Digna-te, ó meu Deus, de acolher, benévolo, a prece que te dirijo pela Memória de;
Aurora, senhora brilhante, linda, luz assustada e tímida, descanse em paz; Luís Carlos San, arte desejo e ternura, descanse em paz; Paulinho Andrade, vibrante companheiro de aventuras de adolescente, descansa em paz; Manuel Regalado (Nelinho), irmão de sempre na saudade e cumplicidade; António e Lucília Regalado, pai e mãe da família irmã, descansem em paz; Jorge Correia Pinto, amigo puro a bondade e alegria, tem teu nome, descansa em paz; Marina, descanse em paz; Nitos, amigo companheiro de aventuras; Olivério (Bérinho) e Pedro Pinto, adorado cunhado meu herói de muito jovem e seu irmão; Zé Alberto, justo, protetor e calmo amigo de juventude; Caluxa, o sorriso mais puro e belo; Júnior e Dadinha, inocentes paixões de um sonho de miúdo; Mestre José Banguera de Súa, ídolo e professor musical, até no seu olhar; Francisco Santos, descansem em paz; Avô Jorge Oliveira, meu amor, meu Anjo da guarda; Avó Lai e Tia Nela Oliveira, queridas protetoras; Zézinho doce sobrinho que falava tudo com o olhar, menos o sofrimento que guardava só para si; Z.A. saudoso mano, lado de mim conhecido e por conhecer; Ângela Amorim (Tita), irmã, tanto de mim é feito do que aprendi contigo, mana meu coração ama-te incondicionalmente, para todo sempre; Tia Paula Oliveira, meu colo protetor incondicional, amiga da natureza; Mário Correia, amigo tio, descansem em paz; Mamã Maria Fernanda (Santinha), minha mãe, de ti tudo de bom recebi, e por falta de minha própria capacidade, de acompanhar tão inigualável amar, nem assim deixas de te ocupares de mim... devo-te tudo o que sou de melhor... santinha, descansa em paz; Rosarinho, minha querida irmã, desde sempre meu par nas brincadeiras de infância, nas festas de adolescência, amiga incondicional pela vida fora, ativista dos valores familiares, centro amoroso de muitas reuniões entre irmãos, descansa em paz mana, que por muitos muito fizeste; Sr. Manuel, Anjo protetor; António Fontes, companheiro de Tai Chi; Aires Duarte, descansem em paz; Pedro Miguel Barros, bonita alma, colega de trabalho; Artur Magalhães, descansem em paz; Glória, Anita, Gena e Miguel Ramos, e todos meus antepassados e familiares a todos devo um importante e maravilhoso bocadinho daquilo que hoje sou; Frank Barrote, figura paterna e amiga; Joaquim (primo Pimpim), obrigado primo por teres sido para os primos mais novos um professor e amigo de brincadeiras; Cristina Amorim, prima de alma linda e sensível, descansem em paz; António Abreu, (ASA), companheiro de belos passeios de mota que chegamos a viver não tanto o quanto queríamos mas ainda assim gratos; Américo Agostinho, descansem em paz; Bartolomeu (Bart.), inspiração de muitas jams, nunca te sintas só; Amélia JLMF Faria, esposa vela por teu saudoso marido que por ti ainda procura no sentido da vida que lhe resta agora sem a tua presença física; Avó Celeste Sant´Ana, coração sábio, compreensiva, bonita, animada e meiga; Álvaro Costa, descansem em paz; Maria Adelina Jesus Lopes, (Mestre Madelina), flor da eternidade que ilumina os passos do caminhante; Maria José (Avó Zézé), querida e bondosa senhora; António Gouveia (Gou), fiel amigo sempre disposto ao amparo em horas de necessidade, descansem em paz; Fernanda e Celeste Freitas, (sogrinha e tia, irmãs muito amadas e queridas, amigas de profundo bem querer) ternura e exemplo de coragem; Paula Faria, jovem cunhada de bom coração, todos os animais te louvam eternamente pela tua humanidade para com esses inocentes; Antero Faria, meu sogro e um verdadeiro amigo, eternamente grato pela amizade e proteção, descansem em paz; Bruno da Andreia descanse em paz; Rogério P. Assunção irmão da D. Maria descanse em paz; Enio Lázaro Regamonti, “A você Enio que sempre foi companheiro, amigo, que me respeitou como pessoa e como mulher, agradeço por tudo que aprendi com vc. Obrigada"; Pedro Farias, jovem Pedro descansa em paz; Paulo Henrique e sua esposa, sempre simpático e bondoso, o pai e a mãe da Salomé, descansem em Paz; Idalina Sá, maninha obrigado pela graça da tua forte amizade, descansa em Paz; Lara da Lena, descanse em Paz; Sr. Manuel de Sousa Leite, as pessoas que nos morrem, das duas uma, ou nos são tão próximas que assimilamos parte delas, o que ficará conosco mesmo depois destas morrerem, ou então, se isto não se passa, não serão grandes as razões para as chorar (Alma, Rui Sousa), descansem em Paz; Sr. Júlio da barbearia Primor, amigo, descanse em paz; Papa Francisco, inspiração da Igreja Católica, descanse em Paz; Maria José Sousa, mãe da Luisinha..., Amor, descanse em paz; Fátima do Manuel Brito, descanse em paz; Sr. Fernando, (Kaguinà) homem de terno e de bom caráter, descanse em paz: Sr. Eng. Fernandes pai da Jú, dócil, simpático e bom; Manuel Almeida, artista, pintor de grande talento, descansem em paz...
Com Todos vós eu tive o singular milagre de cruzar a um dado momento este caminho e pranto de vida, mar de alegrias e sofrimentos, e todos vós são aquilo em que me tornei e sou hoje. Na realidade, a todos, devo a melhor parte de mim, sem a qual não me reconheceria.
Partistes cedo demais, antes de mim, em variadas circunstancias, para um lugar que ainda desconheço. A vossa ausência física é saudade em mim, assim como a vossa presença espiritual de uma força indescritível: - a vós me dirijo e confesso meu amor, minha afeição e por vós anseio, na história do que não sendo mais, eu sou.
Senhor…
Fazei-lhes entrever as claridades divinas e torna-lhes fácil o caminho da felicidade eterna. Permite que os bons Espíritos lhes levem as minhas palavras e o meu pensamento.
Vós, que tão caros me éreis neste mundo, escutai a minha voz, que vos recorda para vos oferecer nova prova de meu amor. Permitiu Deus que vos libertasses antes de mim e disso não me poderia queixar sem egoísmo, porquanto seria querer-vos sujeitos ainda às penas e sofrimentos da vida.
Espero, pois, resignado, o momento de nos reunirmos de novo no mundo mais venturoso no qual me precedeste. Sei que é apenas temporária a nossa separação e que, por mais longa que me possa parecer, a sua duração nada é em face da ditosa eternidade que Deus promete aos seus escolhidos. Que a sua bondade me preserve de fazer o que quer que retarde esse desejado instante e me poupe assim à dor de não vos encontrar, ao sair do meu cativeiro terreno.
Oh! tão doce e consoladora é a certeza de que não há entre nós mais do que um véu material que vos oculta ao meu olhar! de que podeis estar aqui, ao meu lado, a ver-me e ouvir-me como antes, senão ainda melhor que antes; de que não me esqueceis, do mesmo modo que eu não vos esqueço; de que os nossos pensamentos constantemente se entrelaçam e que o vosso sempre me acompanha e ampara.
Que a paz do Senhor seja convosco.