RODA DA VIDA

Oramos pela vida e saúde dos homens de Paz no Mundo, Homens e Mulheres com missões dificílimas, de dação de esperança e de forte influencia contra a corrupção que assola o mundo e o mantém cativo na desgraça da injustiça. Louvemos estes inspirados irmãos e irmãs, desde os mais influentes, como Francisco Pai da Igreja Católica, Dalai Lama Pai dos Budistas, e tantos outros em suas respectivas importâncias, que movem o mundo com a força de suas Almas devotas, num mundo melhor para todos, mais justo, onde os indefesos não estejam à mercê de nenhum tirano, onde o único exercito ou militar à face da terra seja a serviço do Amor ao Próximo - Oremos diáriamente pela Mãe Terra, nosso planeta que tanto precisa de nossa atenção e nossas preces pelas causas ecologistas, sejamos a diferença que queremos ver no respeito pelo ambiente, elevemos o pensamento no sentido de todos mantermos a calma perante a ameaça da pandemia COVID-19 - Assim seja

domingo, 5 de abril de 2020

Evangelho (Mt 26,14—27,66)

Um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse: «Que me dareis se eu vos entregar Jesus?».Combinaram trinta moedas de prata. E daí em diante, ele procurava uma oportunidade para entregá-lo.

No primeiro dia dos Pães sem fermento, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: «Onde queres que façamos os preparativos para comeres a Páscoa?».Jesus respondeu: «Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a ceia pascal em tua casa, junto com meus discípulos’». Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a ceia pascal.

Ao anoitecer, Jesus se pôs à mesa com os Doze. Enquanto comiam, ele disse: «Em verdade vos digo, um de vós me vai entregar». Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar-lhe: «Acaso sou eu, Senhor?». Ele respondeu: «Aquele que se serviu comigo do prato é que vai me entregar. O Filho do Homem se vai, conforme está escrito a seu respeito. Ai, porém, daquele por quem o Filho do Homem é entregue! Melhor seria que tal homem nunca tivesse nascido!».Então Judas, o traidor, perguntou: «Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: «Tu o dizes».

Enquanto estavam comendo, Jesus tomou o pão e pronunciou a bênção, partiu-o, deu-o aos discípulos e disse: «Tomai, comei, isto é o meu corpo». Em seguida, pegou um cálice, deu graças e passou-o a eles, dizendo: «Bebei dele todos, pois este é o meu sangue da nova aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados. Eu vos digo: de hoje em diante não beberei deste fruto da videira, até o dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu Pai».

Depois de cantarem o salmo, saíram para o Monte das Oliveiras. Então Jesus disse aos discípulos: «Esta noite, todos vós caireis, no que respeita a mim. Pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão». Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa frente para a Galiléia». Pedro lhe disse: «Mesmo que todos venham a cair, eu jamais». Jesus lhe declarou: «Em verdade eu te digo: esta noite, antes que o galo cante, três vezes me negarás”. Pedro respondeu: «Ainda que eu tenha de morrer contigo, não te negarei». E todos os discípulos disseram a mesma coisa.

Jesus chegou com eles a uma propriedade chamada Getsêmani e disse aos discípulos: «Sentai-vos, enquanto eu vou orar ali!».Levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu e começou a ficar triste e angustiado. Então lhes disse: «Sinto uma tristeza mortal! Ficai aqui e vigiai comigo! Ele foi um pouco mais adiante, caiu com o rosto por terra e orou: «Meu pai, se possível, que este cálice passe de mim. Contudo, não seja feito como eu quero, mas como tu queres». Quando voltou para junto dos discípulos, encontrou-os dormindo. Disse então a Pedro: «Não fostes capazes de ficar vigiando uma só hora comigo? Vigiai e orai, para não caírdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca». Jesus afastou-se pela segunda vez e orou: «Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!». Voltou novamente e encontrou os discípulos dormindo, pois seus olhos estavam pesados. Deixando-os, afastou-se e orou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. Então voltou para junto dos discípulos e disse: «Ainda dormis e descansais? Chegou a hora! O Filho do Homem está sendo entregue às mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamos! Aquele que vai me entregar está chegando».

Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos Doze, com uma grande multidão armada de espadas e paus; vinham da parte dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. O traidor tinha combinado com eles um sinal: «Aquele que eu beijar, é ele: prendei-o!». Judas logo se aproximou de Jesus, dizendo: «Salve, Rabi!». E beijou-o. Jesus lhe disse: «Amigo, para que vieste?». Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. Nisso, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha. Jesus, porém, lhe disse: «Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão. Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai, que me mandaria logo mais de doze legiões de anjos? Mas como se cumpririam então as Escrituras, que dizem que isso deve acontecer?». Naquela hora, Jesus disse à multidão: «Viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um bandido. Todos os dias, no templo, eu me sentava para ensinar, e não me prendestes. Tudo isso, porém, aconteceu para se cumprir o que está escrito nos profetas. Então todos os discípulos o abandonaram, e fugiram.

Os que prenderam Jesus levaram-no à casa do sumo sacerdote Caifás, onde estavam reunidos os escribas e os anciãos. Pedro seguia Jesus de longe, até o pátio do sumo sacerdote. Entrou e sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. Ora, os sumos sacerdotes e o sinédrio inteiro procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à morte. E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, que afirmavam: «Este homem declarou: ‘Posso destruir o Santuário de Deus e construí-lo de novo em três dias’».

Então o sumo sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus: «Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?».Jesus, porém, continuava calado. E o sumo sacerdote disse-lhe: «Eu te conjuro, pelo Deus vivo, dize-nos se tu és o Cristo, o Filho de Deus». Jesus respondeu: «Tu o disseste. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-Poderoso, vindo nas nuvens do céu». Então o sumo sacerdote rasgou suas vestes e disse: «Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora ouvistes a blasfémia. Que vos parece?».Responderam: «É réu de morte!». Então cuspiram no rosto de Jesus e bateram nele. Outros o golpearam, dizendo: «Profetiza para nós, Cristo! Quem é que te bateu? ».

Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada aproximou-se dele e disse: «Tu também estavas com Jesus, o galileu!». Mas ele negou diante de todos: «Não sei de que estás falando». E saiu para a entrada do pátio. Então, uma outra criada viu Pedro e disse aos que estavam ali: «Este também estava com Jesus, o nazareno».Pedro negou outra vez, jurando: «Nem conheço esse homem!».Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram: «É claro que tu também és um deles, pois o teu modo de falar te denuncia». Pedro começou a praguejar e a jurar: «Não conheço esse homem!». E nesse instante, um galo cantou. Pedro se lembrou do que Jesus lhe tinha dito: «Antes que um galo cante, três vezes me negarás». E saindo dali, chorou amargamente.

De manhã cedo, todos os sumos sacerdotes e os anciãos do povo deliberaram a respeito de Jesus para levá-lo à morte. Então, o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador.

Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, dizendo: «Pequei, entregando à morte um inocente». Eles responderam: «Que temos nós com isso? O problema é teu». E ele jogou as moedas no Santuário, saiu e foi se enforcar. Recolhendo as moedas, os sumos sacerdotes disseram: «É contra a Lei depositá-las no tesouro do templo, porque é preço de sangue». Então deliberaram comprar com esse dinheiro o Campo do Oleiro, para aí fazer o cemitério dos forasteiros. É por isso que aquele campo até hoje se chama «Campo de Sangue». Cumpriu-se então o que tinha dito o profeta Jeremias: «Eles pegaram as trinta moedas de prata — preço do Precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram — e as deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou».

Jesus foi conduzido à presença do governador, e este o interrogou: «Tu és o rei dos judeus?». Jesus declarou: «Tu o dizes». E quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos, nada respondeu. Então Pilatos perguntou: «Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?». Mas Jesus não respondeu uma só palavra, de modo que o governador ficou muito admirado.

Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar um preso que a multidão quisesse. Naquela ocasião, tinham um preso famoso, chamado Barrabás. Então Pilatos perguntou à multidão reunida: «Quem quereis que eu vos solte: Barrabás, ou Jesus, que é chamado o Cristo?». Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. Enquanto estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele: «Não te envolvas com esse justo, pois esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele».

Os sumos sacerdotes e os anciãos, porém, instigaram as multidões para que pedissem Barrabás e fizessem Jesus morrer. O governador tornou a perguntar: «Qual dos dois quereis que eu solte?».Eles gritaram: «Barrabás». Pilatos perguntou: «Que farei com Jesus, que é chamado o Cristo?».Todos gritaram: «Seja crucificado!». Pilatos falou: «Mas, que mal ele fez?».Eles, porém, gritaram com mais força: «Seja crucificado!». Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: «Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. A responsabilidade é vossa!». O povo todo respondeu: «Que o sangue dele recaia sobre nós e sobre nossos filhos». Então Pilatos soltou Barrabás, mandou açoitar Jesus e entregou-o para ser crucificado.

Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus ao pretório e reuniram todo o batalhão em volta dele. Tiraram-lhe a roupa e o vestiram com um manto vermelho; depois trançaram uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombavam, dizendo: «Salve, rei dos judeus!».Cuspiram nele e, pegando a vara, bateram-lhe na cabeça. Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar.

Ao saírem, encontraram um homem chamado Simão, que era de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer Calvário. Deram-lhe de beber vinho misturado com fel. Ele provou, mas não quis beber. Depois de o crucificarem, repartiram as suas vestes tirando a sorte. E ficaram ali sentados, montando guarda. Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da condenação: «Este é Jesus, o Rei dos Judeus». Com ele também crucificaram dois ladrões, um à sua direita e outro, à esquerda. Os que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: «Tu que destróis o templo e o reconstróis em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!». Do mesmo modo zombavam de Jesus os sumos sacerdotes, junto com os escribas e os anciãos, dizendo: «A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel: desça agora da cruz, e acreditaremos nele. Confiou em Deus; que o livre agora, se é que o ama! Pois ele disse: ‘Eu sou Filho de Deus’». Do mesmo modo, também o insultavam os dois ladrões que foram crucificados com ele.

Desde o meio-dia, uma escuridão cobriu toda a terra até às três horas da tarde. Pelas três da tarde, Jesus deu um forte grito: «Eli, Eli, lamá sabactâni?», que quer dizer: «Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?». Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o disseram: «Ele está chamando por Elias!». E logo um deles correndo, pegou uma esponja, ensopou-a com vinagre, colocou-a numa vara e lhe deu de beber. Outros, porém, disseram: «Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!».Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.

Nisso, o véu do Santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos ressuscitaram! Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, entraram na Cidade Santa e apareceram a muitas pessoas. O centurião e os que com ele montavam a guarda junto de Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: «Este era verdadeiramente Filho de Deus!». Grande número de mulheres estava ali, observando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu.

Ao entardecer, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que também se tornara discípulo de Jesus. Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe entregassem o corpo. José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol limpo e o colocou num túmulo novo, que mandara escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra na entrada do túmulo e retirou-se. Maria Madalena e a outra Maria estavam ali sentadas, em frente ao sepulcro.

No dia seguinte, terminado já o dia de preparação do sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos e disseram: «Senhor, lembramo-nos de que este impostor, quando ainda estava vivo, disse: ‘Depois de três dias vou ressuscitar!’ Manda, portanto, assegurar o sepulcro até ao terceiro dia, para não acontecer que os discípulos venham roubar o corpo e digam ao povo: ‘Ele ressuscitou dos mortos! ’, pois essa última impostura seria pior do que a primeira». Pilatos respondeu: «Aí tendes uma guarda. Ide assegurar o sepulcro como melhor vos parecer». Então eles foram assegurar o sepulcro: lacraram a pedra e deixaram ali a guarda.

terça-feira, 31 de março de 2020

Oração pela cura e o fim da pandemia COVID-19

Queridos irmãos, irmãs, amigos, amigas...

Começa já HOJE

●Estamos agora nos organizando de novo, um grupo de pessoas de diferentes nacionalidades, para orar/meditar durante pelo menos 10 min (ou mais tempo de 1 minuto pelo menos, até 60 minutos) pela segurança de nossos países, para o fim dos problemas que nos oprimem e angustiam e para que Deus guie as decisões de nossos governantes.

●Vamos nos encontrar nos seguintes horários:

*Espanha 16:00 hrs.*
*Ilhas Canárias 15:00 hrs*
*Costa Rica 20 hrs.*
*Colômbia 19 hrs.*
*Nicarágua  20 hrs.*
*Equador  19 hrs.*
*Guatemala 20 hrs.*
*México 20 hrs.*
*Panamá19 hrs.*
*Honduras 18 hrs.*
*El Salvador 20 hrs.*
*Venezuela 18 hrs.*
*Uruguai 17 hrs.*
*Paraguai 17 hrs.*
*Brasil 18 hrs.*
*Argentina 17 hrs.*
*Chile 17 hrs.*
* PORTUGAL 15 hrs*
  
●Peço a vocês, por favor, que se unam a esta campanha.

●Vamos nos deter por um minuto todos os dias, nos horários indicados, e pedir pela paz no mundo, para que terminem os conflitos e se restabeleça a tranquilidade  a todas as nações do mundo e para que as famílias busquem em Deus sua segurança e salvação.

●Se entendêssemos o enorme poder da oração ficaríamos
assombrados!!!

●Se você puder encaminhar este pedido a seus contactos podemos conseguir um milagre com nossa oração.

●Portugal Coloque o alarme do seu celular para todos os dias 15:00 orar 1 minuto pela paz🙏

segunda-feira, 30 de março de 2020

Oração

Do mais profundo do meu Coração, Tabernáculo Divino da Chama Trina, envio a Potência Maior da Luz e do Amor Universal para todos os governantes do mundo que promovem a guerra e a todos os que semeiam a morte, a dor e a destruição.

Eles são meus irmãos e minhas irmãs em Cristo. Que esta Luz e este Amor que lhes envio sejam a iluminação de suas Almas e o começo de um novo caminho em direcção à Paz na Terra.
Pai, perdoa-os porque não sabem o que fazem.

Em seguida, filhos meus, colocai as vossas mãos voltadas uma para a outra e separadas, como se estivésseis a suster o globo terrestre, visualizai depois a seguinte imagem: do vosso coração começarão a sair finos fios de luz, que pouco a pouco irão envolvendo o Planeta. Primeiro em Luz Branca, depois Azul, depois Rosa e finalmente Violeta. Cobri toda a Terra com esses fios luminosos, como se fosse um novelo de lã. Deixai-vos estar assim durante alguns minutos. Em seguida libertai o vosso Planeta e purificai-o do mal.

Fazei esta Oração e exercício todos os dias, na hora que for mais propícia. Não pareis nunca. Assim estareis construindo o mundo e contribuindo para que o vosso sofrimento seja minorado.

Paz em vossos corações.

terça-feira, 10 de março de 2020

Evangelho (Mt 23,1-12)

Depois, Jesus falou às multidões e aos discípulos: «Os escribas e os fariseus sentaram-se no lugar de Moisés para ensinar. Portanto, tudo o que eles vos disserem, fazei e observai, mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. Amarram fardos pesados e insuportáveis e os põem nos ombros dos outros, mas eles mesmos não querem movê-los, nem sequer com um dedo. Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros, usam faixas bem largas com trechos da Lei e põem no manto franjas bem longas. Gostam do lugar de honra nos banquetes e dos primeiros assentos nas sinagogas, de serem cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de ‘Rabi’.

»Quanto a vós, não vos façais chamar de ‘Rabi’, pois um só é vosso Mestre e todos vós sóis irmãos. Não chameis a ninguém na terra de ‘pai’, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de ‘guia’, pois um só é o vosso Guia, o Cristo. Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado».

quarta-feira, 4 de março de 2020

Evangelho (Lc 11,29-32)

E, ajuntando-se a multidão, começou a dizer: «Maligna é esta geração; ela pede um sinal; e não lhe será dado outro sinal, senão o sinal do profeta Jonas; Porquanto, assim como Jonas foi sinal para os ninivitas, assim o Filho do homem o será também para esta geração. A rainha do sul se levantará no juízo com os homens desta geração, e os condenará; pois até dos confins da terra veio ouvir a sabedoria de Salomão; e eis aqui está quem é maior do que Salomão. Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração, e a condenarão; pois se converteram com a pregação de Jonas; e eis aqui está quem é maior do que Jonas».

Parece impossível, mas é verdade, a rainha do Sul, ou a rainha de Sabá ( I Reis 10:1-10), se levantará no dia do juízo, como testemunha de acusação contra os religiosos do tempo de Jesus e contra os "sabe tudo" dos nossos dias, porque apenas têm teorias vazias e não têm a fé necessária para crerem. A rainha do Sul, na sua falta de ciência (que incha) e de conhecimento, foi capaz de crer num rei sábio, que vivia em Israel, que foi ver, tendo verificado que o que ela sabia não era nem metade do que Jeová tinha feito a Salomão.

Ela, com pouca luz, um mínimo de conhecimento, creu. E nós, com tanto conhecimento, com tantas "ferramentas" para chegarmos a Deus, como está a nossa fé? Como estamos a tratar a mensagem do Evangelho da graça? Que testemunho estamos a dar? Que estamos a fazer de Jesus, chamado o Cristo? A guardar os Seus ensinos ou a recrucificá-lO, para gáudio dos nossos devaneios carnais?

Olhai para a rainha de Sabá. A enorme distância percorrida nos tempos difíceis de então; a enorme oferta de gratidão que deixou ao rei de Israel ( I Reis 11:10); as críticas que teria enfrentado, etc.. Nada a fez desistir, por isso, adquiriu o direito de ser testemunha de acusação contra os que hoje, como ontem e amanhã, têm tido tantas oportunidades e não as aproveitam. Não será apenas a rainha do Sul, mas os ninivitas, os gregos, que procuraram ver Jesus (João 12:20-22), e muitos outros que, pelo ouvir a Palavra, creram.

Muitos só querem ver milagres, exorcismos, maravilhas, mas apenas se lhes dará a ver o milagre de Jonas, que esteve três dias no ventre de um grande peixe, mas cumpriu a sua missão. Basta que creiamos na realidade da morte e ressurreição de Cristo, o milagre constante, diante de nós.

Crede ou sereis confundidos no dia do Juízo, acusados pelos que tiveram pouca oportunidades mas creram, acabando por serdes condenados.

terça-feira, 3 de março de 2020

Evangelho (Mt 6,7-15)

 «E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.

»Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas»

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Quando eu voltar

Eu tenho a firme convicção de que não vivemos uma única vez nesta Terra abençoada por Deus.
Tenho a convicção plena de que já vivi muitas experiências.
Como explicar, senão dessa forma, que meu coração bata descompassado ante certas paisagens do mundo? Paisagens que jamais visitei na presente existência mas que as contemplo como velhas conhecidas.

Como explicar que ouvindo determinado idioma, que não o do meu país natal, me aguce o cérebro e eu sinta como se conhecesse todas aquelas palavras, que soubesse pronunciar todos aqueles vocábulos?

Paisagens, sons, pessoas. De repente, tudo vai se sucedendo em minha mente como múltiplas lembranças. Não muito nítidas, mas nem por isso menos autênticas.
Pareço recordar paisagens da Gália, com seus cultos, suas crenças, seus sacerdotes druidas.

Peregrino pelo vale do Loire, entre castelos, como se fossem dias vividos, sofridos, passados.
As pirâmides do Egipto, as areias do deserto, réis, escravos, nações que se degladiam.
Ásia, Oceânia, Europa. Por onde terei andado em tantas e multiplicadas vidas, entre muitas posses ou na quase miséria?

Com acesso às conquistas do intelecto ou iletrado, entre o povo ignorado?
Quantas vestes terei usado? De poder ou de submissão. Mantos de veludo, coroas, andrajos que mal cobriam o corpo.
Terei vivido recluso em mosteiros, montanhas? Ou livre, em cidades populosas?

A memória não permite acesso integral a tudo que fui, tudo que experienciei.
Mas, como afirmava o Apóstolo Paulo, Graças a Deus sou o que sou. Por isso, ouso erguer a fronte e sonhar.
Sonhar com meu retorno a esta terra bendita. Quem sabe quando se dará. Talvez décadas. Ou séculos.

Não importa. Penso e planeio o que desejo para quando eu voltar.
Com certeza, retornarei a esta Terra abençoada porque reconheço não ter pago até o último centil, conforme advertiu o sábio de Nazaré.

E, se nesta vida, aprendi a me extasiar com a beleza arquitectónica de prédios antigos, que sobreviveram ao tempo, quem sabe eu possa retornar como alguém que, qual novo Mecenas, possa restaurar tantos daqueles carcomidos pelo tempo.
Se agora planifico a alma ouvindo a música que me enche os ouvidos, talvez eu possa retornar como alguém dedicado à arte musical. Serei, quem sabe, um virtuoso do violino, do cello, do piano...

Ou então eu possa retornar com uma flauta mágica engastada na garganta e solte a voz em todos os tons, em caprichosas escalas.
Quiçá, como Bach, um dia, eu possa dizer que nasci para louvar a Deus, através das árias mais sublimes, executadas de forma magistral, arrebatando as almas em êxtase.
Ou retornarei como exímio pintor que reproduzirá em telas magníficas paisagens de uma outra dimensão, entrevistas em noites de sonho.

Penso e sonho. Em verdade, o mais importante é saber que voltarei.
Voltarei para esses campos do planeta azul e amarei a pátria onde renascer. Talvez até precise aprender um novo idioma.

Novo aprendizado.

No entanto, com certeza, nas noites brilhantes, olharei para os céus, contemplarei as estrelas, identificarei outros mundos, celestes moradas que me aguardam num futuro distante.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Quando a morte chegar

É algo a que ninguém escapa. Rico, intelectual, pobre, ignorante, bons ou maus, todos morreremos um dia.

De uma forma paradoxal, no entanto, é o em que, de modo geral, menos pensamos. Ou nem queremos pensar.

Porém, deveríamos ter em mente que se caminhamos para um destino certo o correcto seria nos prepararmos.

É como se nos fosse imperioso realizar uma longa viagem, deixando tudo que temos para trás. Com certeza, nos prepararíamos.

Não sabendo exactamente qual clima iremos encontrar no lugar para onde estamos nos dirigindo, levaríamos uma bagagem que comportasse vestimentas para dias de temperatura amena e outras de intenso calor ou muito frio.

Haveríamos de nos preocupar com o que faríamos ao chegar e estabeleceríamos um planeamento.

Então, como não pensamos na grande e imprescindível viagem que faremos, transferindo-nos deste mundo para outro?

Um mundo que é vibrante, onde haverá reencontros, onde precisaremos ter uma veste especial, para nele nos movimentarmos, de forma adequada.

A veste nupcial, aquela mesma que o Evangelista descreve na parábola do festim das bodas.

Veste que é tecida, em nosso dia a dia, pela nossa forma de pensar, de agir, de produzir para o bem ou para o mal.

Talvez fosse interessante que pensássemos em rogar ao bom Deus para quando chegar esse momento, o da passagem, o deixar uma realidade para penetrar em outra.

Poderia ser algo mais ou menos assim: 

Senhor, quando eu tiver que partir, permite que eu esteja preparado. Que haja paz em minha consciência por não ter agido mal para com meu semelhante. Que eu esteja pronto, com minha bagagem de boas ações em mala apropriada, sem remorso pelo não feito e não realizado. Permite que Espíritos do bem me possam receber, auxiliando-me nessa transposição da embarcação frágil da vida terrena para o navio imenso da Espiritualidade.

Quem sabe, Senhor, possas permitir que antigos amores me recebam à chegada, levando-me abraços, flores e sorrisos. Amores desta vida, que partiram antes, deixando uma lacuna em meu coração; amores de outras vidas, sempre lembrados pelo Espírito imortal.

Permite, Pai Celeste, que os que permanecerem na Terra, fiquem tranquilos, que aceitem a minha partida, com a dignidade de quem tem consciência plena de que a jornada terrena é passageira. Que pensem em reestruturar as suas vidas, sem minha presença, que prossigam em seus dias de progresso e lutas.

E eu, alma pacificada, possa adentrar os umbrais da Espiritualidade há tanto tempo deixada, com vontade de continuar a aprender, a trabalhar, tão logo me refaça do cansaço da viagem terrena e de eventuais reflexos de transtornos físicos que me tenham tomado os últimos dias.

Que eu possa retornar para o lar que ali deixei, retomando tarefas suspensas por um tempo. E que, como Espírito, tenha a possibilidade de me sentir livre, transitando por tantos lugares que desejei visitar, enquanto encarnado.

Desejo conhecer paisagens simplesmente sonhadas enquanto folheava livros ou assistia documentários. Conhecer lugares espectaculares criados pela Tua grandeza, onde cantam as cascatas, vibram as montanhas e Te enaltecem as florestas.

Enfim, Senhor, fica comigo nessa hora.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Evangelho (Mc 7,14-23)

Chamando outra vez a multidão, dizia: «Escutai-me, vós todos, e compreendei! Nada que, de fora, entra na pessoa pode torná-la impura. O que sai da pessoa é que a torna impura».

Quando Jesus entrou em casa, longe da multidão, os discípulos lhe faziam perguntas sobre essa parábola. Ele lhes disse: «Também vós não entendeis? Não compreendeis que nada que de fora entra na pessoa a torna impura, porque não entra em seu coração, mas em seu estômago, e vai para a fossa?». Assim, ele declarava puro todo alimento. E acrescentou: «O que sai da pessoa é que a torna impura. Pois é de dentro, do coração humano, que saem as más intenções: imoralidade sexual, roubos, homicídios, adultérios, ambições desmedidas, perversidades; fraude, devassidão, inveja, calúnia, orgulho e insensatez. Todas essas coisas saem de dentro, e são elas que tornam alguém impuro».

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Um tanto mais

Você guarda a impressão de haver esgotado o estoque de todos os seus recursos, em determinada tarefa de amor, mas se você perseverar um tanto mais no devotamento, ninguém pode prever os louros de luz que brilharão em seu passo.

Você está doente e pretende obter licenças de longo prazo, mas se você continuar um tanto mais em serviço, ninguém pode prever o tesouro de forças novas que lhe aparecerá no caminho.

Você encontrou imensas dificuldades no exercício das boas obras e anseia fugir delas, mas se você persistir um tanto mais na construção da beneficência, ninguém pode prever o triunfo que as suas horas recolherão, nas fontes vivas da caridade.

Você acredita que não pode tolerar o amigo importuno, o filho teimoso, o irmão inconsciente, a esposa inconstante ou o marido insensato, mas se você suportar um tanto mais a luta em família, ninguém pode prever a extensão do júbilo por-vindouro em seu ninho doméstico.

Você supõe que o azar é o seu clima e chora na bica do desespero, mas se você cultivar um tanto mais de fidelidade às próprias obrigações, ninguém pode prever a amplitude do seu êxito, no amanhã que vem perto.

Você experimenta enorme cansaço e não quer dar ouvidos ao companheiro de longa conversa, mas se você esticar um tanto mais o seu sacrifício, ninguém pode prever os prodígios da colheita de bênçãos que surgirão dos seus breves minutos de gentileza.

Observe que você mesmo para realizar isso ou aquilo, exige incessantemente dos semelhantes um tanto mais de bondade, um tanto mais de cooperação, um tanto mais de tempo, um tanto mais de carinho...

O génio é a paciência que não se acaba.

É justo que você deseje um tanto mais de felicidade, mas para isso, é necessário que você ajude um tanto mais a felicidade dos outros.

Repare você as lições da vida e compreenderá que a vitória no bem é sempre trabalhar conforme o dever e servir... um tanto mais.

*   *   *

O mestre da Antiguidade, Confúcio, elaborando ideias a respeito da perseverança, afirma:

Se há pessoas que não estudam ou que, se estudam, não aproveitam, elas que não se desencorajem e não desistam.

Se há pessoas que não interrogam os homens instruídos para esclarecer as suas dúvidas ou o que ignoram, ou que, mesmo interrogando-os, não conseguem ficar mais instruídas, elas que não se desencorajem e não desistam.

Se há pessoas que não meditam ou que, mesmo que meditem, não conseguem adquirir um conhecimento claro do princípio do bem, elas que não se desencorajem e não desistam.

Se há pessoas que não distinguem o bem do mal ou que, mesmo que distingam, não têm uma percepção clara e nítida, elas que não se desencorajem e não desistam.

Se há pessoas que não praticam o bem ou que, mesmo que o pratiquem, não podem aplicar nisso todas as suas forças, elas que não se desencorajem e não desistam.

O que outros fariam numa só vez, elas o farão em dez. O que outros fariam em cem vezes, elas o farão em mil, porque aquele que seguir verdadeiramente esta regra da perseverança, por mais ignorante que seja, tornar-se-á uma pessoa esclarecida; por mais fraco que seja, tornar-se-á necessariamente forte.

com base no cap.71, do livro Ideal Espírita, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Evangelho (Mc 6,1-6)

Saindo dali, Jesus foi para sua própria terra. Seus discípulos o acompanhavam. No sábado, ele começou a ensinar na sinagoga, e muitos dos que o ouviam se admiravam. 

«De onde lhe vem isso?», diziam.«Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E esses milagres realizados por suas mãos? Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, Joset, Judas e Simão? E suas irmãs não estão aqui connosco?» 

E ele se tornou para eles uma pedra de tropeço. Jesus, então, dizia-lhes: «Um profeta só não é valorizado na sua própria terra, entre os parentes e na própria casa». 

E não conseguia fazer ali nenhum milagre, a não ser impor as mãos a uns poucos doentes. Ele se admirava da incredulidade deles. E percorria os povoados da região, ensinando.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Evangelho (Mc 5,21-43)

Jesus passou novamente para a outra margem, e uma grande multidão se ajuntou ao seu redor. Ele estava à beira-mar. Veio então um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Vendo Jesus, caiu-lhe aos pés e suplicava-lhe insistentemente: «Minha filhinha está nas últimas. Vem, impõe as mãos sobre ela para que fique curada e viva!». Jesus foi com ele. Uma grande multidão o acompanhava e o apertava de todos os lados.

Estava aí uma mulher que havia doze anos sofria de hemorragias e tinha padecido muito nas mãos de muitos médicos; tinha gastado tudo o que possuía e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais. Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se, na multidão, por detrás e tocou-lhe no manto. Ela dizia: «Se eu conseguir tocar na roupa dele ficarei curada». Imediatamente a hemorragia estancou, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença. Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele e, voltando-se para a multidão, perguntou: «Quem tocou na minha roupa»? Os discípulos disseram: «Tu vês a multidão que te aperta, e ainda perguntas: ‘Quem me tocou? ’». Ele olhava ao redor para ver quem o havia tocado. A mulher, tremendo de medo ao saber o que lhe havia acontecido, veio, caiu-lhe aos pés e contou toda a verdade. Jesus então disse à mulher: «Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre da tua doença».

Enquanto ainda estava falando, chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga dizendo: «Tua filha morreu. Por que ainda incomodas o mestre?». Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: «Não tenhas medo, somente crê». Ele não permitiu que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João. Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a agitação, pois choravam e lamuriavam muito. Entrando na casa, ele perguntou: «Por que essa agitação, por que chorais? A menina não morreu, ela dorme». E começaram a zombar dele. Afastando a multidão, levou consigo o pai e a mãe da menina e os discípulos que o acompanhavam. Entrou no lugar onde estava a menina. Pegou a menina pela mão e disse-lhe: «Talitá cum!(que quer dizer: «Menina, eu te digo, levanta-te»). A menina logo se levantou e começou a andar — já tinha doze anos de idade. Ficaram extasiados de tanta admiração. Jesus recomendou com insistência que ninguém soubesse do caso e falou para que dessem de comer à menina.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Virtudes e defeitos

É notável como conseguimos ver, todos os dias, a todos os instantes, os defeitos alheios.
Dificilmente encontraremos alguém que não se mostre propenso a apontar erros e absurdos dos outros.
Muitos casamentos acabam porque marido e mulher passam a ver tanto os defeitos um do outro, que se esquecem que se uniram porque acreditavam se amar.
Amigos de infância, certo dia, se surpreendem a descobrir falhas de carácter um no outro. Desencantados se afastam, perdendo o tesouro precioso da amizade.

Colegas de trabalho culpam o outro por falhas que, em verdade, em muitos casos, é da equipe como um todo.

Foi observando esse quadro que alguém escreveu que os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.

Na sacola da frente, estão colocadas as qualidades positivas, as virtudes de cada um. Na sacola de trás são guardados todos os defeitos, as paixões, as más qualidades do Espírito.

Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos de forma impiedosa, nas costas do companheiro que está à frente, todos os defeitos que ele possui. Assim nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

A imagem é significativa e nos remete à reflexão. Talvez seja muito importante que saiamos da fila indiana e passemos a andar ao lado do outro. E, no relacionamento familiar, profissional, social em geral, que nos coloquemos de frente um para o outro. Aí veremos as virtudes nossas, que devem ser trabalhadas, para crescerem mais e também as virtudes do outro.

Com certeza nos surpreenderemos com as descobertas que faremos.

Haveremos de encontrar colegas de trabalho que supúnhamos orgulhosos, como profissionais conscientes, dispostos a estender as mãos e laborar em equipe. Irmãos que acreditávamos extremamente egoístas, com capacidade de ceder o que possuam, a bem dos demais membros da família. Pais e mães que eram tidos como distantes, em verdade estarem ávidos por um diálogo aberto e amigo. Esposos e esposas que cultivavam amarguras, encontrarem um novo motivo para estarem juntos, redescobrindo os encantos dos dias primeiros do namoro.

*   *   *

A crítica só é válida quando serve para demonstrar erros graves que possam causar prejuízo para os outros ou quando sirva para auxiliar aquele a quem criticamos. Portanto, resistir ao impulso de ressaltar as falhas dos outros, exercitando-nos em perceber o que eles tenham de positivo, é a meta que devemos alcançar.

Não esqueçamos de que se desejamos que o bem cresça e apareça, devemos divulgá-lo sempre.

Falar bem é fazer o bem. Apontar o belo é auxiliar outros a verem a beleza.

com base no texto Sem olhar para trás, de Gilberto Nucci.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

PRECE DE CURA


Pai celestial, que habitais o meu interior, impregna com a Tua Luz vital cada célula de meu corpo, expulsando todos os males, pois estes não fazem parte de meu ser. 

Na minha verdadeira realidade, como filho de Deus perfeito que sou, não existe doença; por isso que se afaste de mim todo o mal, todos os bacilos, micróbios, vírus, bactérias e vermes nocivos, para que a perfeição se expresse no meu corpo, que é templo de Divindade.

Pai teu Divino filho Jesus disse: pedi e recebereis, porque todo aquele que pede recebe, portanto, tenho absoluta certeza de que a minha oração da cura já é a própria cura. 

Para mim agora, só existe esta verdade: a cura total. 

Mesmo que a imagem do mal permaneça por algum tempo no meu corpo, só existe em mim agora a imagem mental da cura e a verdade da minha saúde perfeita.

Todas as energias curadoras existentes em mim estão atuando intensamente, como um exército poderoso e irresistível, visando os inimigos, fortalecendo as posições enfraquecidas, reconstruindo as partes demolidas, regenerando todo o meu corpo. 

Sei que é o poder de Deus agindo em mim e realizando o milagre maravilhoso da cura perfeita.

Esta é a minha verdade mental. Esta portanto é a verdade do meu corpo.

Agradeço-te, óh! pai, porque Tu ouvistes a minha oração.

Dou-te graças, com toda alegria e com todas as forças interiores porque tua vontade de perfeição e saúde aconteceram em mim, em resposta ao meu pedido.

Assim é e assim será.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Você pode fazer a diferença

No primeiro dia de aula, ela parou em frente aos seus alunos da quinta série e lhes disse que gostava de todos.

No entanto, ela sabia que isso era quase impossível. Na primeira fila estava um garoto chamado Teddy. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e, muitas vezes, suas roupas estavam sujas e cheiravam mal.

Ao iniciar o ano lectivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano.

A senhora Thompson fez isso alguns meses depois que as aulas tinham iniciado. Quando leu a de Teddy ficou surpresa. A professora do primeiro ano havia anotado:

Teddy é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é agradável estar perto dele.

A professora do segundo ano escrevera: Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas. Tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave. A vida em seu lar deve estar muito difícil.

Da professora do terceiro ano: A morte de sua mãe foi um golpe duro para Teddy. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.

A professora do quarto ano escrevera: Teddy anda muito distraído e não mostra interesse pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.

A senhora Thompson se deu conta do problema. Lembrou dos presentes que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, excepto o de Teddy, que estava enrolado num vulgar papel de mercado.

Os outros garotos riram ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade.

Ela disse que o presente era precioso, pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão.

Naquela ocasião, Teddy ficou um pouco mais de tempo na escola. Lembrou-se que ele dissera que ela estava cheirosa como sua mãe.

Nesse dia, a professora Thompson chorou...

Em seguida, mudou sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Teddy.

O menino foi se animando e se tornou o melhor da classe.

Seis anos depois, a professora recebeu uma carta de Teddy contando que havia concluído o ensino médio e que ela tinha sido a sua melhor professora.

Então, um dia, ela recebeu uma carta assinada pelo Doutor Theodore Stoddard, seu antigo aluno Teddy.

Quando os dois se encontraram, no casamento dele, abraçaram-se por longo tempo e Teddy lhe disse ao ouvido: Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.

Ela, com os olhos banhados em pranto, sussurrou: Você está enganado! Foi você quem me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci.

*   *   *

Mais do que ensinar a ler, escrever, explicar matemática e outras matérias, é preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando.

Mais do que avaliar provas e dar notas, é importante ensinar com amor, mostrando que sempre é possível fazer a diferença...

 com base em texto de autor desconhecido

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Oração da boa noite

Oração da boa noite ❤️
Senhor, obrigada por mais este dia.

Obrigada pelos pequenos e grandes dons que a tua bondade colocou no meu caminho em cada instante desta jornada.

Obrigada pela luz, água, alimento, trabalho e por este tecto.

Obrigada pela beleza das criaturas, pelo milagre da vida, pela inocência das crianças, pelo gesto amigo, pelo amor.

Obrigada pela surpresa da tua presença em cada ser.

Obrigada pelo teu amor que nos sustenta e protege, pelo o teu perdão que me dá sempre uma nova oportunidade e me faz crescer.

Obrigada pela alegria e por ser útil a cada dia, e com isso, ter a oportunidade de servir a quem está ao meu lado e de alguma forma servir a humanidade. 

Que amanhã eu seja melhor.

Quero antes de dormir, perdoar e abençoar a quem me magoou neste dia.

Quero também pedir perdão se alguém magoei.

Abençoa Senhor o meu descanso, o descanso do meu corpo físico e astral.

Abençoa também o descanso dos meus amigos, entes queridos e familiares.

Abençoa desde já o dia que vou empreender amanhã.

Obrigada Senhor, e boa noite!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Ajuda-me a olhar?

Diego não conhecia o mar.
O pai, Santiago Kovadloff, resolveu levá-lo para que conhecesse o mar gigantesco. Viajaram para o sul. O oceano estava do outro lado dos bancos de areia, esperando.
Quando o menino e o pai alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar apareceu na frente de seus olhos.

Foi tanta a imensidão do mar, tanto seu fulgor, que o menino ficou mudo com tamanha beleza. E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: “Pai, me ajuda a olhar?”


Nós, pais, estamos no mundo para ajudar nossos filhos a olhar. 
Por trás desse me ajuda a olhar, de menino inocente e admirado, estão as grandes questões da educação no lar.
A pergunta do filho poderia ser entendida como: Pai, me ajuda a perceber todas as belezas, as nuances, tudo que ainda não consigo perceber?
Ajuda-me a saber admirar as coisas importantes da vida, você que já viveu tanto e tem tanta bagagem de mundo, tanta experiência?
Ajuda-me a compreender a existência, seus desafios, seus objectivos maiores?
Ajuda-me a não temer os problemas, a aprender com eles, toda vez que resolverem aparecer?
Ajuda-me a caminhar? Sem precisar caminhar por mim, pois tenho que descobrir meus próprios passos, mas, nos primeiros, principalmente, você fica ao meu lado?
E quando eu cair, você vai estar lá? Pois muitas coisas neste mundo me assustam, e preciso de uma segurança, de um lar para onde eu possa voltar. Ajuda-me a olhar para dentro de mim, pai?
Preciso me conhecer para me amar, para me perdoar e não deixar que a culpa me faça menor. Ajuda-me a olhar para dentro de mim?
A descobrir minhas potencialidades, minhas habilidades, o que tenho de bom?
Pois se você, pai, disser: “Você pode, meu filho. Você tem capacidade você é inteligente...” aí sim, vou acreditar.
E, se nessa busca eu encontrar algo que não goste, não suporte, você me ajuda a eu não desistir de mim mesmo?
Por isso preciso de você aqui, ao meu lado, me ensinando a olhar o mundo e a mim com olhos de quem quer a paz e não mais a discórdia, a violência. Por isso preciso que me ensine a olhar, que me ensine a escolher para que, um dia, quando meus olhos estiverem vendo o oceano, da altura dos seus... eu então possa dizer ao meu filho:

“Vou lhe ensinar a olhar, meu filho, não se preocupe. Segure firme em minhas mãos e vamos olhar o mundo juntos... Sempre juntos.”


Allan Kardec, Codificador da Doutrina Espírita, em O livro dos Espíritos assevera: Os espíritos apenas entram na vida corporal para se aperfeiçoar e melhorar.
A fraqueza da idade infantil os torna flexíveis, acessíveis aos conselhos da experiência e dos que devem fazê-los progredir. É então que podem reformar seu carácter e reprimir suas más tendências. Este é o dever que Deus confiou a seus pais, missão sagrada pela qual terão de responder.


com base em trecho de O livro dos abraços, de Eduardo Galeano, ed. Porto e no item 385 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec

sábado, 14 de dezembro de 2019

No caminho para o encontro com o sol:

Quando saís de casa para assistir ao nascer do sol, pensai desde logo que ides ao encontro de um ser vivo, e que toda a natureza à vossa volta também é viva. O universo inteiro está povoado por uma infinidade de criaturas invisíveis, mas reais. Então, dirigi-lhes uma saudação, dizei a todas essas entidades que se manifestam através dos quatro elementos - a terra, a água, o ar, o fogo - que as amais, que apreciais o seu trabalho, que estais reconhecidos pela limpidez da manhã e toda a vida que está a despertar.

No momento em que vos pondes ao caminho para ir ao encontro da aurora, deveis ter na vossa cabeça e no vosso coração o pensamento de que ides não apenas assistir, mas participar neste acontecimento formidável que se produz no universo.
O que há de mais belo e de mais essencial que o nascimento de um novo dia? Vós direis que a vossa presença não mudará nada: o dia nascerá quer estejais lá, quer não. Com certeza, mas é para vós que é importante, pois existe uma relação entre o que se passa na natureza e o que se passa em vós. Quando souberdes como olhar para o sol que nasce, compreendereis como é importante trabalhar com as forças do dia, a fim de que o dia desperte também na vossa consciência.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Evangelho (Mt 11,28-30)

Naquele tempo,respondendo Jesus, disse: «Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve».