RODA DA VIDA

Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth - Oramos pela vida e pela saúde de todos os que servem a Paz no mundo — homens e mulheres de todas as culturas, tradições e caminhos espirituais que, com coragem e entrega, assumem missões difíceis para levar esperança, justiça e consciência a um planeta tantas vezes ferido pela corrupção e pela desigualdade. Honramos estes irmãos e irmãs da humanidade, desde figuras amplamente reconhecidas, como o Papa Leão XIV e o Dalai Lama, até todos aqueles que, de forma silenciosa e anónima, trabalham pela harmonia, pela verdade e pelo bem comum. Cada um deles, na sua própria luz, ajuda a elevar a vibração da Terra e a despertar a compaixão nos corações. Que o seu exemplo inspire um mundo onde nenhum ser esteja à mercê da tirania, onde a força seja sempre colocada ao serviço do Amor, e onde a verdadeira autoridade seja a da consciência desperta e da dignidade humana. Elevemos também a nossa prece à Mãe Terra, casa sagrada de todos os povos e de todas as formas de vida. Que a nossa atenção, o nosso cuidado e as nossas ações reflitam o respeito profundo que ela merece. Que sejamos a mudança viva, a presença consciente e o gesto compassivo que contribui para a cura do planeta. Assim é, e assim se manifesta. - "Divina Fonte de toda a Vida, clamamos hoje pelo despertar das consciências. Que o ruído das armas seja silenciado pelo pulsar de corações em harmonia. Pedimos o fim imediato de todas as guerras, que as fronteiras do ódio se dissolvam e que o diálogo substitua o confronto. Que cada líder seja tocado pela compaixão e cada povo encontre no outro um irmão. Que a Terra não seja mais palco de dor, mas um solo fértil onde a paz floresça como direito de todos. Pela união, pela vida, pela paz mundial — que assim seja."- Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth - Oramos por la vida y la salud de todos aquellos que sirven a la Paz en nuestro mundo — hombres y mujeres de todas las culturas, tradiciones y caminos espirituales que, con valentía y entrega, asumen misiones difíciles para llevar esperanza, justicia y conciencia a un planeta tantas veces herido por la corrupción y la desigualdad. Honramos a estos hermanos y hermanas de la humanidad, desde figuras ampliamente reconocidas como el Papa León XIV y el Dalai Lama, hasta todos aquellos que, en la humildad de su servicio silencioso, trabajan por la armonía, la verdad y el bien común. Cada uno de ellos, con su propia luz, ayuda a elevar la conciencia de la Tierra y a despertar la compasión en los corazones humanos. Que su ejemplo inspire un mundo donde ningún ser quede a merced de la tiranía, donde la fuerza esté siempre al servicio del Amor, y donde la verdadera autoridad surja de la conciencia despierta y de la dignidad humana. Elevemos también nuestra oración a la Madre Tierra, hogar sagrado de todos los pueblos y de todas las formas de vida. Que nuestra atención, nuestro cuidado y nuestras acciones reflejen el profundo respeto que ella merece. Que seamos el cambio vivo, la presencia consciente y el gesto compasivo que contribuye a la sanación del planeta. Así es, y así se manifiesta. - Divina Fuente de toda Vida, clamamos hoy por el despertar de las conciencias. Que el estruendo de las armas sea silenciado por el latir de corazones en armonía. Pedimos el fin inmediato de todas las guerras, que las fronteras del odio se disuelvan y que el diálogo reemplace al enfrentamiento. Que cada líder sea tocado por la compasión y cada pueblo encuentre en el otro a un hermano. Que la Tierra no sea más escenario de dolor, sino un suelo fértil donde la paz florezca como derecho de todos. Por la unión, por la vida, por la paz mundial — que así sea." -Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth - We pray for the life and health of all those who serve Peace in our world — men and women from every culture, tradition, and spiritual path who, with courage and devotion, take on difficult missions to bring hope, justice, and awareness to a planet so often wounded by corruption and inequality. We honor these brothers and sisters of humanity, from widely recognized figures such as Pope Leo XIV and the Dalai Lama to all those who, in quiet humility, work for harmony, truth, and the common good. Each of them, in their own light, helps elevate the consciousness of the Earth and awaken compassion in human hearts. May their example inspire a world where no being is left at the mercy of tyranny, where strength is always placed in the service of Love, and where true authority arises from awakened conscience and human dignity. Let us also raise our prayer to Mother Earth, the sacred home of all peoples and all forms of life. May our attention, our care, and our actions reflect the deep respect she deserves. May we become the living change, the conscious presence, and the compassionate gesture that contribute to the healing of the planet. So it is, and so it manifests. - "Divine Source of all Life, we call today for the awakening of consciences. May the roar of weapons be silenced by the pulse of hearts in harmony. We plead for the immediate end of all wars, that the borders of hate may dissolve and that dialogue may replace conflict. May every leader be touched by compassion and every nation find a brother in one another. May the Earth no longer be a stage for pain, but a fertile ground where peace flourishes as a right for all. For unity, for life, for world peace — so be it."

terça-feira, 22 de agosto de 2017

INVOCAÇÃO UNIVERSAL

Em nome de todos os povos da Terra,

Unimos os nossos corações ao Ritmo do Cosmos
E invocamos a grandeza da Força Universal
Com o apelo vivente das nossas almas.

Ó Senhor do Amor e da Luz,
Mestre do Saber de todos os tempos e lugares,
Vem unir todas as partes cindidas, 
todos os anseios,
Todos os credos, 
todas as luzes, 
todas as vidas!

Dá-nos o Ânimo, 
dá-nos a força de servir!
Dá-nos, ó Mestre, o Poder do Teu Verbo,
Para que o Reino venha, para sempre, na Terra!

Nós Te afirmamos 
como Vontade do Bem!
Nós Te afirmamos 
como Amor consagrado!

Nós Te afirmamos 
como Sabedoria de Deus!
E Te manifestamos no mundo 
como Luz e Verdade!

Nós todos, Senhor, 
Te vivemos em nós!
AUM!
  
Que a Paz e o Amor reinem no coração de cada um de nós.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Evangelho (Mt 6,7-15

«Quando orardes, não useis de muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. Não sejais como eles, pois o vosso Pai sabe do que precisais, antes de vós o pedirdes. 

»Vós, portanto, orai assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, como no céu, assim também na terra. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos que nos devem. E não nos introduzas em tentação, mas livra-nos do Maligno. De fato, se vós perdoardes aos outros as suas faltas, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. Mas, se vós não perdoardes aos outros, vosso Pai também não perdoará as vossas faltas».

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Yesua

Sobre as dúvidas de a cada instante estar mais fácil; Yeshua conhecia o Pai integralmente, para dar de seu testemunho foi selvaticamente e cobardemente assassinado por nossos antepassados em Jerusalém. Seus directos discípulos conheceram o Senhor em vida, e por seus ensinamentos um pouco por todo mundo, perseguidos foram selvaticamente assassinados. Comparativamente tu hoje, não conheces a nenhum Humano dessa estirpe mas, tu próprio tens um ambiente propício a adorares e transformares a tua vida, como nenhum deles anterior a ti teve, e para que isso aconteça, nem és perseguido nem tens que dar a vida,... apenas que ser feliz ❤️


terça-feira, 23 de maio de 2017

Ó meu amado Jesus, preenche-me de ti...

Evangelho (Jn 16,5-11): «Agora, eu vou para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: ‘Para onde vais? ’ Mas, porque vos falei assim, os vossos corações se encheram de tristeza. No entanto, eu vos digo a verdade: é bom para vós que eu vá. Se eu não for, o Defensor não virá a vós. Mas, se eu for, eu o enviarei a vós. Quando ele vier, acusará o mundo em relação ao pecado, à justiça e ao julgamento. Quanto ao pecado: eles não acreditaram em mim. Quanto à justiça: eu vou para o Pai, de modo que não mais me vereis. E quanto ao julgamento: o chefe deste mundo já está condenado».

terça-feira, 9 de maio de 2017

Ando devagar porque já tive pressa

Ando devagar porque já tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.

Mas hoje ando a passo lento, pois já entendo que a vida é uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser amável, ser amigo, ser sensível, ser compassivo, ser caridoso...

Hoje compreendo que é preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade autêntica, vem da paz de espírito, a paz de consciência, de quem segue o caminho do bem a todo custo.

Entendo também que as chuvas são bem-vindas, e que sem elas não há floradas, pois é preciso chuva para florir.

A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos diários da lida.

Ando devagar porque já tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...

Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs, absorvendo a vida em toda sua plenitude.

O viver pode ser o mesmo, as circunstâncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes são outras. Enxergo tudo de outra forma.

E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha missão aqui, preciso compreender minha própria marcha.

Sêneca, antigo sábio, afirmou que nenhum vento é a favor para quem não sabe para onde ir. Então, compreender a marcha é fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que é nossa marcha, nossa vida.

Só então posso ir tocando em frente, com simplicidade e devoção, com alegria e coração.

Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.

A felicidade não é para poucos, não, é para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.

Ando devagar porque já tive pressa... Pressa de partir, já quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em câmera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo até o fim.

Carrego esse sorriso porque já chorei demais, mas isso não quer dizer que não voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos serão a regra. A lágrima, exceção.

Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para trás.

Ando devagar para perceber o sabiá cantador, pois se torno minha vida uma bomba-relógio, passo a não perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabiás passam a não existir mais.

Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e não esmagar nada, nem ninguém com minha desatenção ou deselegância.

Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.

Ando devagar... porque já tive pressa.

*   *   *

A vida é especialmente rica para que se passe por ela, às pressas, sem atentar para os detalhes.

O mundo é pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.

Pensemos nisso!

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Tesouro da oração

Francisco Osuna, sacerdote místico espanhol do período renascentista - séculos quinze e dezesseis - na sua grande obra “Abecedário terceiro”, afirma que:

“A primeira forma de orar, a que se situa no plano da fé, é como escrever a um amigo.

A segunda forma de orar, situada no plano da esperança, é como escrever a um amigo e esperar por uma resposta.

A terceira maneira de orar, situada no plano do amor, é como se fôssemos pessoalmente à casa desse amigo.”

A antiguidade do conceito - mais de quinhentos anos - é de grande utilidade, porque esse amigo é Deus, cuja oração deve ser-lhe dirigida.

Trata-se de um grito emocional na hora da aflição encaminhado ao Pai Criador, como um ato de irrestrita confiança.

Noutras vezes, é uma descarga de angústias que necessita de socorro imediato e, por fim, é um enlevo de gratidão em delícia de emoção.

Por isso a oração, de maneira alguma se circunscreve apenas ao ato da rogativa. Também é instrumento de louvação e, por fim, de júbilo pelo bem alcançado, em forma de reconhecimento.

Orar é romper as barreiras mentais limitadoras das emoções e necessidades imediatas para alcançar os altiplanos da vida.

Nem sempre é tão fácil a oração assinalada pela perfeita integração da criatura com o Criador.

A falta do hábito salutar interrompe o fluxo do pensamento e ideias extravagantes interferem no ato, dificultando a sintonia.

A insistência disciplinadora, mediante a criação de novo programa, termina por facultar a doce interação entre quem ora e o destinatário.

Quando a fé ora, uma vibração ascendente superior rompe as cristalizações mentais e abre o psiquismo ao Senhor.

Quando a esperança ora, há uma natural comunhão que devolve a onda de luz que beneficia quem faz a solicitação.

Quando é o amor que ora, sucede uma fusão de psiquismos que culminam no êxtase.

*   *   *

Ainda associamos a oração a um ritual externo, a um endereçamento de palavras rebuscado, repleto de formalidades. São séculos e séculos de cultura arraigada na alma antiga.

Escrevemos a um Senhor que tememos, não conhecemos, e que mora muito longe...

Porém, quando desconstruirmos essa ideia – aos poucos, é claro – e transformarmos esse ato numa conversa de respeito, amizade e encanto, perceberemos que o Criador nunca esteve longe como imaginávamos. Nós é que criamos tal distância...

*   *   *

A palavra religião pode ter duas principais raízes.

Para alguns pensadores, o termo latino religare teria criado a palavra religião, numa alusão à necessidade de uma religação com o Criador.

Para outros, o termo pode ter vindo da palavra relegere, que significa reler, revisitar, retomar o que estava largado.

Que nossa oração aprenda a encurtar caminhos.

Que nossa oração nos faça perceber o Pai em tudo e em todos.

Que nossa oração seja, por si só, remédio para os pensamentos deletérios que ainda reinam em nossas mentes agitadas e confusas.

Que nossa oração – tesouro que temos – nos possibilite caminhar com os pés limpos, mesmo ainda pisando os pântanos do mundo.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Coragem! Eu venci o mundo!

Não te deixes derrotar em qualquer situação.
Tem coragem!
A derrota pior é daquele que desanima.
Nem sempre perder é ser derrotado, mas desanimar é ser vencido.

Cristo venceu a morte com a morte.
Com Cristo venceremos
É grande o que vence o mal com o bem.

O desanimo bate-me muitas vezes à porta: são dificuldade de saúde, de trabalho, de relacionamentos, de ...
Por vezes apetece-me cruzar os braços: olho para a direita e vejo o céu carregado de nuvens, à minha esquerda chove, caminho e escorrego...

Senhor, eu preciso ouvir a Tua palavra: "Coragem! Eu venci o mundo!
Permite que ela faça eco e permaneça em meu ouvido!

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Evangelho (Lc 24,13-35)

Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, a uns dez quilómetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os seus olhos, porém, estavam como vendados, incapazes de reconhecê-lo. 

Então Jesus perguntou: «O que andais conversando pelo caminho?». Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: «És tu o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes dias?». Ele perguntou: «Que foi?». Eles responderam: «O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e diante de todo o povo. Os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel; mas, com tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos assustaram. Elas foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém viu». Então ele lhes disse: «Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!. Não era necessário que o Cristo sofresse tudo isso para entrar na sua glória?». E, começando por Moisés e passando por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, as passagens que se referiam a ele. 

Quando chegaram perto do povoado para onde iam, ele fez de conta que ia adiante. Eles, porém, insistiram: «Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!». Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a bênção, partiu-o e deu a eles. 

Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram. Ele, porém, desapareceu da vista deles. Então um disse ao outro: «Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E estes confirmaram: «Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!». Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Quantas vezes já ouvimos falar a respeito de pacientes em fase terminal que, de forma repentina, acusam melhora do seu estado, surpreendendo médicos e familiares?

Quantas vezes ouvimos histórias a respeito de enfermos que, apresentando confusão mental ou demência, desde algum tempo, adquirem plena lucidez, conversando com quem esteja ao lado, de forma plena e consciente?

Também ouvimos que isso dura pouco. Talvez algumas horas, um dia, para depois morrerem. Isso é tão verdadeiro que o dito popular denominou tais questões de a melhora da morte.

Aquele médico, cientista de primeira linha, tinha uma história muito peculiar, vivenciada por ele próprio. Não havia explicação científica para o que ele presenciara e o assombrara. No entanto, ele não pôde se furtar a admitir a verdade profunda e confortante: somos Espíritos imortais. E todos os que nos amamos estamos interconectados, nesta vida e na outra. A morte não apaga os luminosos raios da estrela do amor nem destrói os laços do afecto.

Seu pai estava enfermo há cinco anos e entrara em uma fase bastante difícil, nos últimos vinte e quatro meses. Incapaz, demente, sentia muita dor e insistia que queria morrer. Não suportava mais viver daquela forma, confessava.

Então, de repente, pareceu tomado de lucidez. Fixou o olhar no pé da cama e se pôs a fazer observações a respeito da vida e da família. O filho, John, prestou atenção no que dizia seu velho pai e se deu conta de que ele conversava com alguém. Ninguém menos do que a sua mãe, morta há uns sessenta e cinco anos, quando ele era apenas um adolescente. John pouco ouvira falar a respeito dessa avó, mas agora verificava que seu pai mantinha com ela uma animada conversa. E pelo tom do diálogo, John deduziu que ela estava dando as boas vindas ao Espírito de seu pai.

Depois de alguns minutos, o enfermo se voltou para ele com uma expressão totalmente diferente no olhar. Nada lembrava aquela alienação dos últimos dois anos. Ele sorriu, irradiando uma aura de paz jamais antes apresentada.

Durma, papai. – Disse o médico. Descanse, está tudo bem.

E foi exactamente o que ele fez. Fechou os olhos, e se deixou levar, com uma expressão de serenidade no rosto. Ele partiu e John guardou a certeza de que a sua avó estivera ali, recebendo nos braços o Espírito do filho do qual se apartara fisicamente há mais de sessenta anos.

*   *   *

Nossos amores não nos abandonam. Partem para a pátria espiritual mas mantém os olhos fixos nos que permanecemos por cá, ainda com tarefas a realizar, missões a desempenhar. Periodicamente, nos enviam suas vibrações de bom ânimo, por vezes nos visitam nas asas do sonho, arrefecendo as saudades da separação. Finalmente, quando se aproxima o momento da nossa partida, ei-los a postos, encorajando-nos para a grande viagem a empreender. Eles vêm nos tranquilizar, falando de sua própria experiência e do que nos espera, do outro lado da vida. Estão ali para nos recepcionar, para nos abraçar e nos dizer: Sejam bem-vindos. Demorou um pouco mas nos reencontramos.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Que ninguém vos engane com falsas e vãs filosofias

Sê feliz!

Lembra-te que a felicidade está pendente de ti mesmo!

Constrói a felicidade em bases sólidas: ouve os conselhos das pessoas idóneas; sê sincero e puro; aproveita o tempo; cultiva-te.

Constrói a felicidade com uma vida digna e nobre.

Se alguém te quiser afastar do bom caminho, não o sigas; continua na estrada do bem: aquela que te leva à felicidade.
*
Ajuda o outro a ser feliz.
Fá-lo com o auxilio
- da palavra
- da fé
- da caridade
- do testemunho
*
Sou feliz?
Como ajudo o outro ser feliz?
Que posso fazer para ser e ajudar a ser feliz?
*
Eu quero ser feliz. 
Eu vou construir a felicidade!

quarta-feira, 29 de março de 2017

E se a morte...

E se a morte fosse apenas uma passagem, como um portal, para um outro ambiente, para outro local, onde tudo muda, porém continuamos a ser a mesma pessoa? Analisando assim, a morte não seria o fim, o término, o ponto final. Apenas passagem.

E se a morte fosse apenas uma viagem? Dessas em que nos despedimos de quem vai para muito longe, sentimos saudades, lembramos sempre, sabendo que o outro está seguindo a vida. Não nos desesperamos, só choramos baixinho de saudades, porque sabemos que não é uma viagem sem volta, ou uma partida sem reencontro. Amanhã, também viajaremos, e nossos amores, nossos amigos, estarão no cais do porto para se despedirem e assistir ao nosso embarque. Assim considerada, a morte não seria a separação sem fim, um destino incerto. Seria apenas uma viagem.

E se a morte fosse apenas uma mudança de casa? A mudança do vizinho amigo, que morava há anos ao nosso lado, e se foi...

É verdade que a casa permanece vazia, sem vida, sem alegria, porque ele não se encontra ali. Nossa amizade já não se faz no contacto diário, nas conversas ao pé do muro. Mas, sabemos que ele está em outro lugar, em outro local, em outra casa. Pensando assim, a morte não seria o abandono, o desaparecer, o não existir. Apenas uma mudança.

E se a morte fosse o voltar para casa, depois de longa viagem, dessas onde se percorrem estradas, se visitam localidades, aprendem-se lições e vivências acontecem? Então, o término da viagem seria a alegria do viajante que retorna para o lar, enquanto outros companheiros de viagem ainda têm trechos a percorrer. Trechos que, logo mais, eles também concluirão e estarão connosco. Por esse ângulo, a morte não seria a conclusão, o epílogo, o fechamento de uma história. Apenas o retomar da vida em outras paragens, para mais um capítulo.

*   *   *

Em verdade, assim é a morte: a mudança, a passagem, a transição, a viagem ou o retorno. Mas, todos continuaremos. A vida prossegue tão ou mais pujante mesmo quando a consideramos encerrada. Isso porque não somos o corpo físico, que um dia abandonaremos. Ele é apenas a vestimenta física, em carácter de empréstimo pela Providência Divina, a fim de vivenciarmos as lições de que carecemos.

Concluído o que aqui viemos fazer, apartamo-nos dele, e prosseguimos a viver. Por isso, a morte não deve se constituir na dor pungente do adeus. Apenas nas saudades do até logo. Além disso, não permanecemos isolados totalmente de nossos amores que nos antecederam na saída do corpo. Eles comparecem em nossos sonhos, nos visitam para amenizar as saudades, ou para nos aconselhar, ou nos atender em alguma circunstância. Quantas vezes demonstram suas presenças invisíveis com um abraço caloroso, palavras doces, que nos levam a recordá-los, senti-los, emocionando-nos até às lágrimas?

Dessa forma, se as saudades nos apertam o coração, tenhamos paciência. Não tarda o dia em que todos aportaremos no lado de lá, a fim de continuarmos a vida, sepultando definitivamente a morte.

terça-feira, 28 de março de 2017

Na hora mais amarga

Ela é assim. Chega quando se está no auge da alegria, quando os planos são muitos e se espera o jamais alcançado. Chega e derruba sonhos, destrói prazeres idealizados, consome de dor os que permanecem.

Conta a actriz Helen Hayes a sua inconformação com a morte de sua filha, de apenas dezanove anos de idade, levada por um ataque de poliomielite. 

Por quê? – Gritava seu coração. Minha filha era jovem e inocente, por que razão ser levada desta forma, às vésperas de sua estreia na carreira teatral, em nova Iorque? Ela própria, envolta em luto, abandonou a carreira artística. Como poderia criar beleza nos palcos, se estava morta por dentro? Passou a recusar compromissos sociais e profissionais, limitando-se a receber as pessoas mais íntimas da família. Tentou encontrar Deus, na literatura. Leu São Tomás de Aquino, a vida e a obra de Gandhi, a Bíblia. Tudo, porém, sem êxito algum. Sua filha estava morta e ela só conseguia ver sombras espessas no mundo, na sua vida.

Mas, Deus tem formas estranhas de informar da Sua existência e socorrer Seus filhos.

Então, um tal Isaac Frantz começou a telefonar, diariamente, para sua casa, tentando lhe falar. Helen jamais o atendeu. Finalmente, como ele não desistisse, ela concordou em recebê-lo em sua casa. Ele chegou, com a esposa. E foi no início do diálogo que a actriz entendeu o motivo da visita do casal.

A ideia fora do senhor Isaac, inclusive, sem o conhecimento da esposa, que ficara apavorada ao saber do compromisso. Contudo, comparecera, considerando que o marido tivera tanta dificuldade para marcar aquele encontro. O que surpreendeu Helen foi a espontaneidade com que a visitante começou a falar do filho, desencarnado, há pouco tempo, vítima de paralisia infantil.

Subitamente, percebeu que ela mesma estava mencionando o nome de sua filha, o que não havia feito desde a sua morte. E isso, emocionalmente, aliviara o seu coração. Entretanto, o que a escandalizou foi ouvir a visitante lhe dizer que tinha intenção de adotar um órfão de Israel.

A senhora Frantz, delicadamente, lhe disse: A senhora está pensando que esse órfão irá tomar o lugar do meu filho? Isso jamais poderá acontecer. No entanto, ainda há amor no meu coração e não desejo que esse sentimento se perca por falta de uso. Não posso morrer, emocionalmente, porque meu filho morreu biologicamente. Não devo amar menos por ter desaparecido fisicamente o afecto do coração. Devo amar ainda mais, porque o meu coração conhece o sofrimento dos que perderam o seu ente querido.

Quando o casal se despediu, concluída a visita, Helen compreendeu porque não encontrara Deus anteriormente. É que ele, o Deus-amor, não está nas páginas de um livro. Ele reside no coração humano. Também reconheceu que Deus a ninguém privilegia. Pessoas famosas ou quase anónimas, todas são iguais, perante o Seu amor e a Sua justiça.

*   *   *

Na hora mais amarga, serão a resignação dinâmica e a busca de Deus que poderão aplacar a dor e estabelecer novas directrizes para a continuidade da vida. Afinal, a aurora se faz extraordinária, explodindo em cores, a cada dia. E nos convida a amar, a não permitir que esse sentimento seque em nossa intimidade. Porque Deus é amor, por amor nos criou e nos sustenta.

terça-feira, 7 de março de 2017

Ato de submissão e resignação

Meu Deus, és soberanamente justo; todo o sofrimento, neste mundo, há, pois, de ter a sua causa e finalidade.

Aceito as aflições que venha a experimentar, como expiação de minhas faltas passadas e como prova para o futuro.

Bons Espíritos que vos interessais por mim e me protegeis, daí-me forças para suporta-las sem queixumes.

Fazei que elas sejam avisos salutares; que me acresça a experiência; que abata em mim o orgulho, a ambição, a tola vaidade e o egoísmo, e que contribuam assim para o meu adiantamento.

quarta-feira, 1 de março de 2017

O ser genuíno

O ser genuíno ou não, associo o tema mais ao âmbito da escolha do ser, do seu livre arbítrio que aliás constitui um outro grande mistério da evolução. Relaciono a genuinidade com uma escolha que se faz, com um estado de alerta que se cultiva de uma presença ou procura de Deus na pessoa, de uma postura consciente e trabalhosa de trazer dentro do peito a Eucaristia Crística.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Evangelho (Mc 9,14-29)

Quando voltaram para junto dos discípulos, encontraram-nos rodeados por uma grande multidão, e os escribas discutiam com eles. Logo que a multidão viu Jesus, ficou admirada e correu para saudá-lo. Jesus perguntou: «Que estais discutindo?». Alguém da multidão respondeu-lhe: «Mestre, eu trouxe a ti o meu filho que tem um espírito mudo. Cada vez que o espírito o agride, joga-o no chão, e ele começa a espumar, range os dentes e fica completamente duro. Eu pedi aos teus discípulos que o expulsassem, mas eles não conseguiram». 

Jesus lhes respondeu: «Ó geração sem fé! Até quando vou ficar convosco? Até quando vou suportar-vos? Trazei-me o menino!». Levaram-no. Quando o espírito viu Jesus, sacudiu violentamente o menino, que caiu no chão e rolava espumando. Jesus perguntou ao pai: «Desde quando lhe acontece isso? O pai respondeu: «Desde criança. Muitas vezes, o espírito já o lançou no fogo e na água, para matá-lo. Se podes fazer alguma coisa, tem compaixão e ajuda-nos». Jesus disse: «Se podes…? Tudo é possível para quem crê». Imediatamente, o pai do menino exclamou: «Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé». 

Vendo Jesus que a multidão se ajuntava ao seu redor, repreendeu o espírito impuro: «Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: sai do menino e nunca mais entres nele». O espírito saiu, gritando e sacudindo violentamente o menino. Este ficou como morto, tanto que muitos diziam: «Morreu!». Mas Jesus o tomou pela mão e o levantou; e ele ficou de pé. Depois que Jesus voltou para casa, os discípulos lhe perguntaram, em particular: «Por que nós não conseguimos expulsá-lo?». Ele respondeu: «Essa espécie só pode ser expulsa pela oração»

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

sepultura

Todo o ser humano tem uma natureza, que só ele próprio na generalidade dos casos conhece bem.

Por esse mesmo motivo existe uma incapacidade natural de mentir a si próprio sem dificuldade.

Todo aquele que escolhe, permite e autoriza que a mentira se instale sobre si mesmo, apenas está a enganar-se, a vigarizar-se, a desconsiderar-se, e cabalmente a cavar a sepultura de sua própria riqueza espiritual.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

de um prisma Divino...

a grandeza da humanidade é quando reconhece, a sua pequenez.

é nesse seu gesto colectivo que parte de gestos individuais, que são criadas as condições necessárias para reconhecer os mecanismos de transcendência a níveis de percepção superiores, 

isso é válido para todos os níveis de conhecimento.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

caminhos...

O olhar do Pai está atento, nada acontece sob seu domínio que ele não atenda em sua infinita sabedoria.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

caminhos...

Feliz e afortunado o que agradece, o que sabe esperar o seu tempo de receber, pois é através da fé que construímos a nossa vida.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

caminhos...

Entrego-me à Mãe e a seus cuidados, represento assim, caminhando, aquilo que será o meu futuro próximo. Afinal a vida só é uma representação... o que tu escolhes hoje é o que tu serás amanhã espiritualmente.

até já... hoje são muitos os passos que eu quero dar...

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Salvação

Ser é quando deixo a vida viver observando, 
que assisto participando privilegiado, na sobrenaturalidade dos simples e mágicos eventos.
todos somos um em evolução constante, sobre vários planos simultaneamente

sem caridade, sem amor, ou carinho sem cobrança, não acontece as revelações nem tão pouco a redenção necessária a qualquer tipo de salvação

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Estive bem?


Se contive nos meus comportamentos o meu sentir de forma a expressar mais fielmente o meu saber... pois bem os resultados dessa acção aproximam-se muito (a um) ao presente.
Acontece então um bem-estar quase imediato e constante, uma género de aproximação harmoniosa e de bem-estar provindo de um saber ao ser partilhado.
É uma situação de um calmo auto-controlo projectado sobre si mesmo e contagiante vivifica sem esforço, bem para além das áreas fisiológicas.
Se sobre este meu dia só me ocorre no final a sua movimentação, a agitação desenfreada em que se resumiu seja ela de que índole for, mas sobretudo se me empresta uma sensação de isolamento à razão do meu ontem; se me dá aquela sensação de "muita parra para pouca uva"; se não consigo sentir no reencontro da consciência “obra” dentro de mim realizada... nesse dia, sobre o saber adquirido; se honesto não sentir que não cresci e não beneficiei,
então… o mais provável é ter que esperar pelos resultados lá longe, no dia de amanhã se cá estarei, para saber se valeu a pena…
truques de cozinheiro: ("na segunda camada da epiderme", já lá estão as respostas...)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

para uma alma atormentada, uma mente agitada, pensar é semelhante a um enorme ruído dentro da cabeça...

de tal forma que se não se interpõe uma acção contrária, as suas vibrações desarmoniosas podem estender-se ao corpo todo e ao fixarem-se degenerar patologias nos órgãos internos, e no agir.

Também causa o que se pode denominar falta de fé. Importante elemento presente na génese humana, sem a qual a própria vida se extingue.

Acalmar a mente, submeter a razão ao silencio interno, é dar uma vital oportunidade a redescobrir o natural equilíbrio do corpo, é reiniciar os processos de auto-cura e harmonização necessários, para o reencontro da fé auto gerada, para serviço de um propósito Maior.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Família

(...Depois deste passeio pelas palavras e pelas ideias, desejo é focar o inicio de um potencial ciclo humano que representa cada uma das nossas próprias famílias, lá em casa... a importância que representam as nossas relações com os nossos pais, os nossos irmãos e os nossos filhos, todos obviamente diferentes mas todos obviamente unidos pelo sangue e por uma energia menos óbvia mas ainda mais marcante nas nossas vidas, a energia do amor espiritual ou psicológico se assim quisermos, que une os seus membros. Acredito não ser possível mudar a face do mundo, sem primeiro se mudar a nossa face. Acredito não ser possível ver os resultados que se desejam nas ruas, sem se iniciar o processo da face interior das ruas, que são as nossas casas...)



domingo, 8 de janeiro de 2017

Acredita porque sim

Acordei com um voto renovado dentro de mim, foi como se depois de uma noite longa e repetida de insónias te lembra-se entre minhas atribulações como um doce. De repente àquela hora vespertina acordava em mim um respeito digno de uma postura guerreira. Era um dia novo que avistava com o surgir do desentorpecimento dos meus membros. Assim como um naufrago perdido faz tempo na sua ilha esquecida, avista a nau que no horizonte no mar surge, ao longe a aproximar-se lânguida e naturalmente. Seria o término de um ciclo mais? Seria finalmente a resposta a uma oração desprendida? Hoje por uma vez sempre, reparo em ti nau do meu porvir… e acredito. Finalmente acredito de uma forma visceral, que somos apenas crianças no cosmos, sós, à procura de alguma autoconfiança. De alguma beleza para condimentar a vida do dia que desponta. Acredita, acredita que o que esperas vai retornar a ti como se nunca te tivesse deixado. Acredita porque sim. Afinal não foi por ti que sou?

domingo, 4 de dezembro de 2016

A prece é dar amor que vem Dele.

Meu Deus porque te amo, 
porque estás em mim, eis-me aqui .

Serve-te de mim, para que eu saboreie o teu abraço em cada um que abraçar.

Beijinhos 💖
Filó 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A propósito do Blog Oro contigo...

Já orei hoje e outros dias, oro contigo para ajudar quem de mim precisar e para me purificar sempre, e pelos nossos irmãos que diariamente fazem nova caminhada e estão a partir ou já partiram deste mundo, por eles oro, já há muito e agora mais, alguns pedem-me ajuda... nem imaginam o sofrimento e a desorientação que sentem no momento da «descolagem». 

Tenho a percepção daquilo que sentem, e por isso oro

Oro com muita fé e muito fervor, certa de que uma das minhas missões da minha actual encarnação passa por aí.

Já há muito pediam ajuda, desde os meus 18, 19 anos, mas nem sempre compreendi.

Cheguei a ter uma visão - muitas mãos a pedir ajuda mergulhados num grande sofrimento. 

Aos poucos fui perdendo o medo da morte, fui compreendendo o que ela representa e percebi com mais clareza o que podia fazer para me ajudar e ajudar quem de mim precisar.

🌻 Susana F.P.

Oração enviada por uma amiga do Oro-contigo

Envio esta oração que me foi ensinada por uma senhora amiga que já partiu deste mundo

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amén!

(Foco / Mãos no centro do peito...) 

Que a Santíssima Trindade me acompanhe toda vida 
Que de mim tenha piedade do mais Alto Divino dos Céus 
Nunca a inveja me atormente 
Nem o mal que me possam rogar, a mim se possa encostar
Que não se encoste a ninguém 
Que vá pelo Amor de Cristo
Mas me dê Paz e Saúde, a mim e aos meus.
A Graça de Deus seja a minha companhia, tanto de noite como de dia!

(Nesta pausa... formula-se um pedido / expressamos / conversamos...)

Que a Santíssima Trindade me acompanhe toda a vida
Sempre nos dê guarida
Sempre nos cuide e nos guarde... Amén!


Isabel Cristina Silva

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Oração de Libertação

Vinde Espírito Santo, penetrai as profundezas da minha alma com o Vosso amor e o Vosso poder. 

Arrancai as raízes mais profundas e ocultas da dor e do pecado que estão enterradas em mim. 

Lavai no precioso Sangue de Jesus e aniquilai definitivamente toda ansiedade que trago em mim, toda amargura, angústia, sofrimento interior, desgaste emocional, infelicidade, tristeza, ira, desespero, inveja, ódio e vingança, sentimento de culpa e de autoacusação, desejo de morte e de fuga de mim mesmo, toda opressão do maligno na minha alma, no meu corpo e toda insídia que ele coloca em minha mente. 

Ó, bendito Espírito Santo, queimai com o Vosso fogo abrasador toda treva instalada dentro de mim, que me consome e impede de ser feliz. 

Destruí em mim todas as consequências dos meus pecados e dos pecados dos meus ancestrais, que se manifestam em minhas atitudes, decisões, temperamento, palavras, vícios. 

Libertai, Senhor, toda a minha descendência de herança de pecado e rebelião às coisas de Deus que eu próprio lhe transmiti. 

Vinde, Santo Espírito! Vinde em nome de Jesus! Lavai-me no Sangue precioso de Jesus, purificai todo o meu ser, quebrai toda a dureza do meu coração, destruí todas as barreiras de ressentimento, mágoa, rancor, egoísmo, maldade, orgulho, soberba, intolerância, preconceitos e incredulidade que existem em mim. 

E, no poder de Jesus Cristo ressuscitado, libertai-me, Senhor! Curai-me, Senhor!

Tende piedade de mim Senhor! 

Vinde, Santo Espírito! 

Fazei-me ressuscitar agora para uma vida nova, plena do Vosso amor, alegria, paz e plenitude.

Creio que estais fazendo isto em mim agora e assumo pela fé a minha libertação, cura e salvação em Jesus Cristo, meu salvador.

Glórias a Vós, meu Deus! 

Bendito sejais para sempre! 

Louvado sejais, ó, meu Deus! 

Em nome de Jesus e por Maria nossa Mãe.

 Amém