“Há um lugar dentro de ti onde todas as coisas são perfeitas, pois repousam na criação de Deus. Neste lugar és amparado pela luz e pelo amor e diante disso o que poderia machucar o teu coração ou fazer-te pequeno perante a alegria de Deus? Um lugar onde a respiração é pausada porque é feita de tranquilidade. Vai e toma teu lugar ...”
RODA DA VIDA
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Asas de Pomba Branca
domingo, 10 de janeiro de 2021
Eu te Abençoo
Poderá existir expressão mais bela
que aquela que diz "eu te abençoo"
Poderá existir gesto mais nobre
que beijar as mãos de alguém
Abençoemos os que nos precederam
e os que de nós virão
Consagremos com um beijo,
as mãos laboriosas e benfazejas
Que todo ser ouça, uma vez que seja,
um "eu te abençoo"
Sejamos pródigos em abençoar,
e do céu, bênçãos vão fluir
Irmã/Irmão, onde estejas,
e quem quer que sejas,
Eu te Abençoo
sábado, 9 de janeiro de 2021
Saudação e Louvor aos Santos
Saudação e Louvor aos Santos
Aos que deram a vida pela sua Fé
E aos que connosco sua vida partilharam
Irmãos finados, dispersos nos planos siderais
Seja vossa paz, a nossa herança
Pela prece que vos liberta e eleva
Aos sublimes jardins da Redenção
Oramos, em entrega e penhor
De gratidão e infinito Amor
Amém
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
“Mergulhe em si mesmo” – por Mahatma Gandhi
Temos medo de estarmos connosco, mergulharmos em nosso interior. O silêncio e sua prática nos leva a esta possibilidade de encontro profundo e revitalizador.
Com o silêncio, encontramos a paz e o amor incondicional vem com toda a força transformadora. O amor é a força mais sutil do mundo. O mundo está farto de ódio. E é este ódio irracional e distante da força criadora que destrói, corrompe e ensurdece a humanidade.
Pare! Recomece! Reprograme-se… O silêncio pode ser o ponto chave desta nova caminhada. Pratique-o diariamente e transforme um pouco nosso mundo. Ouça-se.
Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo. Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim.
Pratique diariamente o silêncio da paz. Respire profundamente algumas vezes. Inspire e sopre lentamente até ir relaxando e mergulhando dentro de si mesmo. Feche os olhos e silencie seus medos, preocupações e ansiedades diárias, por alguns momentos. Dê a chance à sua paz e a paz do mundo.
Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é… Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida.
Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados. Espalhe esta ideia.
Transforme o mundo, a partir de você. Seja a mudança que você deseja para o mundo.
Mahatma Gandhi
domingo, 3 de janeiro de 2021
A madrugada de um novo tempo
A madrugada se vestiu de luzes e saiu a caminhar, para receber o dia. Um dia diferente. Um dia em que a Humanidade comemora a entrada de um novo ano. Sim, o tempo, em verdade, é somente a sucessão das coisas transitórias. Uma convenção. Tivemos tantos calendários, ao longo das eras.
O calendário maia, que se acredita datar do século VI a.C.
O calendário islâmico, criado em 633 depois do nascimento de Cristo, quando o profeta Maomé fugiu da cidade de Meca para Medina.
O calendário judaico, surgido na época do êxodo, por volta de 1447 antes de Jesus.
O calendário juliano, em homenagem ao imperador romano Caio Júlio César. Agosto era, então, o sexto mês do ano. Por isso chamado sextilis. A história da mudança vem de longe, do império romano. Tem ingredientes de poder e de inveja. O imperador Octávio Augusto conquistou três vitórias nesse mês. Como auto-homenagem, nomeou-o com o próprio nome, Augustus. Mas, havia um senão. Sextilis só tinha trinta dias. Julho, cujo nome reverencia Júlio César, tinha trinta e um. Para não ficar atrás, o imperador apoderou-se de um dia de outro mês. É por isso que julho e agosto são os únicos meses consecutivos com trinta e um dias.
Finalmente, o nosso atual calendário, o gregoriano, de origem europeia, que é o utilizado, oficialmente, pela maioria dos países. Promulgado pelo papa Gregório XIII, substituiu o juliano, entrando em vigor em 15 de outubro de 1582, depois de cinco anos de estudos. Isso nos dá uma pálida ideia de quanto o tempo é realmente uma convenção. Contudo, para a grande maioria da Humanidade, que o adota, o dia 1º de janeiro assinala o início de um novo ciclo. Um ciclo de doze meses, basicamente com trezentos e sessenta e cinco dias.
Exceção única dos anos bissextos, que ocorrem a cada quatro anos, com o objetivo de manter o calendário anual ajustado com a translação da Terra e com os eventos relacionados às estações do ano.
De toda forma, o que importa é que esse novo início se reveste de muita comemoração. É momento de se fazer propósitos para os próximos doze meses. Propósitos pessoais e coletivos. É momento de se planejar coisas importantes para as nossas vidas: a colação de grau universitário, a entrada no mercado de trabalho, o casamento, a geração de um filho...
Ou um aniversário especial em nossas vidas. Aqueles que costumamos destacar, ainda e sempre por convenção social ou decisão pessoal: quinze anos, cinquenta anos, noventa anos. Datas significativas. Neste ano, que apenas esboça a sua presença, que está amanhecendo agora, nos ofertando o céu azul de novas possibilidades de progresso e crescimento, agradeçamos a Deus.
Agradeçamos pela vida, pela saúde, pelo lar, pelos familiares, pelos amigos. Pelo que tivermos. Mesmo que seja somente a presença dedicada de um cão. Novo ano. Tempo de agradecer. Tempo de começar a executar o nosso novo plano de vida. Um plano que contenha aquisição de títulos de nobreza, de melhoria pessoal, moral, intelectual.
Um plano que nos diga que, a partir de agora, colocaremos em prática a nossa mais especial qualidade: ser humano. Humano, de humanidade, de amante da paz, da fraterna convivência, do auxílio solidário.
Ano Novo! Novo ano! Sejamos felizes.
sábado, 2 de janeiro de 2021
E já é Ano Novo, outra vez
Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano. Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados. Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação. Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações dos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças. Não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete. Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete. Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar. Uma tarde para uma conversa com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir. Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso. Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista. E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo. Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista. Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola. Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano. Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
Ante o Novo Ano
Ao finalizar o ano 1900, muitos pensadores argumentavam que o raiar do Século XX marcaria o fim da fase religiosa da História. Mas cá estamos, no Século XXI e a mensagem do Cristo está bem viva e forte no pensamento e no coração de incontáveis pessoas.
Voltaire, escritor francês do Século XVIII, imbuído desse espírito cristão, teve oportunidade de produzir excelentes peças de caráter religioso. Neste início de mais um ano, é importante revermos tais escritos que nos remetem a uma profunda fé em Deus. Exatamente aquele Deus que Jesus nos revelou como o Pai de todos nós. Um Pai que ama e por amor nos sustenta os dias.
Deus de todos os seres, de todos os mundos, de todos os tempos. Se é permitido a frágeis criaturas, não percebidas para o resto do Universo, atrever-se a Te pedir algo, a Ti, que tudo nos tens dado; A Ti, cujos decretos são imutáveis e eternos.
Olha com piedade os erros de nossa natureza. Que esses erros não sejam calamidades.
Afinal não nos deste o coração para nos aborrecer e as mãos para nos agredir.
Faze com que nos ajudemos mutuamente a suportar o fardo de uma vida penosa e fugaz.
Que as pequenas diferenças entre os trajes que cobrem nossos frágeis corpos,
entre nossas insuficientes linguagens;
entre nossos ridículos usos,
entre nossas imperfeitas leis,
entre nossas insensatas opiniões,
entre nossas condições tão desproporcionadas aos nossos olhos e tão iguais diante de ti;
que todos esses matizes, enfim,
que distinguem os átomos chamados homens,
não sejam sinais de ódio e de perseguição.
Que aqueles que acendem velas em pleno meio-dia para Te celebrar,
tolerem os que se contentam com a luz de Teu sol.
Que os que cobrem seus trajes com tela branca para dizer que devemos amar,
não detestem os que fazem o mesmo sob uma capa de lã negra.
Que seja igual adorar-Te em dialeto formado de uma língua antiga e em uma recém-formada.
Que todos os homens se recordem de que são irmãos!
Se os açoites da guerra forem inevitáveis,
dá-nos condições de não nos desesperarmos.
Que não nos destrocemos uns aos outros em tempos de paz.
Que empreguemos o instante de nossa existência em bendizer em milhares de idiomas,
desde o Sião até a Califórnia,
Tua bondade que nos concedeu este instante.
* * *
Originados da mesma fonte, amparados pelo mesmo Pai, todos os homens somos irmãos. Se as fronteiras nos dividem em países e nações, se os idiomas nos criam dificuldades de comunicação, se as distâncias nos impedem de nos entrelaçarmos, a vibração da fraternidade deve vigorar em nossos corações. Todos fomos criados por amor, somos filhos da Luz e destinados à luz.
Por ora, e somente por agora, nos situamos em painéis diferentes. Mas um dia, além do corpo, transcorrido todo o caminho, todos chegaremos ao mesmo fim. A Casa do Pai. A perfeição.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
Só por hoje
Eu escolho as cores com que pinto a paisagem de meus olhos
O grau de doçura com que moldo as palavras que chegam aos meus ouvidos
A paciência que me imponho para compreender a erosão sentida em meu redor
Com gratidão aprecio e saboreio as dádivas da terra e o amor na sua confeção
Com que generosidade perfumo as minhas mãos, pela ação de perfumar as dos outros
Abrir meu coração à Presença Amada, espelho de todos os seres
Só por hoje, todos os dias
a escolha é minha…
domingo, 27 de dezembro de 2020
Quem era Esse Homem?
Quem era Esse Homem? Desceu das estrelas e aninhou-se no seio de uma jovem mulher, a fim de vir à luz. Teve por pai um carpinteiro e com ele aprendeu o ofício, embora Suas mãos já tivessem amoldado substâncias celestes, formando o próprio planeta em que veio habitar. Habituado à harmonia celeste, deixou que o vento cantasse melodias em Sua cabeleira e que as areias lhe fustigassem a face.
Amou Sua mãe com devoção. Logo iniciado Seu Messianato, retornou ao lar para vê-la e a acompanhou às bodas a que fora convidada. Obedeceu-lhe ao pedido e ofertou aos convivas o líquido especial para os despertar para a realidade. Em agonia, recordou de a entregar aos cuidados de um jovem idealista, preocupando-se com o que lhe poderia suceder, após a Sua partida.
Quem era Esse Homem? Andou por estradas poeirentas, campos cultivados, às margens de um lago, lecionando o amor. Viveu em uma época de desmandos, de corrupção dos costumes, de licenciosidades. No entanto, manteve-se íntegro, embora movimentando-se entre pessoas consideradas de má conduta. Estendeu Suas bênçãos aos pobres deserdados da sorte tanto quanto aos detentores de poder econômico e certa supremacia social, a uns e outros ofertando das Suas luzes. Líder de um grupo que elegeu para assumir a preciosa missão de dar continuidade à Sua proposta, os incentivou a que deixassem fluir as suas qualidades interiores.
Vós sois deuses! – Afirmou. E podeis fazer tudo o que faço e muito mais. Ensinou que todos os homens são herdeiros do Universo infinito, imensurável. Todos filhos do mesmo Pai, embora vivendo sob tetos diversos, em terras distantes uns dos outros e falando línguas estranhas. Quem era Esse Homem a quem os Espíritos obedeciam e se rendiam? Senhor dos Espíritos - O chamavam.
Quem era Esse Homem que fazia cessar as dores, devolvia movimentos a corpos paralisados, a vista aos cegos e a palavra aos mudos?
Quem era Esse Homem que, em menos de três anos, revolucionou o mundo do pensamento sem nada ter escrito? Que reuniu ao Seu redor, nada menos de cinco centenas de trabalhadores para darem continuidade ao Seu legado? Que, ao partir, deixou semeadura tão grande que até hoje, transcorridos mais de dois mil anos, ainda não se esgotou?
Quem era Esse Homem tão grande que não coube na História, dividindo-a entre antes e depois d´Ele?
Diziam que Ele era o filho de um carpinteiro de nome José e de uma mulher chamada Maria. Nascido em Belém, viveu exilado no Egito. Depois, cresceu em Nazaré e morreu na capital religiosa da época, Jerusalém. Terra dos profetas.
Quem era Esse Homem?
Um dia, um raio de luz deixou a amplidão dos céus e veio viver entre os homens. Mais brilhante que o sol, escondeu Seu brilho nos trajos do mais simples carpinteiro. Ele era Luz. Veio para as sombras e as sombras tentaram empanar-lhe o brilho. Destruíram a ânfora onde se aninhava a Luz. Então, liberta, ela brilhou ainda mais intensamente e até hoje enche o infinito das nossas necessidades.
Seu nome é... Jesus.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
O Homem dos estranhos discursos
Os Seus eram os mais estranhos discursos que a Terra já ouvira ou tornaria a ouvir.
Ele se afirmava Filho do homem. E foi preciso que os séculos se sucedessem para que pudéssemos entender que Ele assim se denominava porque não pertencia a esta Humanidade. Veio para cá uma única vez com objetivo bem específico: ensinar a Lei de amor, exemplificá-la em todos os matizes e sob os mais diferentes aspectos.
Quando todos os grandes da Terra têm seus palácios, seus domínios, seus vassalos, Ele dizia que as cobras tinham seus covis, as árvores tinham seus ninhos. Mas Ele, o Filho do homem, não tinha uma pedra sequer para repousar a cabeça. Era o ensino do desprendimento dos bens materiais, da sua desnecessidade quando a finalidade é revolucionar o pensamento de toda uma Humanidade como Ele o fez. De forma tão radical, que assinalou a Sua passagem pelo planeta, dividindo a História entre antes e depois d´Ele.
Antes, era a lei do olho por olho. Lei de talião.
Com Ele, inaugura-se a era do amor, da busca do outro, do importar-se com o semelhante. Aprendemos que a estrela solar é a luz que ilumina nosso planeta. Mas, Ele se afirmava a luz do mundo. Estrela de primeira grandeza, astro do dia. Quem andasse com Ele, não andaria em trevas. Não se referia à luz física, de que necessitamos para as nossas noites. Falava da luz que ilumina sempre, que rompe as trevas da ignorância, da maldade. Luz do mundo. Afirmou que éramos filhos da luz. Gerados pela luz divina. Lucigênitos.
Por isso, o convite para que deixemos brilhar a nossa luz. Luz da nossa inteligência, do nosso amor. Mais ainda, afirmou que se nossos olhos fossem bons, todo nosso corpo seria luz. Olhos bons de ver o belo, refletir o bem. Olhos de compreensão.
Um Homem de estranhos discursos.
Quando almejamos defender mais direitos e menos deveres, Ele aconselhava a que se alguém nos convocasse a andar mil passos, andássemos até dois mil. Que dizeres são esses para uma Humanidade ainda tão ignorante? Ceder ao outro, não revidar ao mal, perdoar ao inimigo. Orar pelos que nos perseguem e caluniam. Quem pode entender esses discursos? Quem os pode seguir?
O Homem de estranhas falas teve muitos seguidores.
Na Úmbria, um jovem cantor produziu versos de louvor aos céus, ao Criador, à natureza. Recordou que o melhor era doar-se. E propôs a reconstrução do pensamento crístico para felicidade do homem.
Na Índia, uma mulher franzina foi ao encontro dos pobres mais pobres, com sua fé e sua persistência no amor.
Na Bahia, outra mulher, pequena, enferma, atraiu a si todos os deserdados da alegria, da saúde, da fartura para lhes oferecer o pão, o medicamento, a ventura de se sentirem seres humanos.
O Homem de estranhos discursos tem sua vida vasculhada até hoje. Há os que dizem que Ele foi uma invenção para acalentar infelizes. Há os que afirmam que Ele não passou de um profeta que andou pelas estradas falando coisas que ninguém entendia. Aqueles que O encontramos na intimidade do coração, simplesmente O amamos. Jesus, o Homem dos discursos recheados de amor e de sabedoria.
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
O abraço que eu não posso te dar.
Vai, enfim, na forma de oração;
De pensamento
Uma porção.
Assim, difícil de explicar.
Vai valente, pulsante,
Vai na corrente de ar.
Vai agora, neste instante,
Não dá pra segurar.
Há tanto jeito de abraçar:
O canto,
O verso,
O pão que eu faço,
Feliz em compartilhar.
O abraço que eu não posso te dar
Vai certeiro pelo ar.
Vai seguir teus passos
E ao teu lado sempre estar.
Sentimos falta do abraço. É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador. Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação. Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.
Mas, o que fazer quando ele nos falta?
O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?
É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade do Espírito. Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior. Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais. Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos. Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando. Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando. Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando. Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. Assim, não nos preocupemos em demasia pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.
Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas. Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo. Alguns enviam seu canto para consolar. Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quando aquele que recebe. Lembremos que somos Espírito e temos um corpo. Quem abraça é o Espírito. Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.
Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas de Espírito, neste Universo onde tudo está conectado. Estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos. A conexão entre a criatura e o Criador é de nossa essência. Também o laço existente entre todos os filhos do Grande Pai.
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
O grande movimento
Os que temos a certeza das vidas sucessivas sabemos que os Espíritos realizam sobre a Terra, quando encarnados, suas missões. Os que temos bom senso, raciocínio claro, de igual maneira assim pensamos. Nada nos é dado de forma mágica. Podemos receber intuições dos amigos espirituais, mas realizar o trabalho compete aos que nos encontramos no planeta. Dessa forma, quando uma invenção, uma nova técnica, algo que beneficie a Humanidade precisa ser apresentado ao mundo, um Espírito renasce entre nós e a isso se dedica.
Como homem, como dizia Thomas Edison, com sua transpiração, seu suor, acrescenta sua gema preciosa na coroa da sabedoria humana. Periodicamente, observamos que alguns grandes vultos do passado retornam, nem sempre para atuar no mesmo campo que ilustraram anteriormente. Desde alguns anos, temos visto proliferarem os pequenos gênios. Crianças que se sobressaem nas ciências, avançam na astronomia, estarrecem com sua profunda filosofia. Também e em expressivo número temos observado a precocidade no campo da música. Crianças que conduzem orquestras sinfônicas, que executam peças clássicas, em tenra idade. Dominam os instrumentos e parecem ter a pauta da música erudita em sua mente.
Um exemplo é a britânica Alma Elizabeth Deuscher.
Sua performance no palco demonstra leveza, e expressividade em alta concentração. Parece estar se divertindo, com o domínio que tem sobre si e sobre a plateia. Falando da ópera Cinderella, iniciada aos nove e finalizada aos doze anos, Alma se preocupa em apresentar a inteligência da personagem principal. Em sua versão, Cinderela é uma compositora que perde seus sapatos. Dessa forma, Alma recria o conto de fadas à sua maneira. Uma Cinderela não somente bonita, mas com sua própria mente e seu próprio espírito. Ouvindo-a e a sua história de vida, nos perguntamos: Será Mozart retornando?
Que importa?
Mozart, Beethoven, Listz, Chopin. Ou talvez outro músico que no passado não galgou os degraus da fama. O importante é sabermos que, graças a criaturas assim, o mundo está ficando melhor, embora as tragédias, as dores e problemas tão presentes. O mundo está se enchendo de harmonia. E nossos corações agradecem.
terça-feira, 3 de novembro de 2020
O mal que eu faço
Não é o mal que me fazem que realmente me faz mal, mas sim o mal que eu faço. Queixamo-nos muito do mal que nos fazem, daquilo que somos obrigados a suportar das pessoas, dos ataques, dos comportamentos violentos, das injustiças que sofremos aqui e ali. Curioso é que esse suposto mal em verdade não nos faz mal. O mal que fazemos é o que realmente nos faz mal. Vamos entender melhor. Consideremos o seguinte: No Universo, comandado por Deus, não há injustiçados. Suas leis perfeitas permitem que o sofrer só nos chegue quando necessário. E apenas para nos educar – nada mais. Assim, a violência que nos alcança, as avalanches que nos carregam à força, não estão em verdade nos fazendo mal. Elas são corrigendas da vida. São provas e expiações. Desafios e reparos à lei anteriormente desrespeitada. Embora nos tragam incômodo, prejuízos materiais e momentos de tensão, estão moldando nossa alma. Em muitos casos, estão nos libertando de um mal que causamos em algum momento. E o mal que deliberadamente causamos a alguém ou a nós mesmos?
Esse sim, nos faz mal... Somos nós infringindo as leis, somos nós trazendo para a vida aflições desnecessárias. Nesse caso, somos os infratores. Somos nós que estamos adquirindo compromissos. Somos nós que nos estamos colocando no caminho da necessidade de resgate posterior. Percebamos a diferença. No primeiro caso, estamos nos libertando do erro, quitando uma dívida, nos liberando dos compromissos com a lei. No segundo caso, estamos contraindo dívidas. Estamos nos colocando no começo de um processo doloroso, que poderia ter sido evitado. Os mecanismos das leis divinas, muitas vezes, nos colocam na situação daqueles que ofendemos, daqueles que desvirtuamos, fazendo-nos conhecer o outro lado, como uma grande lição. Para que não mais façamos ao outro aquilo que não gostaríamos que nos fizessem. Ninguém, em sã consciência, deseja sofrer, obviamente, mas essa visão nos ajuda a entender melhor porque o mal nos alcança com tanta veemência. Essa visão nos ajuda a compreender, a nos resignar e, principalmente, a não devolver o mal recebido. Devolver significaria iniciar um novo ciclo, que poderia estar acabando ali, naquele instante, se soubéssemos receber o mal com sabedoria. Pensemos nisso: se causarmos mal a alguém, causamos a nós mesmos. O que fizermos ao outro, estamos fazendo connosco. É uma sementeira. Dessa forma, que tal invertermos tudo isso e semearmos o bem?
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
As preces dos nossos irmãos
Nos dias de tristeza, quando a alma se veste de luto e tudo parece desencanto, buscamos o Senhor da Vida. Nossa rogativa se transforma em lamúrias porque há muita dor em nossa intimidade. E, ainda assim, guardamos reservas para com o irmão que ora ao nosso lado.
Mesmo em meio ao cenário triste da pandemia que arrebata vidas, ao lado de outras tantas enfermidades que, há anos, vem retirando do mundo os seres humanos, alguns de nós olhamos de forma diferenciada os irmãos de outras crenças. Esquecemos que Jesus nos afirmou que o Pai vê o que se passa em secreto, ou seja, no profundo da criatura, e recebe toda súplica, providenciando o socorro.
Os ensinos do Mestre de Nazaré prosseguem a nos esclarecer como O fez para a samaritana, no poço de Jacó. Naquela época, a discussão era em torno do local em que deveriam ser proferidas as preces a Yaweh. Seriam melhores as que fossem ditas no suntuoso templo de Jerusalém? Seriam essas as ouvidas pelo Pai Celeste? Ou, aquelas pronunciadas no Monte Garizim, mesmo após a destruição do templo ali erguido, seriam ouvidas igualmente?
Qual delas revelaria, enfim, a verdadeira adoração?
Jesus, o Mestre Incondicional, com Seu pensamento universal e atraindo todas as Suas ovelhas para o mesmo redil, pronunciou-se, elucidando: Está chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Os verdadeiros adoradores, adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, esses são os adoradores que o Pai procura. Deus é Espírito e aqueles que O adoram devem adorá-lO em espírito e verdade.
O ensino era para aqueles dias. Também para os do futuro. Para todos os homens. Deus é um só. Criador. Pai Celeste. Infinitamente amoroso, acolhe as súplicas que lhe dirigem os Seus filhos, residam nas grandes metrópoles ou nas terras áridas. Realizem as suas rogativas em suntuosos templos ou em plena natureza. Ou em um casebre, à beira da estrada. O verdadeiro altar é o do coração. Por isso, o ensino crístico recomenda, quando orarmos, nos retirarmos para nosso quarto, fecharmos a porta e nos dirigirmos ao Pai em secreto.
Isso quer dizer, mergulharmos em nossa intimidade, cerrar os olhos e ouvidos a tudo que nos possa distrair do propósito de dialogarmos com Aquele que alimenta as aves, levanta as ondas do mar e veste a erva do campo. Seja a prece esse encontro mais íntimo com Deus. Como fazia o Mestre, que buscava o silêncio para se ligar mais intimamente ao Pai. Servia a todos, horas e horas. Depois, refazia-se, unindo-se em prece Àquele cujo pensamento Ele interpretava na Terra.
Para isso, o silêncio. De fora. A tranquilidade de dentro.
Ante o sacrifício que logo mais lhe seria exigido, entregue às mãos dos homens que O temiam, ou não O desejavam entender, Ele ora. E, outra lição de valor, pede aos amigos que estão com Ele, que O acompanhem na prece. Isso nos diz da importância de, ante as provações que nos alcançam, pedirmos aos nossos amigos que se irmanem connosco na oração em nosso favor.
Oração. Hoje, amanhã, sempre. Verdadeira escada de Jacó que une a criatura aos céus.
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
O QUE SIGNIFICA ABENÇOAR
"Quando você abençoa alguém ou algo, cria um escudo de luz de proteção divina sobre a pessoa, animal ou planta, um lugar, desejando que tudo que entre em sua vida seja para o seu maior bem. Daí a importância de sempre abençoar !
Abençoe sua vida, seu trabalho (goste ou não), seu dia, seu parceiro, seus filhos, sua família, seus amigos, seu dinheiro (muito ou pouco), tudo o que você faz ou tem.
Pare um segundo e abençoe a pessoa que está perto de você, você pode fazê-lo mentalmente, observá-lo e verá que há uma ligeira mudança em seu rosto.
Abençoe seu corpo, não importa se você está doente ou saudável agora. Abençoe-o e encha-o de luz, amor, misericórdia e perdão.
Abençoe seus relacionamentos, não importa se você está "sozinho", porque você se complementa.
Abençoe seu trabalho, você recebe pouco ou muito, porque, ao abençoá-lo, você o enche de luz divina e assim se prepara para algo melhor.
Você tem o direito de coisas maravilhosas, basta acreditar e sentir.
Vá em frente Abençoe!
Abençoe sua existência, não importa se houve experiências dolorosas. Essas são simplesmente as armadilhas a serem superadas e crescidas.
Então que Deus, os Mestres, anjos, arcanjos ou o Universo os abençoe e os protejam, que os encha de sabedoria e entendimento, guie e ilumine cada passo de sua bela existência.
Enquanto isso, abençoo o bem que há em você, sua luz e sua sombra e abençoo o universo que habita em você."
ChadrahClauren Xavier
Se sintam abençoados!
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Oremos sempre
A oração pode ser considerada como um grito pedindo auxílio, um canto de gratidão, um ato de louvor, um poema de amor, dirigidos a Deus.
De um modo geral, pensamos que para orar precisamos assumir uma determinada postura, nos distanciar de tudo que acontece ao nosso redor. Isso também.
No entanto, a oração pode ser uma constante em nossas horas. Quando abrimos a janela e cumprimentamos o dia que surge, radioso, anunciando sol, calor, quem de nós não extravasa a alma, dizendo: Que dia maravilhoso!
Quantas vezes, admirados pela beleza das flores que, no jardim, disputam perfume, cor e encanto, exclamamos: Meu Deus, que maravilha!
São preces espontâneas que brotam do nosso coração.
Quando, depois de longa estiagem, as nuvens se avolumam e trazem a chuva generosa, junto com o clamor da terra, que sorve a água, com sofreguidão, dizemos: Graças a Deus!
São orações formuladas de forma espontânea. Clamores da alma que alcançam as alturas.
Quando nos empenhamos em atender o necessitado, em socorrer o caído, em oferecer nossos ouvidos para as lamentações de quem sofre, estamos orando.
Porque orar não é somente exteriorizar pensamentos pelos lábios. É também agir em nome do amor.
Amparar o animal abandonado, providenciar alimento às aves que visitam nosso jardim.
E quando cantamos, dizendo da alegria de viver, estamos igualmente orando.
A música tem o condão mágico de exteriorizar os mais excelsos sentimentos. Por isso, quando alguém canta versos que exaltam a Criação, a Divindade, está orando.
Enquanto canta, os que ouvimos, nos associamos à sua prece.
Algumas canções são de extrema sensibilidade e mais do que outras, nos elevam a alma, como a que diz: Foi Deus que deu luz aos olhos, perfumou as rosas, deu ouro ao sol e prata ao luar. Foi Deus que me pôs no peito um rosário de penas, que vou desfiando e choro a cantar. Pôs as estrelas no céu e fez o espaço sem fim. Deu o luto às andorinhas e deu-me esta voz a mim. Se canto, não sei o que canto, misto de ventura, saudade, ternura. Tal Vez amor. Mas sei que cantando sinto o mesmo quando se tem um desgosto e o pranto no rosto; nos deixa melhor. Foi Deus que deu voz ao vento, luz ao firmamento e deu o azul às ondas do mar. Fez poeta o rouxinol, pôs no campo o alecrim, deu as flores à primavera. E deu-me esta voz a mim.
* * *
É uma oração de louvor, reconhecimento ao Criador, e profunda gratidão. Enquanto a melodia e os versos nos envolvem, oramos juntos. Se repetimos a canção, vamos espalhando essas vibrações pelo mundo.
E, a cada vez, elas alcançarão outros corações e se elevarão aos céus.
Sim, há muitas formas de orar.
Quando somos filhos gratos pela vida que temos, neste planeta, pelos amigos, pela família, pelo lar, ou por coisa alguma, oramos sempre.
A oração é o canal desimpedido para falar com Deus e ouvi-lO.
Nunca será demasiado, no cotidiano de todos nós, orarmos para nos inspirarmos, a fim de agir bem.
Para agradecer as bênçãos recebidas.
Por amor, louvando o Excelso Criador.
Isso equivale a orarmos sempre que possível e mesmo quando as circunstâncias conspirarem contra.
Oremos.
Redação do Momento Espírita, com reprodução de versos da música Foi Deus, interpretada por Amália Rodrigues e frases do cap. 24, do livro Sob a proteção de Deus, por Espíritos diversos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL
segunda-feira, 28 de setembro de 2020
Amigos são Anjos
Os verdadeiros amigos são anjos! Descobri essa irrefutável verdade ao perceber o quanto são raras essas preciosidades que chegam de repente na vida da gente e se alojam … devagarzinho … em local especial e essencial da nossa existência.
No decorrer dos anos, encontramos vários tipos de anjos. Alguns são sonsos, vão se apoderando do nosso carinho como quem não quer nada, até que, quando percebemos, já lhes dedicamos nosso afeto integral… Outros são mais atirados; já chegam mostrando claramente com seus olhos sinceros, o quanto a nossa amizade é importante para eles…
Alguns chegam necessitando de curativos nos ferimentos causados por amigos que não eram anjos… Outros chegam para sarar nossos próprios ferimentos… Alguns são leves e divertidos; nos mostram a alegria da vida… Outros, não menos honestos, nos mostram a seriedade com que a vida deve ser enfrentada…
Alguns tem suas qualidades tão à mostra, que a um primeiro olhar já sabemos a que vieram… Outros têm essas mesmas qualidades muito bem guardadas… e precisamos ir desvendando-as aos poucos…
Alguns esbarram na gente numa esquina qualquer… sem avisar! E nos dão carinhos reais, sorrisos reais, proteção real… O importante é termos anjos… O importante é sermos anjos…
Maria Lúcia Padilha
Grata por você ser um amigo e um anjo!
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Evangelho (Lc 7,31-35)
Naquele tempo, disse Jesus: «Com quem, então, vou comparar as pessoas desta geração? Com quem são parecidas? São parecidas com crianças sentadas nas praças, que gritam umas para as outras: Tocamos flauta para vós e não dançastes! Entoamos cantos de luto e não chorastes!. Veio João Batista, que não come, nem bebe vinho, e dizeis: Tem um demónio!. Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: É um comilão e beberrão, amigo de publicanos e de pecadores!. Ora, a sabedoria é reconhecida graças a todos os seus filhos».















