RODA DA VIDA

Oramos pela vida e saúde dos homens de Paz no Mundo, Homens e Mulheres com missões dificílimas, de dação de esperança e de forte influencia contra a corrupção que assola o mundo e o mantém cativo na desgraça da injustiça. Louvemos estes inspirados irmãos e irmãs, desde os mais influentes, como Francisco Pai da Igreja Católica, Dalai Lama Pai dos Budistas, e tantos outros em suas respectivas importâncias, que movem o mundo com a força de suas Almas devotas, num mundo melhor para todos, mais justo, onde os indefesos não estejam à mercê de nenhum tirano, onde o único exército ou militar à face da terra seja a serviço do Amor ao Próximo - Oremos diariamente pela Mãe Terra, nosso planeta que tanto precisa de nossa atenção e nossas preces pelas causas ecologistas, sejamos a diferença que queremos ver no respeito pelo ambiente - Assim seja - Oramos por la vida y la salud de los hombres de paz en el mundo, hombres y mujeres con misiones muy difíciles, que dan esperanza y una fuerte influencia contra la corrupción que afecta al mundo y lo mantiene cautivo en la desgracia de la injusticia. Elogiemos a estos inspirados hermanos y hermanas, de los más influyentes, como Francisco Pai de la Iglesia Católica, Dalai Lama Pai de los budistas, y tantos otros en su respectiva importancia, que mueven el mundo con la fuerza de sus Almas devotas, en un mundo mejor para todos, más justo, donde los indefensos no están a merced de ningún tirano, donde el único ejército o militar en la faz de la tierra está al servicio del Amor por nuestro prójimo. Oremos diariamente por la Madre Tierra, nuestro planeta que necesita tanto nuestra atención y nuestras oraciones por causas ecológicas, seamos la diferencia que queremos ver en el respeto por el medio ambiente : que así sea

sexta-feira, 29 de julho de 2022

Rogativa do culpado

Caro amigo:

Desejo pedir perdão pelo mal que te fiz. Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, mal comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal. O que deveria e o que não deveria fazer. Reconheço que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, causando-te sofrimentos desnecessários.

Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando reparar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de me encorajar a pedir-te perdão. Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.

Quando o ofendido supera a situação deplorável, se eleva no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar. Tem piedade, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade. Sei que não será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de te dizer...

No entanto, prossegue na tua jornada, olhando para trás e estendendo a mão para mim, em socorro, eu que me encontro na retaguarda. Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.


Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós. É vencer o orgulho que, sempre, através das épocas, foi vencedor em nossa intimidade desequilibrada. Pedir perdão, de coração, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas. Há humildade em tal pedido. Também sabedoria. Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém, perfectível, mutável.

Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes. O pedido de perdão verdadeiro nos faz mais fortes, porque com ele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar. No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro. Desejo exatamente oposto àquele que gerou toda a situação desastrosa entre as almas de um e de outro. Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal. Dessa forma, ao reconhecer que magoamos alguém, que prejudicamos alguém, disponhamo-nos a pedir perdão. Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, que nos arrependemos do que dissemos, ou fizemos em seu prejuízo e que, agora, somente lhe desejamos o bem. Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende da aceitação da outra parte. Eventualmente, o outro não estará preparado ou disposto a nos conceder o perdão. Isso, na essência, não importa. A nós, compete reconhecer o erro, pedir perdão, estabelecer o propósito de não tornar a cometer a mesma falta. Finalmente, dependendo do que tenhamos dito ou feito, nos disponhamos a reparar o mal que tenhamos causado. Quando tomarmos essa decisão, estaremos no início da grande jornada da felicidade, que é a paz de uma consciência íntegra.

domingo, 24 de julho de 2022

Evangelho (Lc 11,1-13)

Um dia, Jesus estava orando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: «Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou a seus discípulos». Ele respondeu: «Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja teu nome; venha o teu Reino; dá-nos, a cada dia, o pão cotidiano, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todo aquele que nos deve; e não nos introduzas em tentação».

E Jesus acrescentou: «Imaginai que um de vós tem um amigo e, à meia-noite, o procura, dizendo: ‘Amigo, empresta-me três pães, pois um amigo meu chegou de viagem e nada tenho para lhe oferecer’. O outro responde lá de dentro: ‘Não me incomodes. A porta já está trancada. Meus filhos e eu já estamos deitados, não posso me levantar para te dar os pães’. Digo-vos: mesmo que não se levante para dá-los por ser seu amigo, vai levantar-se por causa de sua impertinência e lhe dará quanto for necessário. Portanto, eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta. Pois todo aquele que pede recebe; quem procura encontra; e a quem bate, a porta será aberta. Algum de vós que é pai, se o filho pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!».




quinta-feira, 21 de julho de 2022

Evangelho (Mt 13,10-17)

Naquele tempo, os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: «Por que lhes falas em parábolas?». Ele respondeu: «Porque a vós foi dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não. Pois a quem tem será dado ainda mais, e terá em abundância; mas a quem não tem será tirado até o que tem. Por isto eu lhes falo em parábolas: porque olhando não enxergam e ouvindo não escutam, nem entendem. Deste modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Por mais que escuteis, não entendereis, por mais que olheis, nada vereis. Pois o coração deste povo se endureceu, e eles ouviram com o ouvido indisposto. Fecharam os seus olhos, para não verem com os olhos, para não ouvirem com os ouvidos, nem entenderem com o coração, nem se converterem para que eu os pudesse curar’.

»Felizes são vossos olhos, porque vêem, e vossos ouvidos, porque ouvem! Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram; desejaram ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram».


Nesta parábola Yeshua nos fala da incredulidade que se instalou em grande parte das pessoas, dão permissão e aceitam ser orientadas em suas vidas  por princípios limitados e mesquinhos ou mesmo por falta de princípios. Nos instruí sobre a forma como o ser humano processa a sua iniciação, de como aceder ao conhecimento e sabedoria de Deus corretamente, que Yeshua processa em forma de parábolas.

Assim refere que o conhecimento da ciência amorosa de Deus e de seus maravilhosos frutos, está escondida bem à frente de nossos olhos, no quotidiano de nossas missões de vida. Esclarece que somente um coração disponivel e sincero, pode mediante seu compromisso voluntário e entrega diária, gradualmente aceder a esses conhecimentos e consequentemente, sentir as suas graças. 

Igualmente adverte, que a infelicidade e o caminho sem saída, é o infalível destino de todos aqueles que persistem num modelo de vida materialista, limitado às paixões do sensualismo, e das sensações imediatas.  Vai mais longe, admoesta a cada um de nós, que com a sua vinda e o seu ministério, ninguém mais poderá perante si próprio um dia refutar a sua escolha que ninguém impôs, uma escolha que é consciente. Assim aquele que renegar a Deus com toda a informação que hoje dispõe, depois de ter estado o próprio Messias fisicamente entre a humanidade, no dia de seu ajuste de contas, também será renegado por sua própria consciência e então não haverá nada que ninguém possa fazer, por essa alma que escolheu o seu próprio destino, baseado na sua própria incredulidade obviamente.

Jesus suspira entre nós. que felizes serão aqueles que crerem, sobretudo aqueles que crerem ser terem necessidade de comprovarem, de verem com seus olhos, porque farão a sua escolha alicerçada na sua fé de crer, a escolha de pertencer a uma família Divina, e então assim que terminar este ciclo de vida, de dores, sofrimentos e sacrifícios, serão recompensados com o descanso e a Paz do Seu Divino Colo.

terça-feira, 12 de julho de 2022

Tecendo o amor

Qual é a grande finalidade da vida?

Em torno desta pergunta, muitos filósofos, poetas e artistas se debruçaram. Na sua arte, nos seus poemas, nas suas crônicas e manuscritos apresentaram suas dúvidas existencialistas, seus questionamentos e suas respostas. Porém, foi com a comprovação da continuidade da vida, a partir das manifestações espirituais, que essa resposta se definiu. Foi a partir das vozes dos Espíritos, coordenados pela Providência Divina, que foi possível ter clara compreensão da nossa Imortalidade. Alicerçamos a certeza de que somos imortais e que o grande objetivo da vida é aprender a amar. Com essa compreensão, essa passa a ser a meta e finalidade de vida de todos nós. Porém, amar a todos e sem limites, é complexo e desafiador.

Sendo o amor o sentimento que coroa e sintetiza uma infinidade de sentimentos, exige de nós dedicação e empenho para que consigamos exercitá-lo. Podemos dizer que o sentimento do amor vai se fazendo em nossa intimidade aos poucos. 

Como quem vai lentamente tecendo à mão um imenso tapete, feito de infindáveis nós, nossas emoções vão se construindo uma a uma, nessa desafiadora tecelagem do amor. Se mirarmos apenas em um nó desse trabalho, não encontraremos nenhum sentido. É necessário que vislumbremos o conjunto da obra. Contudo, aquele pequeno nó é indispensável para a beleza do trabalho final. Muitas vezes, imaginamos que amar é ter o tapete pronto, todo tramado, com seus nós feitos, cores escolhidas, e resultado encantador. Isso acontecerá um dia, é verdade. Mas, ainda estamos nas primeiras lições de tecelões de nossas emoções. Ainda estamos aprendendo a dar os primeiros nós, a acostumar as mãos com a aspereza dos fios, a escolher cores, combinações, estampas e tramas. Nessa etapa, é natural que alguns nós precisem ser desfeitos, porque foram mal feitos. São os nós das emoções equivocadas, dos relacionamentos mal construídos, das combinações truncadas de sentimentos. Essas são ações que nos exigem reelaboração na trama complexa para o feliz resultado final de uma tapeçaria bela, harmoniosa, encantadora.

As pessoas que reencontramos, nos caminhos da vida, que são difíceis e nos desafiam emocionalmente, são os nós mal feitos do ontem próximo ou mais longínquo. Elas chegam nos convidando a desfazer o nó do mal querer, do desamor, para juntos tecermos novos nós. De outra feita, alguns relacionamentos nos convidam a aprender a fazermos nós que desconhecemos. São os sentimentos que ainda não ganharam espaço em nossa intimidade, e que precisam ser experienciados. Não podemos esquecer que aqueles com quem convivemos também estão com seus próprios desafios, fazendo e desfazendo nós em seu mundo emocional.

Assim, respeitemos suas dificuldades e limitações. Quanto a nós, aproveitemos todas as oportunidades para sermos melhores tecelões. Afinal, nesse grande tapete que é nosso mundo emocional, somente devem existir nós de amor. Essa é a proposta da Divindade.

domingo, 3 de julho de 2022

Evangelho (Lc 10,1-12.17-20)

O Senhor escolheu outros setenta e dois e enviou-os, dois a dois, à sua frente, a toda cidade e lugar para onde ele mesmo devia ir. E dizia-lhes: «A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para sua colheita. Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não vos demoreis para saudar ninguém pelo caminho! Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; senão, ela retornará a vós. Permanecei naquela mesma casa; comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador tem direito a seu salário. Não passeis de casa em casa.

»Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, curai os doentes que nela houver e dizei: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’. Mas quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas, dizei: ‘Até a poeira de vossa cidade que se grudou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto, sabei que o Reino de Deus está próximo!’ Eu vos digo: naquele dia, Sodoma receberá sentença menos dura do que aquela cidade.

Os setenta e dois voltaram alegres, dizendo: «Senhor, até os demônios nos obedecem por causa do teu nome». Jesus respondeu: «Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago. Eu vos dei o poder de pisar em cobras e escorpiões, e sobre toda a força do inimigo. Nada vos poderá fazer mal. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos se submetem a vós. Antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos nos céus».

Os setenta e dois escolhidos nesta parábola de Jesus, aludem às 72 diferentes mensagens divinas ou nomes de Deus como é conhecido. A Sabedoria Divina multiplicou-se em 72 formas ou mensagens diferentes de chegar ao nosso conhecimento, e assim de nossa filiação Divina. E todas essas diferentes formas de chegar ao entendimento Divino se espalharam pelas diferentes nações no mundo representadas por 72 génios ou Anjos, com diferentes características, funções e sensibilidades. Esta é a forma de tornar múltiplo e amplo o acesso à fonte universal de vida, e é por meio do amor e da oferta que maior numero de seres humanos possam encontrar entre os 72 nomes de Deus, o nome com o qual mais se identificam, para fazerem o caminho de retorno ao lar.

Nesta parábola Jesus conta como estes agentes Divinos atuam, fala das suas recomendações, do seu impacto entre nós humanos, e qual o nosso destino no final de nosso caminho de vida, mediado pelas próprias decisões, do que decidimos com o que nos foi presenteado na vida, através deste 72 nomes divinos e de como os acolhemos e neles nos apoiamos, em nossa vida dentre os nossos semelhantes.

Basta para compreender, reler a parábola substituindo onde Jesus menciona discípulos ou os seus alunos, por enviados de Deus Divinos. Jesus indica instruindo também nestas suas palavras, o método iniciático por excelência para a salvação do próprio homem, rumo à existência eterna no seio de Deus