RODA DA VIDA

Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth - Oramos pela vida e pela saúde de todos os que servem a Paz no mundo — homens e mulheres de todas as culturas, tradições e caminhos espirituais que, com coragem e entrega, assumem missões difíceis para levar esperança, justiça e consciência a um planeta tantas vezes ferido pela corrupção e pela desigualdade. Honramos estes irmãos e irmãs da humanidade, desde figuras amplamente reconhecidas, como o Papa Leão XIV e o Dalai Lama, até todos aqueles que, de forma silenciosa e anónima, trabalham pela harmonia, pela verdade e pelo bem comum. Cada um deles, na sua própria luz, ajuda a elevar a vibração da Terra e a despertar a compaixão nos corações. Que o seu exemplo inspire um mundo onde nenhum ser esteja à mercê da tirania, onde a força seja sempre colocada ao serviço do Amor, e onde a verdadeira autoridade seja a da consciência desperta e da dignidade humana. Elevemos também a nossa prece à Mãe Terra, casa sagrada de todos os povos e de todas as formas de vida. Que a nossa atenção, o nosso cuidado e as nossas ações reflitam o respeito profundo que ela merece. Que sejamos a mudança viva, a presença consciente e o gesto compassivo que contribui para a cura do planeta. Assim é, e assim se manifesta. - "Divina Fonte de toda a Vida, clamamos hoje pelo despertar das consciências. Que o ruído das armas seja silenciado pelo pulsar de corações em harmonia. Pedimos o fim imediato de todas as guerras, que as fronteiras do ódio se dissolvam e que o diálogo substitua o confronto. Que cada líder seja tocado pela compaixão e cada povo encontre no outro um irmão. Que a Terra não seja mais palco de dor, mas um solo fértil onde a paz floresça como direito de todos. Pela união, pela vida, pela paz mundial — que assim seja."- Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth - Oramos por la vida y la salud de todos aquellos que sirven a la Paz en nuestro mundo — hombres y mujeres de todas las culturas, tradiciones y caminos espirituales que, con valentía y entrega, asumen misiones difíciles para llevar esperanza, justicia y conciencia a un planeta tantas veces herido por la corrupción y la desigualdad. Honramos a estos hermanos y hermanas de la humanidad, desde figuras ampliamente reconocidas como el Papa León XIV y el Dalai Lama, hasta todos aquellos que, en la humildad de su servicio silencioso, trabajan por la armonía, la verdad y el bien común. Cada uno de ellos, con su propia luz, ayuda a elevar la conciencia de la Tierra y a despertar la compasión en los corazones humanos. Que su ejemplo inspire un mundo donde ningún ser quede a merced de la tiranía, donde la fuerza esté siempre al servicio del Amor, y donde la verdadera autoridad surja de la conciencia despierta y de la dignidad humana. Elevemos también nuestra oración a la Madre Tierra, hogar sagrado de todos los pueblos y de todas las formas de vida. Que nuestra atención, nuestro cuidado y nuestras acciones reflejen el profundo respeto que ella merece. Que seamos el cambio vivo, la presencia consciente y el gesto compasivo que contribuye a la sanación del planeta. Así es, y así se manifiesta. - Divina Fuente de toda Vida, clamamos hoy por el despertar de las conciencias. Que el estruendo de las armas sea silenciado por el latir de corazones en armonía. Pedimos el fin inmediato de todas las guerras, que las fronteras del odio se disuelvan y que el diálogo reemplace al enfrentamiento. Que cada líder sea tocado por la compasión y cada pueblo encuentre en el otro a un hermano. Que la Tierra no sea más escenario de dolor, sino un suelo fértil donde la paz florezca como derecho de todos. Por la unión, por la vida, por la paz mundial — que así sea." -Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth - We pray for the life and health of all those who serve Peace in our world — men and women from every culture, tradition, and spiritual path who, with courage and devotion, take on difficult missions to bring hope, justice, and awareness to a planet so often wounded by corruption and inequality. We honor these brothers and sisters of humanity, from widely recognized figures such as Pope Leo XIV and the Dalai Lama to all those who, in quiet humility, work for harmony, truth, and the common good. Each of them, in their own light, helps elevate the consciousness of the Earth and awaken compassion in human hearts. May their example inspire a world where no being is left at the mercy of tyranny, where strength is always placed in the service of Love, and where true authority arises from awakened conscience and human dignity. Let us also raise our prayer to Mother Earth, the sacred home of all peoples and all forms of life. May our attention, our care, and our actions reflect the deep respect she deserves. May we become the living change, the conscious presence, and the compassionate gesture that contribute to the healing of the planet. So it is, and so it manifests. - "Divine Source of all Life, we call today for the awakening of consciences. May the roar of weapons be silenced by the pulse of hearts in harmony. We plead for the immediate end of all wars, that the borders of hate may dissolve and that dialogue may replace conflict. May every leader be touched by compassion and every nation find a brother in one another. May the Earth no longer be a stage for pain, but a fertile ground where peace flourishes as a right for all. For unity, for life, for world peace — so be it."

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Coragem! Eu venci o mundo!

Não te deixes derrotar em qualquer situação.
Tem coragem!
A derrota pior é daquele que desanima.
Nem sempre perder é ser derrotado, mas desanimar é ser vencido.

Cristo venceu a morte com a morte.
Com Cristo venceremos
É grande o que vence o mal com o bem.

O desanimo bate-me muitas vezes à porta: são dificuldade de saúde, de trabalho, de relacionamentos, de ...
Por vezes apetece-me cruzar os braços: olho para a direita e vejo o céu carregado de nuvens, à minha esquerda chove, caminho e escorrego...

Senhor, eu preciso ouvir a Tua palavra: "Coragem! Eu venci o mundo!
Permite que ela faça eco e permaneça em meu ouvido!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Evangelho (Lc 24,13-35)

Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, a uns dez quilómetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os seus olhos, porém, estavam como vendados, incapazes de reconhecê-lo. 

Então Jesus perguntou: «O que andais conversando pelo caminho?». Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: «És tu o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes dias?». Ele perguntou: «Que foi?». Eles responderam: «O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e diante de todo o povo. Os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel; mas, com tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos assustaram. Elas foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém viu». Então ele lhes disse: «Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!. Não era necessário que o Cristo sofresse tudo isso para entrar na sua glória?». E, começando por Moisés e passando por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, as passagens que se referiam a ele. 

Quando chegaram perto do povoado para onde iam, ele fez de conta que ia adiante. Eles, porém, insistiram: «Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!». Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a bênção, partiu-o e deu a eles. 

Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram. Ele, porém, desapareceu da vista deles. Então um disse ao outro: «Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E estes confirmaram: «Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!». Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Quantas vezes já ouvimos falar a respeito de pacientes em fase terminal que, de forma repentina, acusam melhora do seu estado, surpreendendo médicos e familiares?

Quantas vezes ouvimos histórias a respeito de enfermos que, apresentando confusão mental ou demência, desde algum tempo, adquirem plena lucidez, conversando com quem esteja ao lado, de forma plena e consciente?

Também ouvimos que isso dura pouco. Talvez algumas horas, um dia, para depois morrerem. Isso é tão verdadeiro que o dito popular denominou tais questões de a melhora da morte.

Aquele médico, cientista de primeira linha, tinha uma história muito peculiar, vivenciada por ele próprio. Não havia explicação científica para o que ele presenciara e o assombrara. No entanto, ele não pôde se furtar a admitir a verdade profunda e confortante: somos Espíritos imortais. E todos os que nos amamos estamos interconectados, nesta vida e na outra. A morte não apaga os luminosos raios da estrela do amor nem destrói os laços do afecto.

Seu pai estava enfermo há cinco anos e entrara em uma fase bastante difícil, nos últimos vinte e quatro meses. Incapaz, demente, sentia muita dor e insistia que queria morrer. Não suportava mais viver daquela forma, confessava.

Então, de repente, pareceu tomado de lucidez. Fixou o olhar no pé da cama e se pôs a fazer observações a respeito da vida e da família. O filho, John, prestou atenção no que dizia seu velho pai e se deu conta de que ele conversava com alguém. Ninguém menos do que a sua mãe, morta há uns sessenta e cinco anos, quando ele era apenas um adolescente. John pouco ouvira falar a respeito dessa avó, mas agora verificava que seu pai mantinha com ela uma animada conversa. E pelo tom do diálogo, John deduziu que ela estava dando as boas vindas ao Espírito de seu pai.

Depois de alguns minutos, o enfermo se voltou para ele com uma expressão totalmente diferente no olhar. Nada lembrava aquela alienação dos últimos dois anos. Ele sorriu, irradiando uma aura de paz jamais antes apresentada.

Durma, papai. – Disse o médico. Descanse, está tudo bem.

E foi exactamente o que ele fez. Fechou os olhos, e se deixou levar, com uma expressão de serenidade no rosto. Ele partiu e John guardou a certeza de que a sua avó estivera ali, recebendo nos braços o Espírito do filho do qual se apartara fisicamente há mais de sessenta anos.

*   *   *

Nossos amores não nos abandonam. Partem para a pátria espiritual mas mantém os olhos fixos nos que permanecemos por cá, ainda com tarefas a realizar, missões a desempenhar. Periodicamente, nos enviam suas vibrações de bom ânimo, por vezes nos visitam nas asas do sonho, arrefecendo as saudades da separação. Finalmente, quando se aproxima o momento da nossa partida, ei-los a postos, encorajando-nos para a grande viagem a empreender. Eles vêm nos tranquilizar, falando de sua própria experiência e do que nos espera, do outro lado da vida. Estão ali para nos recepcionar, para nos abraçar e nos dizer: Sejam bem-vindos. Demorou um pouco mas nos reencontramos.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Que ninguém vos engane com falsas e vãs filosofias

Sê feliz!

Lembra-te que a felicidade está pendente de ti mesmo!

Constrói a felicidade em bases sólidas: ouve os conselhos das pessoas idóneas; sê sincero e puro; aproveita o tempo; cultiva-te.

Constrói a felicidade com uma vida digna e nobre.

Se alguém te quiser afastar do bom caminho, não o sigas; continua na estrada do bem: aquela que te leva à felicidade.
*
Ajuda o outro a ser feliz.
Fá-lo com o auxilio
- da palavra
- da fé
- da caridade
- do testemunho
*
Sou feliz?
Como ajudo o outro ser feliz?
Que posso fazer para ser e ajudar a ser feliz?
*
Eu quero ser feliz. 
Eu vou construir a felicidade!