“Há um lugar dentro de ti onde todas as coisas são perfeitas, pois repousam na criação de Deus. Neste lugar és amparado pela luz e pelo amor e diante disso o que poderia machucar o teu coração ou fazer-te pequeno perante a alegria de Deus? Um lugar onde a respiração é pausada porque é feita de tranquilidade. Vai e toma teu lugar ...”
RODA DA VIDA
quarta-feira, 30 de julho de 2025
Acorda
quinta-feira, 24 de julho de 2025
Quando a pedra se transformou...
sexta-feira, 18 de julho de 2025
Evangelho (Jn 14,1-6)
segunda-feira, 14 de julho de 2025
Escravos da palavra
Você já percebeu o quanto nos tornamos escravos das palavras que falamos? De como nos conduzimos por situações difíceis pela nossa própria fala?
Os pensamentos, enquanto guardados na intimidade da casa mental, são propriedade única e exclusivamente de quem os idealiza. Porém, o pensamento que se converte em verbo falado, passa a ser de domínio público e deveremos responder pelos reflexos dos mesmos.
A palavra que edifica, enobrece, auxilia, é tesouro que dispensamos ao caminhar. Porém, o verbo ácido da crítica destrutiva, do comentário maledicente buscando a desmoralização alheia, ou a acusação injusta do julgamento insensato, são dificuldades que amealhamos e das quais teremos que dar conta, uma a uma.
Assim, é atitude de sabedoria vigiarmos as palavras que saem de nossa boca. Pensar antes do falar é atitude sensata que nos poupa de muitos dissabores. Para tanto, é imperioso cultivarmos a reflexão e autoanálise do que se passa em nosso mundo íntimo, pois que a boca fala daquilo que está cheio o coração, conforme nos alerta Jesus.
Alguns pesquisadores chegam a afirmar que circulam em nossa casa mental cerca de 95.000 ideias ao dia, das quais 85.000 são repetitivas, doentias, monotemáticas. Para que o verbo se faça construtivo, é necessário o exercício da limpeza mental, para que da mente possamos exteriorizar aquilo que não nos escravize negativamente. O exercício do silêncio interior, do isolar-se alguns instantes diariamente do mundo para se encontrar consigo mesmo é fundamental. Ao mergulharmos no silêncio de nossa casa mental, vamos conhecendo e entendendo qual o mundo íntimo que carregamos e que, muitas das vezes, ainda se mostra totalmente desconhecido para nós mesmos.

Vigiemos nossas palavras, para que elas sejam úteis, proveitosas e edificantes. Evitemos o comentário maldoso, o julgamento precipitado ou a acusação indevida.
Ainda, preservemos o nosso falar das expressões grosseiras, das comparações grotescas ou das piadas vulgares. O clima emocional e psíquico, com o qual nos envolvemos, é fruto do que pensamos e do que falamos.
Se a mente ainda traz dificuldades, se os pensamentos infelizes ainda tomam nossa casa mental, muitas vezes nos perturbando, façamos o silêncio interior, deixando que lentamente aqueles pensamentos cedam espaço para outros, mais nobres e enriquecedores.
Cultivemos o verbo elegante, a palavra de consolo, os temas edificantes para que nossa boca não seja quem nos condene, fazendo-nos escravos daquilo que, de forma invigilante, expressamos com a palavra não refletida.

sábado, 12 de julho de 2025
Quando Deus se cala
Alguma vez já nos sentimos assim: sozinhos, desamparados, como em meio a um imenso deserto?
Oramos, pedimos, suplicamos auxílio, amparo... E tudo o que recebemos é silêncio. É natural que, em momentos de dor ou incerteza, esperemos por uma resposta clara, uma palavra de consolo, um sinal evidente. No entanto, muitas vezes, a resposta divina vem envolta em profundo silêncio.
Será que esse silêncio expressa ausência, descaso da Divindade, indiferença? Ou será uma forma sutil de presença, que somente nosso desespero ou angústia não consegue perceber?
Alguns relatos afirmam que, certa feita, durante uma entrevista, um jornalista perguntou à Madre Teresa de Calcutá, Prêmio Nobel da Paz de 1979:
Madre, quando a senhora ora, o que diz a Deus? Ela respondeu serenamente:
Nada, eu só escuto.
O jornalista então continuou: E o que Deus diz à senhora?
Com a mesma calma, ela respondeu: Nada. Ele só escuta.
Esse diálogo, simples e profundo, revela uma verdade espiritual grandiosa: a oração não precisa de palavras. E o silêncio, longe de ser ausência, pode ser comunhão. Quantas vezes buscamos uma resposta audível, imediata, quando o céu, em sua sabedoria, apenas nos convida à confiança?
É nesse silêncio que a alma se aquieta, que a fé se fortalece, que a Presença Divina se insinua sem alarde, sem barulho, sem urgência, mas com infinita delicadeza. Importante nos darmos conta de que nem sempre o alívio, o socorro vem sob a forma de soluções imediatas. Às vezes, se apresenta no simples fato de sabermos que não estamos sozinhos.
De outra, chega o socorro na voz de um amigo querido, uma mensagem de bom ânimo, um abraço reconfortante de alguém que nos oferece o ombro amigo para o desaguar das nossas lágrimas. Como uma mãe observa, em silêncio, os primeiros passos do filho, pronta para ampará-lo no tropeço, Deus também nos observa com amor. Permite que caminhemos… que descubramos… que cresçamos. Ninguém mais sábio do que Ele, para intervir exatamente quando se faz o momento devido.
Por vezes, a resposta divina é justamente a liberdade que Ele nos concede para viver as perguntas. Ele não apressa nossa jornada, não encurta os caminhos. Mas jornadeia ao nosso lado, mesmo quando não ouvimos Seus passos. O Seu silêncio não é ausência, nem rejeição. É confiança. É a certeza de que podemos seguir. Que a dificuldade que se apresenta nos servirá de aprendizado. Que conseguiremos vencer. Então, se oramos e o céu parece calado, não desanimemos.
Talvez não haja palavras, mas há presença. Talvez não haja respostas, mas há direção. Talvez não haja sinais, mas há amor – sempre. O silêncio de Deus também é resposta. É cuidado, é confiança na nossa capacidade de seguir adiante. Deus não se cala por indiferença. Ele silencia... porque ama. Ele silencia... porque confia. Somos Seus filhos, criados por amor, alimentados por amor e com um único destino: a felicidade da perfeição.


segunda-feira, 30 de junho de 2025
Antiga oração a São José
Esta oração foi encontrada no 50.º ano de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Em 1505, foi enviada do papa para o imperador Carlos, quando ele estava indo para a batalha [de Lepanto]. Reze esta oração durante nove manhãs por qualquer intenção. Ela é conhecida por nunca ter falhado.
Ó São José, cuja proteção é tão grande, tão forte e tão imediata diante do trono de Deus, a vós confio todas as minhas intenções e desejos. Ajudai-me, São José, com a vossa poderosa intercessão, a obter todas as bênçãos espirituais por intercessão do vosso Filho adotivo, Jesus Cristo Nosso Senhor, de modo que, ao confiar-me, aqui na terra, ao vosso poder celestial, Vos tribute o meu agradecimento e homenagem. Ó São José, eu nunca me canso de contemplar-Vos com Jesus adormecido nos vossos braços. Não ouso aproximar-me enquanto Ele repousa junto do vosso coração. Abraçai-O em meu nome, beijai por mim o seu delicado rosto e pedi-Lhe que me devolva esse beijo quando eu exalar o meu último suspiro. São José, padroeiro das almas que partem, rogai por mim!
Amém.

sexta-feira, 27 de junho de 2025
Os cristais de Água
A água é o mais fundamental recurso de vida na terra e com ela nos identificamos por ser o nosso corpo constituído maioritariamente por esse elemento.
A água tal como nós é sensível, e passível de transmutação pela oração tal como comprovam as fascinantes experiências a que foi submetida.
Santifiquemos a água que bebemos pela consciência amorosa aplicada nas palavras que lhe dirigimos, e santifiquemos a nossa consciência pelas palavras do Nazareno junto à fonte de Jacó:
"Aquele que beber da água que vos dou nele jorrará uma fonte de água viva"


terça-feira, 17 de junho de 2025
Sem etiqueta, sem preço
A noticia é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné. Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os quarenta e cinco minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de três milhões de dólares.
Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares. A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, telemóvel no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.
Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de moda. Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço. Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e modas?
É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?
Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?
Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?
Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respetivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço. E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra. Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos. Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva. A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis. A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço. O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.
O ar que respiramos, a brisa que embaraça nossos cabelos, o verde das árvores e o colorido das flores nos é dado por Deus, gratuitamente. Pensemos nisso e aproveitemos mais tudo que está ao nosso alcance, sem preço, sem patente registrada, sem etiqueta de moda. Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial. Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Prece do Índio Americano
terça-feira, 3 de junho de 2025
Prece para proteção do mundo Angélico
Os Anjos que governam os quatro elementos – a terra, a água, o ar e o fogo – são servidores de Deus. Por isso, podemos pedir ao Senhor que nos envie estes Anjos, para que eles nos ajudem no nosso trabalho espiritual.
Eis uma prece nesse sentido:
Senhor Deus Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra, Senhor do Universo, envia-me os quatro Anjos, teus servidores.
O Anjo da Terra, para que absorva as impurezas do meu corpo físico, a fim de que ele se torne capaz de exprimir o teu esplendor, e que a tua vontade possa ser realizada por seu intermédio.
O Anjo da Água, para que lave o meu coração de todas as máculas, a fim de que o amor desinteressado nele se instale.
O Anjo do Ar, para que purifique o meu intelecto, a fim de que nele se instalem a sabedoria e a luz.
Finalmente, Senhor, envia-me o Anjo do Fogo, para que santifique a minha alma e o meu espírito, a fim de que eles se tornem moradas da tua verdade, e eu possa trabalhar para o teu Reino e a tua Justiça.
Amém! Amém! Amém! Assim seja!
segunda-feira, 26 de maio de 2025
Nova Vida
Na nova vida, os valores mais estimados serão a honestidade, a bondade, a generosidade, a paciência, a paz, a harmonia, a fraternidade... Quem não souber manifestar estas virtudes será considerado inútil e até prejudicial. Dar-se-á diplomas aos seres que, pelo seu comportamento, trabalharem para trazer a paz e a harmonia, e não àqueles que podem ser consultados como uma enciclopédia.Para trazer o Reino de Deus à terra, há necessidade de seres com um carácter forte, não de gabinetes de informações. Aliás, os verdadeiros diplomas apenas são dados pela própria Natureza. Se só pelo facto de pordes a mão no ombro de uma pessoa que está perturbada, angustiada, conseguis apaziguá-la, isso prova que tendes um diploma, concedido pelo Céu. Tendes um dom, um talento, uma virtude?Isso é um diploma que o Senhor vos deu. Os verdadeiros diplomas não são papéis, estão impressos no vosso rosto, no vosso corpo, em todo o vosso ser. Se não tendes um diploma vivo, feito de emanações poderosas e luminosas, mesmo que tenhais todos os diplomas da Terra, aos olhos da Natureza não sereis nada.
terça-feira, 20 de maio de 2025
Deus é pai
Narra o Evangelista Lucas que Jesus orava em determinado lugar. Ao concluir, um de Seus discípulos se acercou e pediu: Senhor, ensina-nos a orar. Para aqueles homens, todos judeus, tal pedido era um tanto surpreendente, considerando que fazia parte da sua cultura fossem introduzidos nas tradicionais práticas religiosas, desde a infância. Eram homens que frequentavam a sinagoga de sua cidade. Ou o templo, quando em Jerusalém. Natural, portanto, se pensar que oravam, pois deviam conhecer minimamente os códigos religiosos que os regiam.
O que se deduz do pedido é que devem ter percebido que a relação de Jesus com a Divindade era um tanto diferente. Por isso, tentando compreender um pouco mais a respeito, fizeram tal pedido.
O Mestre os atende, de imediato. Reconhece que não se trata de mera curiosidade mas da real vontade de aprender sobre Deus, transcendendo a exteriorização das tradições, tal qual viam e observavam nas práticas habituais. Então, Jesus os orienta que, desejando orar, se dirijam a Deus, nos seguintes termos: Pai nosso, que estás nos céus.
Nunca antes, para aqueles homens, alguém havia se dirigido a Deus daquela forma. E ali é desvendada a Paternidade Divina. Um Deus Pai, que ampara, que cuida, que oferece o melhor. Um Deus, como explica Jesus, que, se cuida das aves do céu e dos lírios do campo, jamais desampararia Seus filhos.
Um Deus que provê as necessidades de todos, a cada dia, sem precisar que nos aflijamos com o amanhã. Um Deus que ama os seres, independentemente de seu credo. Ou mesmo aqueles sem credo. Cujo amor alcança os desvalidos, mas também os poderosos. Que se ocupa dos bons e amorosos. Porém, não se esquece daqueles que ainda permanecem no mal e na desfaçatez.
Um Deus amor que desconhece origem de raça, classe econômica ou qualquer artifício que tente classificar e separar homens e mulheres. Dessa maneira, não importa em que situação nos encontremos. Não importa quão graves tenham sido nossos tropeços ou o tamanho dos erros que acumulemos em nossa consciência. Sempre podemos contar com o amor do Pai.
Ele nos permitirá o resgate dos equívocos, mesmo os mais graves que possamos ter cometido. Irá nos amparar nos dias mais difíceis que venhamos enfrentar. Deus estará sempre a postos para nos aguardar o apelo.
Mesmo quando nos distanciarmos dEle, negando-O, tentando esquecê-lO ou extraindo-O de nossa vida, Ele permanecerá a velar por nós. O Seu é aquele amor que Jesus apresentou na parábola do filho pródigo.
Mesmo depois de ter esbanjado, de forma tola, tudo que o Pai lhe dera, envolto em dores e miséria, alquebrado e arrependido, retoma o caminho do lar. E encontra o Pai amoroso a aguardá-lo, de braços abertos. Nada indaga. Apenas acolhe, ampara. Nos momentos mais difíceis, pelos caminhos espinhosos, doloridos, sempre podemos contar com Deus, nosso Pai. Com Seu amor incondicional, Ele nos erguerá e estabelecerá roteiros de refazimento, de reabilitação, de renovação.
domingo, 18 de maio de 2025
Preces e Orações
"Queridos irmãos, irmãs, amigos........ nunca tivemos tanta insegurança todos os dias, um mundo que sofre tanto com a opressão de tantos governos, com tantos vícios, crimes, corrupção, violência, abusos e medo pelo futuro dos nossos jovens.
Inspirando-se numa iniciativa tomada durante a Segunda Guerra Mundial, em que um conselheiro do primeiro-ministro Winston Churchill organizou um grupo de pessoas que, numa hora determinada, todos os dias, paravam, independentemente do que estivessem a fazer, para rezar em comunhão pela paz, para a segurança e para o povo de Inglaterra.
Faziam isso todos os dias e era como se a cidade permanecesse suspensa, tal era o poder da oração comunitária.
O resultado foi tão prodigioso que, em pouco tempo, os bombardeios pararam!!!
Agora estamos nos organizando novamente, um grupo de pessoas de diferentes nacionalidades, que rezam um minuto pela segurança dos nossos países, pelo fim dos problemas que nos oprimem e angustiam e para que Deus guie as decisões dos nossos governantes. Estaremos unidos em oração nos seguintes horários:
Inglaterra 15h
Espanha 16h
Portugal 15h
Ilhas Canárias 15h
Costa Rica 20h
Colômbia 19h
Nicarágua 20h
Equador 19h
Guatemala 20h
México 20h
Panamá 19h
Honduras 18h
El Salvador 20:00h
Venezuela 18h
Uruguaio 17h
Paraguai 17h
Brasil 18h
Argentina 17h
Chile 17h
Itália 16h
Convido você, se desejar, a aderir a esta iniciativa. Pararemos um minuto todos os dias, nos horários indicados, para pedir a paz no mundo, o fim dos conflitos e o restabelecimento da tranquilidade em todas as nações da terra e para que as famílias busquem sua segurança e salvação em Deus.
Se entendêssemos o enorme poder da oração, ficaríamos maravilhados.
Se puder, envie este pedido aos seus contatos, poderemos obter um milagre com a nossa oração.
Coloque o alarme no seu telefone todos os dias, no horário definido para o seu país, e ore por um minuto pela paz 🙏🙏🙏."
(Mateus 19:20: Novamente em verdade vos digo: Se dois de vocês na terra concordarem sobre qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que está nos céus. Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou entre eles ).
Por favor, transmita esta mensagem às pessoas que oram.
🙏
sábado, 17 de maio de 2025
A importância da oração
Conversa, pedido, agradecimento, manifestação de fé, ato de louvor ou adoração diante do que é transcendente ou divino. A oração é um ato humano de encontro ao sagrado.
“Se eu quiser falar com Deus. Tenho que ficar a sós. Tenho que apagar a luz. Tenho que calar a voz. Tenho que encontrar a paz (...)”, a canção do mestre Gilberto Gil pode ser interpretada como uma ode à crença de cada um. Pessoas de fé. Crentes a uma divindade. Agnósticos. Ateus. Não importa. Professando uma oração ou simplesmente conversando com um Deus, a força de uma prece ou de uma reza faz parte do ser humano e tem o poder de acalentar, apaziguar, encorajar, autoconhecer-se, despertar a esperança e tornar a vida mais leve e o fardo do viver menos pesado.
Não é necessário seguir uma religião para orar. A religiosidade, o sentimento do sagrado, do saber da existência de algo maior também pode se apresentar em forma de oração, que está presente em todas as religiões e é um sopro essencial para o homem se manter sano. Seja na fé cristã, dos católicos, dos judeus, dos budistas, das religiões de matriz africana, como na umbanda, enfim, o Bem Viver hoje convida-nos a uma conexão com as palavras que nos fazem bem, tragam paz e nos coloquem no lugar do outro, respeitando-o em comunhão com todos e com as diferenças.
O mundo está precisando de oração. Não importa o credo. E não há regras. Todo Deus prega paz, amor e respeito. Guiado por esse caminho, que cada um encontre o conforto nas palavras que irão traduzir seus anseios, apelos e buscas. Ao invocar uma oração, o homem crê em algo superior que comanda toda a complexidade do Universo e, assim, cria um diálogo permanente sentindo a presença da Providência, da suprema sabedoria de um Deus, da transcendência.
"A oração é um conforto muito grande, até para quem perdeu a esperança, porque, tomada pelo poder da oração, ela irá renascer, reencontrar o amor, que é o que importa nesta vida" Lúcia Maria dos Santos, aposentada, de 79 anos, que tem a umbanda como religião
“Curvo diante a força, dobro diante a luz. Ó força poderosa do mundo, envia uma centelha até esses pequenos que somos prostrados aos vossos pés! Afastai de nós as vibrações malignas, as palavras que ferem, os olhares que aniquilam, os pés que perseguem e os desejos que nos maltratam de longe. Ó todo-poderoso, abre para nós a senda do bem, a estrada do amor com a vossa força e a vossa luz. Que assim seja.” A oração do Divino Espírito Santo das Almas, trazida pela hierarquia espiritual da família da aposentada Lúcia Maria dos Santos, de 79 anos, é a força que a guia dentro da sua fé na umbanda, religião brasileira que sintetiza vários elementos das crenças africanas, do sincretismo católico, do cristianismo, da cultura afro-brasileira, somada aos costumes indígenas, além de influências orientais, esotéricas, místicas e kardecistas.
Para Lúcia, a oração na umbanda é igual a todas as outras. Ainda que use outras palavras, ela clama profundamente, sempre invocando Deus: “É o que fazemos. Pedimos por este mundo, que amoleça o coração das pessoas revoltadas, que nos abençoe, nos una mais e dê paz aos corações. Acredito que temos de orar diariamente, não só na hora em que precisamos. E não podemos, jamais, esquecer de agradecer”.
O AMOR
Lúcia enfatiza que a oração entrega paz ao coração: “Imediatamente nos sentimos melhor, nos traz alento e tenho certeza de que é uma forma de cura. Tenho fé em Nossa Senhora Aparecida, faço minhas orações e as recebo. Sinto vontade, tenho necessidade de orar. E como me faz bem. Acredito que Deus dá a oportunidade da graça para as pessoas de fé. A oração é um conforto muito grande, até para quem perdeu a esperança, porque, tomada pelo poder da oração, ela irá renascer, reencontrar o amor, que é o que importa nesta vida”.
Não interessa o caminho, no fim de tudo, o amor é o refúgio da humanidade. Para Bruno Gimenes, conhecido como um dos responsáveis pela expansão da espiritualidade no Brasil, diretor de Conteúdo e cofundador da instituição Luz da Serra, ainda que muitos enxerguem a oração sempre dentro de uma doutrina, ela também existe fora. Para ele, não importa o caminho religioso que a pessoa tenha escolhido, a oração é um meio universal de se conectar com o planeta, com um Deus ou, até mesmo, um momento de introspecção e autoconhecimento. “Palavras que proporcionam alívio para um sofrimento ou com o objetivo de ter paz interior são bem-vindas, independentemente de credo. Há religiões que seguem ritos, mas o que importa é a busca interior por respostas que, muitas vezes, vêm em momento de oração e meditação.”
À comunidade de todos que por aqui passam, o meu muito Bem-Hajam, em nome de um mundo nosso, tão necessitado de pessoas de bem.🙏
terça-feira, 13 de maio de 2025
Quem tem o meu respeito
O garoto frequentava o quinto ano de escolaridade quando o professor pediu para a classe uma redação que homenageasse alguém que lhes merecia respeito. A sala ficou silenciosa. Cabecinhas pensando, caneta entre os dedos, como aguardando uma ideia. A impressão inicial era de que cada qual buscava na memória a figura a quem devotava merecido respeito.
Paulo foi o primeiro a baixar a cabeça e começar a usar a caneta, registando no papel a sua veneração por alguém cuja imagem lhe acudira à memória. Como se estivesse ligado numa bateria, escrevia e escrevia. O assunto borbulhava em sua mente e tudo ia despejando nas folhas à sua frente:
Respeito é tudo o que quero merecer um dia. Não um respeito qualquer. Quero ter o mesmo respeito que tenho por ele, o meu exemplo de vida, de homem de bem, digno, honrado. Sim, porque se eu conseguir ser a metade do que ele representa para mim, poderei considerar-me um homem afortunado. Ele nasceu numa família pobre, conhecendo as dificuldades desde cedo. Sua mãe dizia que ele era tão bom que parecia ter nascido com uma estrela na testa. Enquanto seus coleguinhas corriam brincando pela rua, ele engraxava sapatos na porta do hotel próximo, para conseguir alguns trocados, que auxiliavam nas despesas do lar. Nunca perdeu um dia de aula e, tanto quanto possível, ajudava o pai em seu trabalho autônomo. Cresceu longe das diversões da maioria dos rapazes e, ao encontrar aquela que seria sua companheira de vida, fundou seu próprio lar.
Quando lhe nasceu o primeiro filho, dizem, parecia ter ganho a maior lotaria, tal a alegria que registou e o amor que lhe dedicou. Dois anos depois, ei-lo aguardando o final da gestação da esposa. Uma complicação no parto dos gêmeos impediu a permanência da sua amada junto a si e, ainda ao seu lado, ele prometeu fazer tudo o que estivesse ao seu alcance pelos seus meninos.
Nunca pensou em tornar a se casar, dedicado de maneira integral aos seus pequenos. Com sua presença, seu afeto, procurou suprir a ausência da mãe. Tinha tempo para brincar com eles, jogar bola, andar de bicicleta e verificar a lição da escola, mesmo que nem tudo entendesse. Educou-os dentro de uma moralidade ímpar, dando exemplo de como fazer as coisas da maneira mais correta.
Sempre cultivou, em casa, o amor e o respeito pela esposa que partira, assim como pelo bem viver em sua homenagem. Narrava aos filhos seus momentos de alegria e felicidades enquanto ela estivera ao seu lado. E, com tudo isso, ainda encontrava tempo para auxiliar sua mãe idosa, sempre que ela apresentasse alguma necessidade. Esmerava-se, nessas horas, em levar os três meninos consigo a fim de que aprendessem o cuidado e o apoio que são devidos aos pais idosos.
Por mais tempo que eu fique na Terra, escreveu, por fim, quero me tornar o que ele é e representa para mim. O homem a quem devo meu respeito. Mais do que tudo, meu amor e minha gratidão. Esse homem, que busco imitar, chama-se meu pai!
sábado, 10 de maio de 2025
Acerca do perdão
O perdão não visa o passado, muito mais o presente e o futuro, senão não é perdão de facto. Perdão não é estático, e reflete um compromisso renovado e dinâmico. Entre os humanos e com responsabilidade de lideres religiosos, as pessoas acomodaram-se através dos tempos a delegar essa responsabilidade aos sacerdotes e lideres religiosos, para perante um sancionamento proferido por estes, seja uma coima ou multa titulada como tributo à ordem, ou penalidade a cumprir, juntamente com uma recomendação obrigatória de algum tipo de cumprimento de dever religioso, como orações ou algum tipo de tarefa, os pecados depois de cobrados e confessados seriam inteiramente perdoados, ilibando dali em diante o transgressor, um tipo de um recomeço ou como se costuma dizer “reset”, o que permitia ao fiel ganhar um novo espirito de impunidade pelas faltas passadas. Um tipo de perdão muito próximo de incondicional ou mesmo perdão total, pela impunidade da consciência do neófito.
Para lá das motivações várias de tais práticas, dos interesses económicos, políticos, de manipulação, etc., na realidade os mais lesados seriam sempre os interesses espirituais, sedentos de compreensão, estimulados à não participação nos seus processos de consciência, ónus entregue quase na totalidade aos ditos sacerdotes.
O perdão enquanto força pura, oriunda de uma diminuição de inconsciência e simultânea elevação e aumento de nível de consciência, é considerada uma força poderosa no desenvolvimento humano, no seu aprimoramento e autoconhecimento, e se não descartada a responsabilidade de sua gestão emocional, é um veículo de empoderamento pessoal excecional, transformador de sociedades e de civilizações, por força da transformação no individuo.
O perdão desta forma compreendido, não se destina a inocentar um passado que em consciência se tem como danoso em algum momento, mas e sobretudo, através de sua força regeneradora, perdoar capacitando toda a atenção do individuo, para a sua dinâmica transformadora, baseada precisamente na queda que lhe deu origem.
Desta forma, muito bem provém da fonte de um mal. Logo, somente carregar consigo mesmo os episódios do mal, até que naturalmente se transmutem em bem, é definitivamente um processo para obtenção do benefício do perdão, porque não ficou lá atrás, num dado momento, mas é dinâmico, presente, e construtor de um presente e futuro continuamente reparador. Isso é perdão, o autêntico perdão que somente cada um pode obter , através de um compromisso continuo, e não somente a um dado momento, com algum tipo de ritual.
Perdoar é alterar os processos que acontecem, porque os que aconteceram já não dá para alterar, somente para aceitar que possivelmente, são esses episódios que estão na origem da compreensão, de um dia se ter afastado do caminho correto, e a consequente necessidade de o recuperar, esse sagrado equilíbrio que está na origem da saúde humana, de um estado harmonioso e da criatividade espiritual do individuo.
Parece uma redundância, mas uma enormíssima parte da humanidade ainda não percebeu esta dimensão do perdão, não será a hora chegada? - de crescer renovadamente sobre as feridas do passado, assumindo-as sem desculpa, ou pagamento, ou entrega a outro, e assim, nesse encontro repetido e doloroso, com um passado que não esteve perfeito, procurar assumidamente e humildemente, mudar comportamentos, de forma a não ocultar a própria consciência, que afinal se constitui de uma linguagem divina e solar, a única que pode fazer um homem feliz e realizado…
"Não basta compreenderdes intelectualmente as coisas e depois serdes capazes de expor brilhantemente o que compreendestes. Precisais de trabalhar para que essa compreensão desça às manifestações da vossa vida quotidiana. São os vossos atos, os vossos gestos, o vosso comportamento na vida, que devem demonstrar o que compreendestes, não as vossas palavras.
Por enquanto, ainda é às pessoas instruídas, aos letrados, aos eruditos, que é dada proeminência. Mas, no futuro, isso mudará, e todos se inclinarão perante aqueles que tiverem trabalhado para desenvolver qualidades de bondade, de indulgência, de pureza, de integridade, e para as manifestar. É frequente os seres que possuem estas qualidades serem desprezados, porque se ignora que elas resultam de uma profunda compreensão da vida. De agora em diante, procurai apreciar esses seres e, sobretudo, imitá-los. Omraam Mikhaël Aïvanhov"
quarta-feira, 7 de maio de 2025
Anjo guardião
segunda-feira, 5 de maio de 2025
Flores da noite
domingo, 4 de maio de 2025
Oração contra a preguiça
Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Senhor meu Deus, entro em tua Santa presença neste momento para colocar a minha vida em tuas mãos.
Senhor faço esta reflexão e enxergo que tenho sentido muita preguiça, uma vontade de não fazer nada, e eu sei que isso não é teu. Não quero comer o pão da preguiça e nem ficar prostrado sem fazer nada ou querendo fazer tudo rapidamente e de maneira errada.
Eu creio que o Senhor renova minhas forças e me dá vontade de viver e por isso eu levanto a minha voz neste momento contra todo mal e digo: espírito de preguiça que está tentando tomar conta da minha vida, saia agora! Eu não aceito você no meu corpo, desânimo, falta de força de vontade, sono excessivo saiam agora da minha vida! Preguiça eu não aceito você me dominando, eu não aceito você tomando conta do meu dia e digo, saia em nome de Jesus Cristo! e determino que na minha vida, haja renovo e entusiasmo, que eu faça tudo como é para ser feito, de maneira alegre e bem disposto em nome de Yeshua.
O Senhor me fez para vencer, eu sou obra de Deus para ser vencedor. Mas eu sei que eu tenho que fazer a minha parte que o Senhor fará a dele. Eu tenho que levantar e ir em direção às adversidades, o Senhor me ajudará no caminho.
Eu tenho que levantar e caminhar, o Senhor me auxiliará na estrada.
Assim as coisas vão mudar, a partir deste instante: Eu faço a minha parte, com fé e confiança, me empenho e dou o meu melhor.
Eu não aceito a preguiça, não vai ser ela que vai sem impedimento para eu conquistar a vida plena que Deus reservou pra mim.
Amém. Graças a Deus.
Por vezes deixamo-nos levar pela preguiça, pela tristeza, pelo facilitismo… Mas será esse o melhor caminho? O caminho da felicidade?
Como podemos ter um papel marcante neste mundo, se nos contentarmos com tudo e se preferirmos o bem próprio ao da sociedade?
Estas questões fazem-nos pensar sobre o tipo de pessoa que somos e sobre o tipo de pessoa que queremos ser… E, apesar, de fazermos esta reflexão, damos por nós a pensar que "é tarde demais, eu já não consigo mudar…", "Mas, ser correto, positivo e feliz é mais difícil" ou "Vou me magoar"... e acabamos por nos manter num estado letárgico em relação à vida!
Hoje venho aqui dar-vos umas palavras de força, transmitir-vos uma mensagem que também me foi transmitida e relembrar-vos que nunca é tarde para sermos quem queremos ser, nunca é tarde para sermos como Jesus… Há sempre um amanhecer, e por isso, há sempre um novo dia para cultivarmos as sementes da nossa vida!
Se és uma pessoa fria, procura ser mais quente e sorri mais….
Se és uma pessoa que está sempre a falar mal dos outros e a apontar constantemente defeitos procura controlar a mente pois, de certeza, que a boca também se irá controlar…
Se queres ser melhor, começa passinho a passinho a partir de hoje!
E se não conseguires, tem fé, esperança e coragem para tentar amanhã…
Medita sobre ti e sobre o teu papel no mundo e depois disso AGE, MUDA, CRESCE, APRENDE e sê sempre feliz!
Força, tu consegues!





















