede a luz, ó Maria, daqueles olhos que não podem ver.
Amparai, ó Senhora, aos que fraquejam ao longo dos caminhos da vida.
Ouvi, ó Símbolo das Mães, a voz dos que não podem falar.
Enxugai a lágrima, ó meiga irmã, daqueles que padecem falta de misericórdia.
Dominadora de paixões, sede o anjo guardião, daqueles que temem resvalar nas vielas do pecado.
Consoladora dos aflitos, ungi com o Bálsamo do Amor aos que se encontram de coração angustiado.
Guiai os passos, ó doce amiga, dos que tendem a desanimar em face das torturas do mundo.
Depositai, ó Maria, em todos os corações, o sentimento de igualdade perante as leis que regem o Universo Infinito.
Conduzi ao pórtico da Verdade, ó candura, a quem se encontrar perambulando pelos caminhos da inverdade e do crime.
Envolvei com o vosso azulino manto, ó Maria, a todos aqueles que procuram as verdades eternas, perfeitas e imutáveis de Deus, através da Divina Modelagem de Jesus Cristo.
Apontai, ó luminosa estrela, ao Testamento da Moral, do Amor, da Revelação, da Sabedoria e da Virtude, para que todos os filhos do Altíssimo encontrem, de uma vez para sempre, os braços abertos do Divino Amigo.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Meditar... Respirar
É natural. Nossa mente sofre sede de paz, como a terra seca tem necessidade de água fria.
Por isso, venha a um lugar à parte, no país de você mesmo, a fim de repousar um pouco.
Esqueça as fronteiras sociais, os controles domésticos, as incompreensões dos parentes, os assuntos difíceis, os problemas inquietantes, as ideias inferiores.
Retire-se dos lugares comuns a que ainda se prende.
Concentre-se, por alguns minutos, em companhia do Cristo, no barco de seus pensamentos mais puros, sobre o mar das preocupações quotidianas...
Ele lavará a sua mente repleta de aflições.
Balsamizará suas úlceras.
Basta que você se cale e sua voz falará no sublime silêncio.
Ofereça-lhe um coração valoroso na fé e na realização, e Seus braços divinos farão o resto.
Você regressará, então, aos círculos de luta, revigorado, forte e feliz.
Seu coração com Ele, a fim de que possa agir, com êxito, no vale do serviço.
Ele com você, para escalar, sem cansaço, a montanha da luz.
A meditação dulcifica a aspereza da luta, harmoniza o intelecto com o sentimento e mantém acalmado o homem.
Vale esclarecer que não será por efeito de uma a outra experiência mágica que perceberemos o efeito, mas sim através de expressivo esforço.
A disciplina, a frequência do exercício, os conteúdos do pensamento, são essenciais para o êxito desse empreendimento íntimo.
Tomemos, por exemplo, de uma página do Evangelho. Leiamos pausadamente, digerindo-lhe o significado e nos concentrando nela, para fixá-la.
Retiremos a grande quantidade de informações e reflexionemos em cada mensagem revelada, na sua essência.
Insistamos em verificar a forma e o sentido de como aquelas linhas poderão nos ser úteis.
Analisemos sem pressa para que da letra retiremos seu espírito.
Habituemo-nos a esse pequeno costume e estaremos iniciando a meditação que nos levará à paz de consciência e à alegria de viver.
Mesmo que disponhamos de pouco tempo, busquemos utilizá-lo para a meditação, descobrindo, logo depois, que os benefícios serão imensos.
A meditação nos irá abrir as portas para a perfeita união com Deus que a oração proporcionará.
Respiremos profundamente e com calma.
Reservemos alguns momentos do nosso dia para realizar essa singela tarefa de bem-estar.
Recordemo-nos dessa faculdade incrível que temos de fazer com que o ar externo penetre nossos pulmões.
O ar é vida e cada vez que respiramos conscientemente estamos nos ligando a ela com mais intensidade.
Respiramos automaticamente, respiramos mal, por vezes tomados pela ansiedade e nervosismo que quase nos tiram o fôlego.
Aproveitemos, a cada expiração, para retirar de nosso íntimo as preocupações, as revoltas, os sentimentos pouco elevados.
Respiremos melhor e vivamos melhor.
com base no cap. 168, do livro
Caminho Verdade e Vida, pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB e no
cap. 1, do livro Momentos de Esperança, pelo Espírito
Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,
ed. LEAL.
sexta-feira, 19 de abril de 2019
quarta-feira, 17 de abril de 2019
O PODER DA PALAVRA
Sempre num lugar por onde passavam muitas pessoas, um mendigo sentava-se na calçada e ao lado colocava uma placa com os dizeres:
"Vejam como sou feliz!
Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado."
Algumas pessoas passavam e olhavam intrigados, outros o achavam doido, e outros até lhe davam dinheiro e todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior.
Numa bela manhã,um importante empresário, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse:
-Você é muito criativo!
Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?
-Vamos lá. Só tenho a ganhar!
Respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Daí para frente sua vida foi uma sequência de sucessos e numa entrevista colectiva, explicou como chegou a tão alta posição.
Eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado que dizia:
Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver!
As coisas iam de mal a pior, quando certa noite, achei um livro e nele li um trecho que dizia: "Tudo o que você fala a seu respeito, vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste da sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero."
Aquilo me tocou profundamente e decidi trocar os dizeres da placa. À partir desse dia, tudo começou a mudar e a vida me trouxe a pessoa certa, para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou!!!
Tive apenas que entender o "poder das palavras". Temos que ter muita prudência no falar, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito, pois isso acabará se manifestando em nossa vida.
Moral da História:
Que palavras actuam hoje em sua vida, funcionando automaticamente sem que você perceba?
Pense nisso e modifique suas atitudes!!!
Palavras podem ser bênçãos ou sentenças...você decide!
Que as nossas palavras sejam sempre de união, de saúde, do conforto, de fé, da esperança, do amor, da paz, da prosperidade e de gratidão.
Uma excelente vida, depende de mudanças!
terça-feira, 16 de abril de 2019
Evangelho (Jo 13,21-33.36-38)
Depois de dizer isso, Jesus ficou interiormente perturbado e testemunhou: «Em verdade, em verdade, vos digo: um de vós me entregará». Desconcertados, os discípulos olhavam uns para os outros, pois não sabiam de quem estava falando. Bem ao lado de Jesus estava reclinado um dos seus discípulos, aquele que Jesus mais amava. Simão Pedro acenou para que perguntasse de quem ele estava falando. O discípulo, então, recostando-se sobre o peito de Jesus, perguntou: «Senhor, quem é?». Jesus respondeu: «É aquele a quem eu der um bocado passado no molho». Então, Jesus molhou um bocado e deu a Judas, filho de Simão Iscariotes. Depois do bocado, Satanás entrou em Judas. Jesus, então, lhe disse: «O que tens a fazer, faze logo». Mas nenhum dos presentes entendeu por que ele falou isso. Como Judas guardava a bolsa, alguns pensavam que Jesus estava dizendo: «Compra o que precisamos para a festa», ou que desse alguma coisa para os pobres. Então, depois de receber o bocado, Judas saiu imediatamente. Era noite.
Depois que Judas saiu, Jesus disse: «Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi glorificado nele, Deus também o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. Filhinhos, por pouco tempo eu ainda estou convosco. Vós me procurareis, e agora vos digo, como eu disse também aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’. Simão Pedro perguntou: «Senhor, para onde vais?». Jesus respondeu-lhe: «Para onde eu vou, não podes seguir-me agora; mais tarde me seguirás». Pedro disse: «Senhor, por que não posso seguir-te agora? Eu darei minha vida por ti!». Jesus respondeu: «Darás tua vida por mim? Em verdade, em verdade, te digo: não cantará o galo antes que me tenhas negado três vezes».
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Novena de Gratidão
Na plena compreensão da proximidade daqueles que nos amaram e se encontram
nas Dimensões Espirituais, eu sou grato pelo amor e cuidados que me são
prodigalizados .
Aos que orientaram a minha meninice e juventude com todo carinho relembro
os bons ensinamentos que de vós recebi
enquanto tive a bênção da
convivência física e que agora arvoro como orientação na minha caminhada.
Envio-vos a minha gratidão representada na chama viva do meu coração
simbolizada nesta vela que em vossa honra acendo.
Grato, Grato, Grato
Aos que orientaram a minha meninice e juventude com todo carinho relembro
os bons ensinamentos que de vós recebi
enquanto tive a bênção da
convivência física e que agora arvoro como orientação na minha caminhada.
Envio-vos a minha gratidão representada na chama viva do meu coração
simbolizada nesta vela que em vossa honra acendo.
Grato, Grato, Grato
quarta-feira, 10 de abril de 2019
1ª Leitura (Dan 3,14-20.91-92.95)
Naqueles dias, Nabucodonosor, rei de Babilónia, disse aos três jovens israelitas: «Será verdade, Sidrac, Misac e Abdénago, que não prestais culto aos meus deuses, nem adorais a estátua de ouro que mandei levantar? Pois bem. Quando ouvirdes tocar a trombeta, a flauta, a cítara,a harpa, o saltério, a gaita de foles e todos os outros instrumentos, estais dispostos a prostrar-vos e adorar a estátua que mandei fazer? Se não a quiserdes adorar, sereis imediatamente lançados na fornalha ardente. E qual é o deus que poderá livrar-Vos das minhas mãos?». Sidrac, Misac e Abdénago responderam ao rei Nabucodonosor: «Não é necessário responder-te a propósito disto, ó rei. O nosso Deus, a quem prestamos culto, pode livrar-nos da fornalha ardente e livrar-nos também das tuas mãos. Mas ainda que o não faça, fica sabendo, ó rei, que não prestamos culto aos teus deuses, nem adoraremos a estátua de ouro que mandaste levantar».
Então Nabucodonosor encheu-se de cólera e alterou o semblante contra Sidrac, Misac e Abdénago. Mandou aquecer a fornalha sete vezes mais do que o costume e ordenou a alguns dos seus mais valentes guerreiros que ligassem Sidrac, Misac e Abdénago e os lançassem na fornalha ardente. Entretanto, o rei Nabucodonosor, sobressaltado, levantou-se precipitadamente e perguntou aos seus conselheiros: «Não é verdade que ligámos e lançámos três homens na fornalha ardente?» Eles responderam: «Certamente, ó rei». Continuou o rei: «Mas eu vejo quatro homens a passearem livremente no meio do fogo sem nada sofrerem e o quarto tem o aspecto de um filho dos deuses». Então Nabucodonosor exclamou: «Bendito seja o Deus de Sidrac, Misac e Abdénago, que enviou o seu Anjo para livrar os seus servos, que, confiando n’Ele, desobedeceram à ordem do rei e arriscaram a sua vida a fim de não prestarem culto ou adoração a qualquer divindade que não fosse o seu Deus».
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Mensagem de Paz
Na aplicação de qualquer receita destinada à composição da felicidade. Não te esqueças do aviso de que a felicidade nasce de ti mesmo.
Não aguardes do mundo a segurança que tão somente poderá ser construída por ti mesmo. Dentro de ti.
Nunca menosprezes o trabalho que a vida te confiou. A tarefa que desempenhas hoje é a base de teu apoio futuro.
Aceita-te como és e com aquilo de que disponhas para realizar o melhor que possas. Observa sempre que não existe criatura alguma destituída de valor e da qual não venhas a necessitar algum dia.
Quanto possível, conserva a luz da virtude que te norteia a elevação. Mas não permitas que a tua virtude viva sem escadas para descer ao encontro daqueles que se debatem sob a ventania da adversidade a te pedirem socorro e compreensão.
Se fiel ao campo da verdade que abraças. Sem desconsiderar a parte da verdade em que os outros se encontram.
Usa a paciência nas pequenas dificuldades para que não te falte serenidade nas grandes crises que todos somos levados a facear nas trilhas do tempo.
Não te apegues aos anseios da juventude. Nem te acomodes com o cansaço de muitos que ainda não aprenderam a viver com a criatividade da madureza.
Recorda que até hoje ninguém descobriu o ponto de interacção onde termina a fadiga e começa a ociosidade.
Em qualquer tempo exercita a fortaleza espiritual para que as tuas energias não se dissolvam, de inesperado. Quando as calamidades da experiência humana se façam inevitáveis.
Resigna-te a transitar no mundo, entre os que se te revelem na condição de opositores naturais aos teus pontos de vista.
Mas não formes inimigos nem cultives ressentimentos.
Não abuses e nem brinques com os sentimentos alheios. Guarda a tua paz, ainda mesmo nas grandes lutas.
Não creias em pessimismo e derrota, solidão e abandono, porque se amas conforme determinam as Leis do Universo.
Descobrirás a beleza e a alegria em qualquer circunstância e em qualquer parte da Terra.
E jamais desesperes, porquanto sejas quem sejas e estejas onde estiveres. Ninguém te pode furtar o privilégio da imortalidade e nem te arredar do Esquema de Deus
Emanuel
Com um abraço de muita paz
segunda-feira, 1 de abril de 2019
Pai, que estais no céu...
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando tua porta, ora a teu pai que está em secreto; e teu pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
Portanto, orarás assim: Pai nosso, que estais no céu...
* * *
A Torá, livro sagrado da fé judaica, nomeia Deus por meio de títulos como El shaddai, que significa Deus todo poderoso, ou Elohim, que indica o poder de Deus enquanto Criador.
Os Evangelistas relatam que, na época do Cristo, escribas e fariseus referiam-se a Deus de forma muito cerimoniosa, utilizando-se de palavras como Senhor ou Eterno.
Jesus, entretanto, foi o primeiro a referir-se a Deus como Abba, palavra utilizada de modo informal pelos judeus a fim de se dirigirem a seus próprios pais de maneira carinhosa.
Ao chamar Deus de Pai, o mestre instituiu uma importante mudança teológica, apresentando-nos a um Pai celestial do qual todos somos filhos.
Porém, o que significa chamarmos Deus de Pai?
* * *
Antes do sol raiar, Yu Xukang desperta seu filho, Xiao, que é deficiente físico e não pode caminhar.
Por morarem em uma cidade rural no sudoeste chinês, não há ónibus escolar e nem transporte público adequado às necessidades especiais do menino de nove anos.
Dessa forma, Yu caminha pouco mais de trinta quilómetros diariamente com o filho amarrado às costas, a fim de levá-lo à escola.
O pai se recusa a desistir, mesmo que suas costas estejam doridas e já tenham se tornado curvadas por conta do esforço diário.
Eu sinto imenso orgulho do meu filho. Ele é um dos melhores alunos da classe e não irei desistir, afirma o pai, que sonha ver o filho entrando para a universidade.
* * *
Chamar Deus de Pai revela a grande intimidade e a profunda relação de amor que há entre Criador e criatura.
Chamando-o de Pai, estendemos uma forte ligação de confiança com Ele, tal qual uma criança que, dirigindo-se ao seu progenitor, confia, sente-se amada, amparada, segura.
Ao chamá-lo de Pai, transbordamos de Sua misericórdia, que a todos nos perdoa. Também nos deparamos com Sua perfeita pedagogia, que nos ensina com infinita justiça.
Justiça que não nos abandona em nossas faltas, mas, antes, permite repararmos o mal que cometemos, os corações que magoamos, o auxílio que não distendemos, o perdão que não oferecemos.
Ao invocarmos o Pai celestial, a Ele confiamos todas as nossas tribulações: das mais triviais e quotidianas, como o alimento, a saúde, o trabalho, até as mais elevadas, como a reforma íntima, a evolução pessoal, o progresso daqueles que marchamos em direcção à angelitude.
E Deus, Pai verdadeiro que é, em tudo nos atende: para nossas mazelas morais, nos oferece a oportunidade de progresso; para nossas lágrimas, permite brote o sorriso e em nossas angústias, Ele nos revela a paz.
Silenciemos e o escutemos, fechemos os olhos e O sintamos: Pai que conhece a todos os homens e a cada um de nós em particular.
Pai que conduz nossos passos, Pai que nos ama infinitamente, conforta-nos, dá-nos esperança e nos aguarda de braços abertos.
Pai nosso, que estais no céu...
quarta-feira, 20 de março de 2019
Evangelho (Mt 20,17-28)
Subindo para Jerusalém, Jesus chamou os doze discípulos de lado e, pelo caminho, disse-lhes: «Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos sumos sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos para zombarem dele, açoitá-lo e crucificá-lo. Mas no terceiro dia, ressuscitará».
A mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, aproximou-se de Jesus e prostrou-se para lhe fazer um pedido. Ele perguntou: «Que queres» Ela respondeu: «Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda». Jesus disse: «Não sabeis o que estais pedindo. Podeis beber o cálice que eu vou beber?» Eles responderam: «Podemos». «Sim», declarou Jesus, «do meu cálice bebereis, mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda não depende de mim. É para aqueles a quem meu Pai o preparou».
Quando os outros dez ouviram isso, ficaram zangados com os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os e disse: «Sabeis que os chefes das nações as dominam e os grandes fazem sentir seu poder. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve, e quem quiser ser o primeiro entre vós, seja vosso escravo. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos».
segunda-feira, 18 de março de 2019
Evangelho (Lc 6,36-38)
Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: «Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada na dobra da vossa veste, pois a medida que usardes para os outros, servirá também para vós».
quinta-feira, 14 de março de 2019
A Mão de Deus
Conta-se que o conquistador mongol Genghis-Khan tinha como animal de estimação um falcão. Com ele saía a caçar. Era seu amigo inseparável.
Certo dia, em uma das suas jornadas, com o falcão como companhia, sentiu muita sede. Aproximou-se de um rochedo de onde um filete de água límpida brotava.
Tomou da sua taça, encheu até a borda e a levou aos lábios. No mesmo instante, o falcão se jogou contra a taça e o líquido precioso caiu ao chão.
Genghis-Khan ficou muito irritado. Apanhou o recipiente e o tornou a encher. De novo, antes que ele pudesse beber uma gota sequer, o falcão investiu contra sua mão, fazendo com que a taça caísse e se perdesse a água.
Dessa vez, o impiedoso conquistador olhou para a ave e gritou:
Vou tornar a encher a taça. Se você a derrubar outra vez, impedindo que eu beba, perderá a vida.
Na mão direita segurando a espada mongol, com a esquerda ele tornou a colocar a taça debaixo do filete de água e a encheu.
No exacto momento que a levava aos lábios, o falcão voou rápido e a derrubou.
Ágil como ele só, Genghis-Khan utilizou a espada e em pleno ar, decepou a cabeça do falcão, que lhe caiu morto aos pés.
Ainda com raiva, ele chutou longe o corpo do animal.
E porque a taça se tivesse quebrado na terceira queda, ele subiu pelas pedras para beber do ponto mais alto do rochedo, no que imaginou fosse a nascente da fonte.
Para sua surpresa, descobriu presa entre as pedras, bem no meio da nascente, uma enorme cobra venenosa. O animal estava morto há tempo, com certeza, porque mostrava sinais de decomposição. O cheiro era insuportável.
Nesse instante, e somente então, o grande conquistador se deu conta de que o que o falcão fizera, por três vezes, fora lhe salvar a vida, pois se bebesse daquela água contaminada, poderia adoecer e morrer.
Tardiamente, lamentou o gesto impensado que o levara a matar o animal, seu amigo.
Assim, muitas vezes, somos nós. A Providência Divina estabelece formas de auxílio para nós e não as entendemos. Pelo contrário, nos rebelamos.
Por vezes, a presença de Deus em nossas vidas se faz através dos sábios conselhos de amigos. Contudo, quando eles vêm nos falar de como seria mais prudente agirmos nessa ou naquela circunstância, nos irritamos. E podemos chegar a romper velhas amizades.
De outras vezes, Deus estabelece que algo que desejamos intensamente, não se concretize. Algo que almejamos: um concurso, uma viagem, um prêmio, uma festa, um determinado emprego. É o suficiente para que gritemos contra o Pai, nos dizendo abandonados, esquecidos do Seu apoio.
Raras vezes paramos para pensar e analisar sobre o que nos está acontecendo. Quase nunca nos perguntamos: Será a mão de Deus agindo, para dizer que este não é o melhor caminho para mim?
Nada ocorre ao acaso. Tudo tem uma razão de ser.
Estejamos atentos. Busquemos entender as pequenas mensagens que Deus nos envia, de forma constante.
E não nos irritemos. Não nos alteremos. Agradeçamos. A Mão de Deus está agindo em nosso favor, em todos os momentos, todos os dias.
com base no texto O rei e o falcão, adaptação de James Baldwin,de O livro das virtudes, de William J. Bennett, ed. Nova Fronteira.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Evangelho (Mc 7,31-37)
Jesus deixou de novo a região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galiléia, atravessando a região da Decápole. Trouxeram-lhe, então, um homem que era surdo e mal podia falar, e pediram que impusesse as mãos sobre ele. Levando-o à parte, longe da multidão, Jesus pôs os dedos nos seus ouvidos, cuspiu, e com a saliva tocou-lhe a língua. Olhando para o céu, suspirou e disse: «Efatá!» —que quer dizer: «Abre-te».
Imediatamente, os ouvidos do homem se abriram, sua língua soltou-se e ele começou a falar correctamente. Jesus recomendou, com insistência, que não contassem o ocorrido para ninguém. Contudo, quanto mais ele insistia, mais eles o anunciavam. Cheios de grande admiração, diziam: «Tudo ele tem feito bem. Faz os surdos ouvirem e os mudos falarem».
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Prece ao amanhecer
Hoje eu acordei muito cedo e senti uma vontade enorme de conversar com Jesus. Pedi a Ele que ajudasse todos os meus familiares e amigos.
Mas também me lembrei de ti.
Pensei que talvez ainda estivesses dormindo, por isso pedi a Jesus que abençoasse o teu sono a fim de que acordasses disposto para um dia de boas realizações.
Pedi fortemente a Ele que tocasse o teu coração para que não esquecesses de amar a ti mesmo.
Supliquei também que cada pessoa que cruzar o teu caminho no dia de hoje possa levar um pouquinho do teu amor.
Pedi a Jesus que colocasse paz em tua mente para que teus pensamentos fossem claros e serenos, e assim pudesses tomar as melhores decisões e escolher os melhores caminhos neste dia.
Pedi ardentemente ao Mestre que enxugasse tuas lágrimas se porventura a dor te visitasse, e que essas lágrimas lavassem teu peito da amargura e do desencanto.
Roguei a Jesus que, quando tu estivesses a ler este texto, as forças divinas pudessem plantar novas ideias em tua mente.
Pedi a Jesus alegria quando estivesses triste.
Pedi a Ele forças quando te sentisses fraco e sem vontade de lutar.
Pedi a Ele humildade quando estivesses orgulhoso.
E, finalmente, supliquei a Ele que tu te lembrasse da morte quando estivesses desperdiçando a vida.
Ao terminar a oração, banhado em lágrimas de emoção, Jesus disse que meus pedidos seriam atendidos, por isso sei que tu terás um lindo dia.
Assim seja
José Carlos De Lucca
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Evangelho (Mc 5,21-43):
Jesus passou novamente para a outra margem, e uma grande multidão se ajuntou ao seu redor. Ele estava à beira-mar. Veio então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Vendo Jesus, caiu-lhe aos pés e suplicava-lhe insistentemente: «Minha filhinha está nas últimas. Vem, impõe as mãos sobre ela para que fique curada e viva!». Jesus foi com ele. Uma grande multidão o acompanhava e o apertava de todos os lados.
Estava aí uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragias e tinha padecido muito nas mãos de muitos médicos; tinha gastado tudo o que possuía e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais. Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se, na multidão, por detrás e tocou-lhe no manto. Ela dizia: «Se eu conseguir tocar na roupa dele ficarei curada». Imediatamente a hemorragia estancou, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele e, voltando-se para a multidão, perguntou: «Quem tocou na minha roupa»? Os discípulos disseram: «Tu vês a multidão que te aperta, e ainda perguntas: ‘Quem me tocou? ’». Ele olhava ao redor para ver quem o havia tocado. A mulher, tremendo de medo ao saber o que lhe havia acontecido, veio, caiu-lhe aos pés e contou toda a verdade. Jesus então disse à mulher: «Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre da tua doença».
Enquanto ainda estava falando, chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga dizendo: «Tua filha morreu. Por que ainda incomodas o mestre?». Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: «Não tenhas medo, somente crê». Ele não permitiu que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a agitação, pois choravam e lamuriavam muito. Entrando na casa, ele perguntou: «Por que essa agitação, por que chorais? A menina não morreu, ela dorme». E começaram a zombar dele. Afastando a multidão, levou consigo o pai e a mãe da menina e os discípulos que o acompanhavam. Entrou no lugar onde estava a menina. Pegou a menina pela mão e disse-lhe: «Talitá cum!(que quer dizer: «Menina, eu te digo, levanta-te»). A menina logo se levantou e começou a andar — já tinha doze anos de idade. Ficaram extasiados de tanta admiração. Jesus recomendou com insistência que ninguém soubesse do caso e falou para que dessem de comer à menina.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
A importância da infância
Qual a utilidade da infância para o Espírito que retorna à Terra através da reencarnação?
Por que, como seres humanos, temos uma infância tão longa, comparada a todos os animais irracionais?
A resposta a estas perguntas tem nuances muito interessantes e importantes para nossa vida. Primeiramente precisamos compreender que esse ser pequenino, que os progenitores conduzem em seus braços carinhosos, não passa de milenário viajor da evolução para o Criador.
Sim, exactamente: um Espírito imortal que volta ao orbe terrestre com objectivos muito claros, envolvendo a autossuperação, a reestruturação do carácter moral e abrilhantamento intelectual. Este ser passa sempre por um processo de esquecimento do passado, recebendo a nova existência como uma nova oportunidade. É um verdadeiro começar de novo.
Renasce desprotegido, totalmente dependente, inspirando cuidados e amor a todos que estão ao seu redor. Para não lhe impor uma severidade muito grande, Deus lhe dá todo o toque da inocência. Essa inocência não é uma superioridade real sobre o que era antes. Não, é a imagem do que deveria ser. E a bondade e beleza dos desígnios divinos não param por aí, pois não é apenas por esse ser que o Criador lhe dá esse aspecto. É também e, principalmente, por seus pais, cujo amor é necessário para sua fragilidade.
Esse amor seria notoriamente enfraquecido frente a um carácter impertinente e rude, ao passo que, ao acreditar que seus filhos são bons e dóceis, os pais lhes dão toda afeição e os rodeiam com os mais atenciosos cuidados. Ainda há uma segunda razão, uma segunda utilidade para o período conhecido como infância.
O Espírito, encarnado para se aperfeiçoar, é mais acessível, durante esse tempo, às impressões que recebe e que podem ajudar o seu adiantamento. A criança é verdadeira esponja a sorver tudo o que acontece à sua volta. Através dos exemplos que recebe, molda sua nova personalidade com características saudáveis ou não. O que virem como usual no comportamento dos progenitores e tutores, tomarão para si com facilidade muito grande. Imitarão o palavreado, os gestos e as atitudes frente a esta ou aquela situação.
É desta forma que aqueles que estão encarregados de sua educação desempenham um papel fundamental. Assim, eis a séria advertência do Espiritismo aos pais e educadores:
Desde pequenina, a criança manifesta os instintos bons ou maus, que traz da sua existência anterior. A estudá-los devem os pais aplicar-se.Todos os males se originam do egoísmo e do orgulho. Espreitem, pois, os pais os menores indícios reveladores do gérmen de tais vícios, e cuidem de combatê-los, sem esperar que lancem raízes profundas.
Façam como o bom jardineiro, que corta os brotos defeituosos à medida que os vê apontar na árvore.
Redação do Momento Espírita, com base nos itens 383 e 385 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB; no cap. XIV, item 9, do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec
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