“Há um lugar dentro de ti onde todas as coisas são perfeitas, pois repousam na criação de Deus. Neste lugar és amparado pela luz e pelo amor e diante disso o que poderia machucar o teu coração ou fazer-te pequeno perante a alegria de Deus? Um lugar onde a respiração é pausada porque é feita de tranquilidade. Vai e toma teu lugar ...”
RODA DA VIDA
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
O SIMBOLISMO DA ÁRVORE DE NATAL
Lubélia Travassos
(Ponta Delgada, 4 de Dezembro de
2024)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Evangelho (Mt 11,16-19)
Naquele tempo, Jesus disse: «Com quem vou comparar esta geração?
É parecida com crianças sentadas nas praças, gritando umas para as outras: ‘Tocamos flauta para vós, e não dançastes. Entoamos cantos de luto e não chorastes!’ Veio João, que não come nem bebe, e dizem: ‘Tem um demônio’. Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo de publicanos e de pecadores’. Mas a sabedoria foi reconhecida em virtude de suas obras».
domingo, 21 de dezembro de 2025
E se a vida fosse uma estrada?
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Pensamento
domingo, 7 de dezembro de 2025
O que desejas te é dado ver
sábado, 29 de novembro de 2025
Pensamento sobre a Oração
O costume de orar ao Senhor acendendo uma vela e queimando incenso, advém de a vela e o incenso que ardem simbolizarem o sacrifício, a transformação de uma matéria bruta numa matéria mais subtil: a luz e o perfume.
sábado, 15 de novembro de 2025
Oração Apache
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
As orações sempre ouvidas
Às margens do momento inesquecível em que Yeshua proferiria pela primeira vez a oração do Pai nosso, Pedro manteve oportuna conversação com o Mestre acerca da comunhão com Deus. A primeira questão que incomodava o discípulo era se Deus realmente ouvia todas as orações.
Yeshua lhe respondeu:
Como não, Pedro? Desde que o homem começou a raciocinar, observou que, acima de seus poderes reduzidos, havia um poder ilimitado, que lhe criara o ambiente da vida. Todas as criaturas nascem com tendência para o mais alto e experimentam a necessidade de comungar com esse plano elevado, donde o Pai nos acompanha com o Seu amor, todo justiça e sabedoria, onde as preces dos homens O procuram sob nomes diversos.
Simão, você acredita que, em todos os séculos da vida humana, as almas recorreriam, incessantemente, a uma porta silenciosa e inflexível, se nenhum resultado obtivessem?... Não tenha dúvida: todas as nossas orações são ouvidas!
Em Sua resposta a Pedro, Yeshua provoca uma autoanálise. Faz-nos buscar uma tendência inata que todos temos, que vem conosco, independentemente da crença, da educação e da cultura na qual estamos mergulhados.
Obviamente, essa essência será influenciada por diversos fatores, ao longo da nossa existência. Poderá ser até abafada a ponto de alcançar a negação da existência do próprio Criador. Quando o nosso caldo de cultura e educação se soma a traumas do Espírito imortal, podemos romper com a ideia de Deus. Isso não faz com que Ele deixe de existir. Apenas bloqueia-nos, parcialmente, o acesso a parte importante de nós mesmos.
Yeshua nos estimula a buscar nossa própria essência, o que nos conecta naturalmente ao Pai, como sempre nos conectou. Sempre tivemos essa tendência de perceber que, acima de nós, havia forças superiores. A necessidade de comungar, de nos relacionarmos com Essa Força, com Essa Inteligência Superior, é decorrência natural.
Muitos o fazemos sem perceber, às vezes no contato com a natureza, sentindo o vento no rosto, emocionando-nos com o sol nos tocar, numa bela manhã. Outros o fazemos no contato com o amor dos filhos, na emoção de sermos pais e nos darmos conta da grandeza de sermos cocriadores. Outros o fazemos nas ações do bem.
Contudo, há um método infalível para essa conexão com o Criador. Aprendemos a chamar de oração. Uma conversa direta, um momento em que podemos segredar íntimas aspirações, anelos, esperanças, dúvidas e amargores. Sem necessidade de rituais exteriores, sem palavras específicas, sem local ou horário determinados.
Yeshua é nosso modelo. Deve ser imitado em tudo. Ele se utilizou desse recurso inúmeras vezes. E para nos guiar, deixou uma prece referência, ensinando-nos a orar, garantindo-nos que toda oração verdadeira, feita com o coração, seria ouvida.
Lembremos disso. Somos ouvidos pelo Pai. Habituemo-nos então, a buscá-lO, a segredar-Lhe nossas necessidades, nossas dores e nossas alegrias, todo dia, a cada dia.
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
A Oração - nº. 11
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
Os invisíveis que estão connosco
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
Pensamento do dia
"Quando meditais, quando orais, observai a natureza das vossas sensações. A meditação e a oração devem fazer-vos sentir um calor, uma luz, uma força, uma alegria, um deslumbramento... Se não for o caso, deveis procurar perceber qual é a razão.

Por vezes, quando se risca um fósforo na lixa, ele não se inflama, porque está molhado, ou então foi a caixa que apanhou humidade. E se um isqueiro não acende, é porque lhe falta gás ou porque a pedra está gasta. Nas práticas espirituais, tal como no plano material, os insucessos têm sempre uma causa, que é preciso descobrir. O intelecto nunca deve estar húmido, e o coração nunca deve estar seco. É preciso que o coração esteja húmido e quente, e que o intelecto esteja seco e frio. Um coração seco torna-se egoísta e, se estiver frio, terá falta de amor. Se se aquecer o intelecto, este adormecerá, e se estiver demasiado húmido, apodrecerá. Estas imagens simples e claras devem ajudar-vos a resolver as dificuldades da vossa vida interior."
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
Evangelho (Lc 12,49-53)
Naquele tempo, o Senhor disse aos seus discípulos:
Fogo eu vim lançar sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! Um batismo eu devo receber, e como estou ansioso até que isto se cumpra! Pensais que eu vim trazer a paz à terra?
Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer a divisão. Pois daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; ficarão divididos: pai contra filho e filho contra pai; mãe contra filha e filha contra mãe; sogra conta nora e nora contra sogra.
domingo, 19 de outubro de 2025
Evangelho (Lc 18,1-8)
Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de orar sempre, sem nunca desistir: «Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, e lhe pedia: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário! ’ Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Não temo a Deus e não respeito ninguém. Mas esta viúva já está me importunando. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha, por fim, a me agredir!’.
E o Senhor acrescentou:
«Escutai bem o que diz esse juiz iníquo!
E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele?
Será que vai fazê-los esperar?
Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do Homem, quando vier, será que vai encontrar fé sobre a terra?
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
Pensamentos do dia
"Quando vos dirigis ao Senhor, não imagineis que a vossa prece chegará até Ele diretamente. Na terra, é impossível dirigirmo-nos a uma personagem importante sem passarmos por intermediários; por maioria de razão, assim é também em relação ao Senhor. No entanto, algumas pessoas creem que qualquer um pode lidar diretamente com Ele! E até vos dirão como se dirigem a Deus e como Deus lhes responde. Ou, por vezes, é o inverso: Deus fala com elas e elas respondem-Lhe! Coitadas, se as coisas se tivessem passado como elas imaginam, há muito que teriam sido fulminadas, pulverizadas, não restaria delas o menor vestígio.
Deus é uma energia de uma potência indescritível, nenhum ser humano pôde, alguma vez, tocar-Lhe, nem ouvi-l’O, nem vê-l’O. Direis que Abraão, Moisés e os profetas de Israel falaram com Deus. Sim, o Antigo Testamento está cheio desses diálogos, mas, na realidade, é apenas uma maneira figurada de apresentar as coisas. Jamais algum ser humano se relacionou diretamente com Deus."
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
Pensamentos... de Omraam
"O mergulhador equipado com um escafandro, que desce ao fundo do mar para aí trabalhar, precisa de uma quantidade suficiente de oxigénio para poder ficar muito tempo debaixo de água e, para sua segurança, fica ligado a amigos que permanecem fora de água, que lhe fazem chegar o oxigénio e que também estão prontos para o retirar ao menor sinal de perigo. Só nestas condições ele poderá trabalhar.
Tal como os escafandristas, nós estamos mergulhados num oceano chamado mundo. Este oceano está cheio de escolhos e de monstros que, por vezes, querem devorar-nos. Por isso, para resistirmos, precisamos de ser abastecidos com oxigénio, instalar tubos através dos quais o ar chegará até nós, ou seja, pormo-nos em contacto com o mundo divino e permanecer ligados a ele. Para se estabelecer este contacto, é preciso meditar e orar, pois são estas atividades que criam o tubo de ar e a corda de chamada. Aqueles que dizem: «Estou farto de orar e de meditar, é sempre a mesma coisa. Uma mudança far-me-ia bem», acabarão por perder-se no oceano da vida."
quarta-feira, 8 de outubro de 2025
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Evangelho (Mt 15,21-28):
Naquele tempo, Jesus foi para a região de Tiro e Sidônia. Uma mulher Cananéia, vinda daquela região, pôs-se a gritar: «Senhor, filho de Davi, tem compaixão de mim: minha filha é cruelmente atormentada por um demônio!». Ele não lhe respondeu palavra alguma. Seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram: «Manda embora essa mulher, pois ela vem gritando atrás de nós». Ele tomou a palavra: «Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel». Mas a mulher veio prostrar-se diante de Jesus e começou a implorar: «Senhor, socorre-me!». Ele lhe disse: «Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-lo aos cachorrinhos». Ela insistiu: «É verdade, Senhor; mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!». Diante disso, Jesus respondeu: «Mulher, grande é tua fé! Como queres, te seja feito!». E a partir daquela hora, sua filha ficou curada.
terça-feira, 23 de setembro de 2025
"A realidade do trabalho espiritual"
quinta-feira, 18 de setembro de 2025
Quando se faz noite nas almas
Na noite que parecia de infinitas tristezas, ante as palavras proféticas do Mestre, uma nota de esperança. Uma esperança que não apenas bruxuleia como uma chama tímida, mas incendeia corações, ante a perspectiva deslumbrante.
Jesus se despedia dos amigos, eles o sentiam. Jamais, mesmo no reduzido círculo apostólico, suas instruções haviam soado tão prenunciadoras de dores futuras. A ceia pascal, que lembrava a libertação da escravidão do Egito, que falava de um Deus que havia olhado para o Seu povo e o havia abrigado em Seu amor, fora povoada de atos, nem por todos percebidos. As palavras caíam naqueles corações que se indagavam: O que faremos, quando Ele se for? Ele é a nossa fortaleza, nosso refúgio. Que faremos, depois?
Eles haviam deixado seus afazeres, seus lares para estarem com Ele, que lhes acenara com um reino jamais conhecido. Algo totalmente diverso do que viviam, naqueles dias de domínio romano. No entanto, aquela despedida os atemorizava:
Filhinhos, ainda por um pouco estarei convosco. Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. Então, o Poeta de um reino ainda não alcançado, ergueu a súplica ao Pai. E nos versos da Sua oração, brotaram flores de esperança:
Pai, é chegada a hora. Glorifica a teu filho, para que também o teu filho te glorifique a ti. Eu te glorifiquei na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste. Eram teus, e tu mos deste e guardaram a tua palavra. Agora, já têm conhecido quanto tudo que me deste provém de ti. Eu rogo por eles. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. Não estou mais no mundo mas eles estão no mundo e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste para que sejam um, assim como nós. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os envio ao mundo. E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim. Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a glória que me deste. Porque tu me hás amado antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu. Mas eu te conheci e estes conheceram que tu me enviaste a mim. Eu lhes fiz conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles. E eu neles esteja.
Como uma suave balada, a rogativa acalmara aqueles corações. O Bom Pastor os entregava, em totalidade, ao Pai Amoroso e Bom. E prometia que estaria sempre com eles. Que mais poderiam almejar senão estar com Ele, na glória, na dor, onde quer que fosse e como fosse. Quando a voz se calou, permaneceram todos mudos. Nada mais havia para ser dito. A declaração fora do mais puro amor de um Ser aos Seus tutelados. Por isso, quando se fez a hora, eles saíram a pregar as belezas do reino dos céus, desejando atrair todos para Ele, a fim de que gozassem da mesma felicidade que lhes invadia as almas. Na noite de sofrimentos que nos assombrem, lembremos: o Pastor está connosco!
domingo, 14 de setembro de 2025
Porque Deus permite
“Sempre que indagamos de nossos Maiores porque não interfere a Divina Providência no campo da inteligência corrompida no mal, a resposta invariável é que o Criador exige sejam as criaturas deixadas livres para escolherem o caminho de evolução que melhor lhes pareça, seja uma avenida de estrelas ou uma vereda de lama.
Deus quer que todos os seus filhos tenham a própria individualidade, creiam nele como possam, conservem as inclinações e gostos mais consentâneos com o seu modo de ser, trabalhem como e quanto desejem e habitem onde quiserem.
Somente exige – e exige com rigor – que a justiça seja cumprida e respeitada. “A cada um será dado segundo as suas obras.” Todos receberemos, nas Leis da Vida, o que fizermos, pelo que fizermos, quanto fizermos e como fizermos.
De conformidade com os preceitos Divinos, podemos viver e conviver uns com os outros, consoante os padrões de escolha e afetividade que elejamos; entretanto, em qualquer plano de consciência, do mais inferior ao mais sublime, o prejuízo ao próximo, a ofensa aos outros, a criminalidade e a ingratidão colhem dolorosos e inevitáveis reajustes, na pauta dos princípios de causa e efeito que impõem amargas penas aos infratores.
Somos livres para desenvolver as nossas tendências, cultivá-las e aperfeiçoá-las, mas devemos concordar com os Estatutos do Bem Eterno, cujos artigos e parágrafos estabelecem sejam feitas e mantidas, no bem de todos e no amparo desinteressado aos outros, as garantias do nosso próprio bem.
Cumpre-se a Eterna Justiça no mundo de cada um de nós. Deus não nos condena nem nos absolve. O Amor Universal está sempre pronto a soerguer-nos, instruir-nos, burilar-nos, elevar-nos, santificar-nos.
O destino é a soma de nossos próprios atos, com resultados certos. Devemos sempre a nós mesmos as situações em que nos enquadra a existência, porquanto recolhemos da vida exatamente o que lhe damos de nós.”






















